sábado, 31 de março de 2018

Formas de Renascimento






Formas de Renascimento

por Carl Gustav Jung


A metempsicose

A metempsicose, a transmigração da alma, como forma de renascimento, trata da ideia de uma vida que se estende no tempo, passando por vários corpos, ou da seqüência de uma vida interrompida por diversas reencarnações. O budismo especialmente centrado nessa doutrina - o próprio Buda vivenciou uma longa série de renascimentos - não tem certeza se a continuidade da personalidade é assegurada ou não; em outras palavras, pode tratar-se apenas de uma continuidade do karma. Os discípulos perguntaram ao mestre, quando ele ainda era vivo, acerca desta questão, mas Buda nunca deu uma resposta definitiva sobre a existência ou não da continuidade da personalidade.

A Reencarnação

A segunda forma é a reencarnação, que contém (eo ipso) o conceito de continuidade pessoal. Neste caso, a personalidade humana é considerada suscetível de continuidade e memória; ao reencarnar ou renascer temos, por assim dizer potencialmente, a condição de lembrar-nos de novo das vidas anteriores, que nos pertenceram, possuindo a mesma forma do eu da vida presente. Na reencarnação trata-se em geral de um renascimento em corpos humanos.

A Ressurreição (resurrectio)

Uma terceira forma é a ressurreição, pensada como um ressurgir da existência humana, após a morte. Há aqui outro matiz, o da mutação, da transmutação, ou transformação do ser. Esta pode ser entendida no sentido essencial, isto é, o ser ressurreto é um outro ser; ou a mutação não é essencial, no sentido de que somente as condições gerais mudaram como quando nos encontramos em outro lugar, ou em um corpo diferentemente constituído. Pode tratar-se de um corpo carnal, como na crença cristã de que o corpo ressurge. Em nível superior, este processo não é compreendido no sentido material grosseiro, mas se considera que a ressurreição dos mortos é um ressurgir do corpo sutil, no estado de incorruptibilidade.

O Renascimento (renovatio)

A quarta forma diz respeito ao renascimento (sensu striction), em outras palavras, ao renascimento durante a vida individual. A palavra inglesa rebirth é o equivalente exato da palavra alemã Wiedergeburt (renascimento) e parece não existir no francês um termo que possua o sentido peculiar do "renascimento". Essa palavra tem um matiz específico. Possui uma conotação que indica a ideia de renovatio, da renovação ou mesmo do aperfeiçoamento por meios mágicos. O renascimento pode ser uma renovatio sem modificação do ser, na medida em que a personalidade renovada não é alterada em sua essência, mas apenas em suas funções, partes da personalidade que podem ser curadas, fortalecidas ou melhoradas. Estados de doença corporal também podem ser curados através de cerimônias de renascimento.

Outra forma ainda é uma mutação propriamente dita, ou seja, o renascimento total do indivíduo. Neste caso, a renovação implica mudança da essência, que podemos chamar de transmutação. Trata-se da transformação do ser mortal em um ser imortal, do ser corpora! no ser espiritual, do ser humano num ser divino. Um exemplo muito conhecido é o da transfiguração miraculosa de Cristo, ou a subida ao céu da Mãe de Deus com seu corpo, após a morte. Representações semelhantes podem ser encontradas no Fausto, Segunda Parte, isto é, a transformação de Fausto no Menino e depois no Dr. Mariano. ε Participação no processo da transformação.
A quinta forma, finalmente, é o renascimento indireto. Neste caso, a transformação não ocorre diretamente pelo fato de o homem passar por morte e renascimento, mas indiretamente pela participação em um processo de transformação como se este se desse fora do indivíduo. Trata-se de uma participação ou presença em um rito de transformação. Pode ser uma cerimônia como a missa, por exemplo, em que se opera uma transubstanciação. Pela presença no ritual o indivíduo recebe a graça. Nos mistérios pagãos também existem transformações semelhantes, em que o neófito também recebe a graça, tal como sabemos acerca dos mistérios de Elêusis. Lembro-me da profissão de fé do neófito eleusino, que enaltece o efeito da graça sob a forma da certeza da imortalidade.

Psicologia do Renascimento

O renascimento não é um processo de algum modo observável. Não podemos medi-lo, pesar ou fotografá-lo; ele escapa totalmente aos nossos sentidos. Lidamos aqui com uma realidade puramente psíquica, que só nos é transmitida indiretamente através de relatos. Falamos de renascimento, professamos o renascimento, estamos plenos de renascimento e esta verdade nos basta. Não nos preocupamos aqui com a questão de saber se o renascimento é um processo de algum modo palpável.
Devemos contentar-nos com a realidade psíquica. No entanto é preciso acrescentar que não estamos nos referindo à opinião vulgar acerca do "psíquico" que o considera um nada absoluto ou algo menos do que um gás. Muito pelo contrário, a meu modo de ver a psique é a realidade mais prodigiosa do mundo humano. Sim, ela é a mãe de todos os fatos humanos, da cultura e da guerra assassina. Tudo isso é primeiramente psíquico e invisível. Enquanto permanece "unicamente" psíquico não é possível experimentá-lo pelos sentidos, mas apesar disso trata-se indiscutivelmente de algo real. O fato de as pessoas falarem de renascimento e de simplesmente haver esse tal conceito, significa que também existe uma realidade psíquica assim designada. Como essa realidade é constituída, só o podemos deduzir a partir de depoimentos. Se quisermos descobrir o significado do renascimento, devemos interrogar a história para saber quais as acepções que esta lhe dá. O "renascimento" é uma das proposições mais originárias da humanidade. Esse tipo de proposição baseia-se no que denomino "arquétipo". Todas as proposições referentes ao sobrenatural, transcendente e metafísico são, em última análise, determinadas pelo arquétipo e por isso não surpreende que encontremos afirmações concordantes sobre o renascimento nos povos mais diversos. Um acontecimento psíquico deve subjazer a tais proposições. À psicologia cabe discutir o seu significado, sem entrar em qualquer conjectura metafísica e filosófica. Para obtermos uma visão abrangente da fenomenología das vivências de transformação é necessário delimitar essa área com mais precisão. Podemos distinguir principalmente dois tipos de vivência: primeiro, a vivência da transcendência da vida, e, segundo, a de sua própria transformação.

Trecho extraído do livro: Os Arquétipos do Inconsciente Coletivo







sábado, 24 de março de 2018

Plutão em Trânsito IV







ESTUDOS ASTROLÓGICOS: Plutão em Trânsito IV

Interpretação de Plutão em Trânsito

Na interpretação de trânsitos de modo geral, a característica do planeta conforme já foi explicado anteriormente, embasa um conhecimento essencial pelo andamento eficaz do processo analítico astrológico nas previsões. Aliás, apenas pelo emprego dos trânsitos (até mesmo sem o levantamento da Revolução Solar e Lunar de um período), seria possível se efetivar uma parcial previsão astrológica, sem a necessidade de muitos cálculos, tão somente conforme as efemérides; de uma forma já esclarecida nas aulas de cálculos.
Para prosseguir nessa ordem, os ensinamentos de acordo com Elman Bacher, em seus “Estudos de Astrologia” sobre o planeta Netuno, se tornam fundamentais, como se seguem:

Plutão o Princípio do Fogo Congelado

(continuação)

Voltemos ao desenho de Libra – Escorpião com a linha traçada da nona cúspide ao Ascendente. O que transmite essencialmente este desenho?
Em retornos periódicos – volta após volta da roda – o desenho simboliza a necessidade de reencarnação para maior espiritualização da consciência, devido a fracassos ou não cumprimento dos padrões de regeneração por parceria da encarnação anterior ou ciclo de encarnações. O Ascendente carrega nas costas o setor completo de quatro casas que inclui a nona, a décima, a décima primeira e a décima segunda casa. Plutão, como regente de Escorpião coloca-se no portal da vida espiritual em qualquer fase de relação a relação – e isto é significativo – da essência de relação do passado ao presente e do presente ao futuro. As últimas quatro casas da roda representam o “Vinho do Espírito” destilado de todas as relações cumpridas.

Agora, se no começo da encarnação o Ego é incapaz de afirmar “EU SOU”, de que vale a encarnação? O fato de que a encarnação se efetua é prova de que a Centelha da Consciência eterna e indestrutível busca mais espiritualização, não importa quão limitada possa ser a capacidade de auto-expressão. O deficiente congênito, o cego, o deficiente mental e todas as pessoas com defeitos semelhantes são personificações da expressão do hemisfério inferior da roda – considere isto cuidadosamente – liberação sem amor dos fatores geradores e regeneradores. O progresso da vida é regeneração; aquelas vidas que parecem retroceder são elas próprias objetos de devoção, sacrifícios e amor da parte dos pais ou de outros, que necessitam de medidas extremas para liberar seus recursos de conhecimento, compaixão e simpatia; assim os processos de melhoramento e regeneração são mantidos e perpetuados. As nona, décima, décima primeira e décima segunda casa não apenas representam pessoas que vivem uma consciência espiritualizada, mas que também representam padrões de trabalho ou serviço prestados àqueles que personificam um mau destino em suas aflições de sofrimento e ignorância. Em outras palavras, aqueles que aprenderam as lições da oitava casa destilam, para serviço a todos, os poderes espiritualizados pelos quais as aflições e sofrimentos podem ser e são redimidos. Por conseguinte, as pessoas iluminadas consideram toda encarnação significativa e valiosa; seus pontos de vista estendem-se além do superficial e transitório; elas percebem as leis da vida se expressando e reconhecem que há possibilidade de regeneração em qualquer e em todas as fases da existência humana.

A abordagem feita pela moderna psicologia corretiva – permita nos referir outra vez ao nosso desenho – é para ajudar as pessoas que estão aflitas física, emocionais, mentais e psiquicamente a restabelecer sua habilidade de dizer “EU SOU” em termos de (1) cura física e melhoria da capacidade física; (2) compreensão de seus padrões emocionais de fixação, medo, frustração ou inibição de forma que seus complexos e compressões íntimos possam ser liberados e se estabeleça um despontar de autoconfiança, saúde sexual-emocional, reajuste de relações, otimismo, alegria e amor; (3) disciplinas e diretrizes para uma percepção mental mais forte e mais eficiente de modo que a pessoa possa ajustar-se melhor com as coisas e pessoas que o rodeiam. Todos esses fatores apontam diretamente para um nível mais elevado de consciência do “EU SOU”. Não há outra base para viver a vida em termos construtivos e frutíferos.
Devemos considerar agora que de encarnação a encarnação começa uma vida interna com cada despontar da consciência sexual e com o reconhecimento da experiência sexual. Mais destino pode ser criado a partir do padrão de uma experiência conjugal do que de qualquer outro fator isolado no desenvolvimento humano. Todos os fatores essenciais são envolvidos: intercâmbio sexual, criação de filhos, problemas econômicos, complicação no relacionamento, etc., formando-se assim um conjunto de padrões de reação emocional bastante complexo. Como todos somos individuais, a despeito de quão íntimos ou ligados aos nossos cônjuges possamos nos sentir, não podemos, no final das contas, e nem devemos tentá-lo, pôr de lado a consciência de “EU SOU”. Até mesmo o tentar efetuar esta divisão interna causa, até certo ponto, o naufrágio da integridade, o enfraquecimento da autoconfiança e o esgotamento das expressões de habilidade. O “EU SOU” de Marte-Áries seria – e consequentemente deve ser assunto de autoconsciência honesta, integridade e saúde emocional. Até que esse trampolim se torne a base de nosso “salto à vida” arriscamos a atolar nos pântanos da indecisão, da falsidade, e em todas as formas de complicações trágicas. Plutão, como regente de nossa intensa capacidade de desejo, libera-se através de Marte quer como meio de destruição, dominação, ganância, crime, perversão e doença querem como uma expressão de coragem, autoconfiança, atividade e trabalhos construtivos, ardor de impulso amoroso e verdadeiro, mutualidade sexual sadia e recompensadora, e como centelha luminosa pela qual a vida se expressa com calor e luz, alegria e progresso.

Quando sua vida parece chegar a um ponto de estagnação e, através de uma sensação de inércia ou enfraquecimento, sentir que desconhece novas direções e novos caminhos de crescimento, mas quer continuar progressivamente, olhe seu mapa astrológico e detenha sua atenção na cúspide que tem Escorpião, isto para alertar a você mesmo seus recursos. Então, considerando a casa em que encontra Áries e o potencial indicado por seu Marte, descubra como posso dizer “EU SOU” em termos mais grandiosos e melhores do que até então. Este é o processo nos planos internos:
Você está consciente de um forte desejo de adiantar sua vida de algum modo. O desejo não liberado e não expresso se acumula até estabelecer-se uma congestão; esta congestão resulta em desejos e ciúmes dos outros, auto-compaixão e diminuição do auto-respeito e autoconfiança. Recorre então a futilidades e superficialidades para preencherem o “vazio doloroso”, e sua vida prossegue vagueando por toda sorte de (realmente indesejáveis) caminhos secundários e desvios.
Assim, pois, você sabe que deve fazer algo por você mesmo a partir do seu centro de consciência. Seu começo de qualquer coisa é feito com a consciência de seu Áries e/ou sua primeira casa; uma consciência ampliada ou dilatada do potencial de seu Áries-Marte é a chave para uma maior liberação do seu desejo de progredir. Não é o que alguém pense que você possa fazer, deve ou não deve fazer, mas vale o que diz seu horóscopo sobre seu padrão de progresso.

Sem fugir às legítimas responsabilidades ou maltratar injustamente a quem quer que seja, responderá à primeira oportunidade que sincronize com o seu propósito progressista. Sua resposta será em termos de um “bom Marte” – ansiosamente, entusiasticamente, corajosamente e positivamente. Você diz, com efeito, “Eu desejo liberar algo de melhor que tenho a oferecer para a minha própria vida e para minhas relações com as outras pessoas – algo dos recursos profundos, ocultos, de minha consciência e de minhas habilidades. Estou determinado a fazer disto uma contribuição valiosa e construtiva a ser expressa e realizada com honestidade, integridade e coragem”.
Por tal atitude e sentimento íntimo, os recursos de Plutão, o Corpo de Desejos coletivo, são liberados na vida através de ti, servindo para estimular as vibrações espirituais e a consciência de todos os que entram em contato contigo. Isto, em suma, é a redenção do relacionamento, a essência da experiência amorosa.

(continua)

O curso completo de Progressões e Trânsitos no esquema de Coleção G +:







segunda-feira, 19 de março de 2018

Numerical Philosophy II






Numerical Philosophy II


Since previous study the subject is about notions of universal omnipotence. In essence it boils down to:

121 = Independence Omnipotence

18 = Eternity Source of Omniscience

42 = (Principle) + 102 (Conciliation) = 42 = (Light) + 102 (Darkness) = 144 

16 = Privilege Man Humanity human species

84 = Healthiness Creation (world) Existence

With naturalness everything is created – generically – by "mass As a substantial point about the human species in his creation, refers to the "mass dismantling".", as in a restorative stoning spontaneously moderate, for new presence of preexisting things contained in Eternity, simply according to model. With this refinement leftovers remain ever. This leftover it's another mass that it has lower level. On this scale continues the universal creation inevitably. The wisdom about this command is omniscient. The omniscient head office which keeps all the crucial fundamentals it's eternity (18). But this study is to wait. This means perfect omniscient integration.  
The exceptional foundation comes from of activities of Purity (10). This is the basis of the omniscience. A common phrase of theology which deals with creation: "... grow and multiply" it’s only demand on the basis of Purity (10).

10: Purity – precise effect in the numerical derivation.

This is checked immediately by simple example:

42 (Light) – 10 (deriving) = 32 (Naturalness): “nature is a derivative of the Light”.

102 (Darkness) – 10 (deriving) = 92 (Will): “Free will comes from darkness”.

Thus any number is derived from another evidently. This even justifies the origin of everything by the same initial factor, omnipotent; whose right term is omnipresent as primordial power. For simple notion this information has already extrapolated. Then the topic now it is about humanity (16).
It is of great importance to know the truth about the human species. Incidentally, everything can be explained numerically. To avoid too many details some numerical connotations will be abolished. Some will only be notified (for isolated reflection).

(16: human species) 160 – 17 (Creativity) = 143 (Supplication)

Creation (84) exists attending to the supplication (143) of mankind (16) in an indefinite state yet, unconscious. So this Later Creation (84) is just a side effect of the authentic existence always eternal. The human presence in the existence was never required same. This explains the man as 16 (Privilege) numerically.

84 (Creation: Existence) – 33 (Similarity) + 51 (Reality)

(16: human species) 160 – 33 (Similarity) = 127 (Reverse)

As a substantial point about the human species in his creation, refers to the "mass dismantling". At first summing up this was the chaos. Every human will was intruding in other people's actions unconsciously. The human instinct only decided in particular. Collective life was impossible. Including, this results in incredible amazement by the numerical connotation:

(16: human species) 160 – 83 (Fraternity) = 77 (Mystery)

The human species means a great liberation!
As theological lesson the first commandment ((from the tablets of Moses)) it must be inviolable! There are no excuses for human ingratitude with this privileged aspect existentially.
The Christian doctrine surprisingly diverges about it. At least on some topics stimulating the unconditional love of neighbor… It’s above all? And how it stays the first commandment?

With the 144 numbers the reason is clarified:

(16: human species) 160 – 106 (commiseration) = 54 (Infinite)

To the human species it’s normal to pity (106). It was thus stimulated the use of this virtue exceptionally. Human solidarity was lacking that was extinguished.

For reading within the subject some topics of the Grail Message of Abdrushin:


The first Commandment

I am the lord thy God! Thou shalt have no other gods but me!

He who is able to read these words aright will doubtless already see in them the sentence for many who do not observe this most exalted of all the Commandments.
“Thou shalt have no other gods!” Many a man reads far too little into these words. He has made it too easy for himself! In the rst place he probably thinks of idolaters only as those people who kneel before a row of wooden gures, each one of which represents a particular god; perhaps he also thinks of demon-worshippers and others similarly gone astray, at best calling them to mind with pity, but he does not include himself among them. Just take a look at yourselves calmly for once, and examine yourselves as to whether perchance you belong to them after all!
One person has a child who really means more to him than anything, for whom he would be able to make any sacrifice, forgetting all else. Another sets earthly pleasure far above everything, and with the best volition would in the end be absolutely incapable of renouncing this pleasure for anything, if he were faced with such a challenge as afforded him a voluntary decision. Yet a third again loves money, a fourth power, a fth a woman, another earthly recognition, and again in all these things they all ultimately love only... themselves!
That is idolatry in the truest sense. The First Commandment warns against it!

Book excerpt “In the Light of Truth” – The Ten Commandments – Abdrushin


Abdrushin teaches a gentle way to be fulfilled with satisfaction the first commandment:


29. The worship of God

It can safely be stated that man has never yet understood, much less practiced, the worship of God, which should be absolutely natural to him. Just consider for a moment how the worship of God has been practiced so far! Man only knows how to plead, or more precisely, how to beg! Only now and then prayers of thanksgiving ascend which really come from the heart. However, that is a great exception and occurs only when a person unexpectedly receives a very special gift or when he is suddenly rescued from a great danger. Unexpectedness and suddenness are necessary before he will arouse himself to utter a prayer of thanks. The most tremendous things may fall into his lap undeservedly, but so long as this happens in a quiet, normal way, it never, or only very seldom, occurs to him to think of offering thanks. If he and all his loved ones are always blessed with good health, and if he has no material cares, he will hardly bring himself to utter an earnest prayer of thanksgiving. In order to arouse a stronger emotion within himself man unfortunately always needs a very special incentive. When all is well with him he will never bestir himself of his own free will. He may perhaps talk about it now and then or go to church in order to murmur a prayer of thanks, but it will never occur to him to put his whole soul into it, not even for a single minute. Only if some real misfortune befalls him will he then very quickly remember that there is One Who is able to help him. Fear finally drives him to stammer a prayer for once! However, this is always merely begging, not worshipping.

[…}

The real worship of God does not show itself in ecstasy, in murmured prayers, in begging, kneeling, and wringing of one’s hands, nor in blissful thrills, but in joyful activity! In the jubilant affirmation of this life on earth! In the full enjoyment of every moment! And full enjoyment means to make full use. Making full use in turn means... to experience! Not however, in dance and play or in time wasting activities, which are harmful to body and soul, and which the intellect seeks and needs as a balance and as a stimulant to its activity, but in looking upwards to the Light and Its Will, which only furthers, uplifts, and ennobles all that exists in Creation!
The fundamental condition for this, however, is the exact knowledge of the Divine Laws in Creation. These show him how he must live if he wishes to be healthy in body and in soul, point with precision to the path leading upwards to the Spiritual Realm, while also enabling him to recognize clearly the horrors he will have to face if he opposes these laws!

Dissertation No. 29 parts “In the Light of Truth” – Abdrushin





sábado, 17 de março de 2018

Plutão em Trânsito III





ESTUDOS ASTROLÓGICOS: Plutão em Trânsito III

Interpretação de Plutão em Trânsito

Na interpretação de trânsitos de modo geral, a característica do planeta conforme já foi explicado anteriormente, embasa um conhecimento essencial pelo andamento eficaz do processo analítico astrológico nas previsões. Aliás, apenas pelo emprego dos trânsitos (até mesmo sem o levantamento da Revolução Solar e Lunar de um período), seria possível se efetivar uma parcial previsão astrológica, sem a necessidade de muitos cálculos, tão somente conforme as efemérides; de uma forma já esclarecida nas aulas de cálculos.
Para prosseguir nessa ordem, os ensinamentos de acordo com Elman Bacher, em seus “Estudos de Astrologia” sobre o planeta Netuno, se tornam fundamentais, como se seguem:

Plutão o Princípio do Fogo Congelado

(continuação)

Achamos que a meditação sobre um signo ou um planeta que se relacione com o “horóscopo abstrato” é uma base confiável para todo estudo da ciência astrológica interpretativa. Por “horóscopo abstrato” queremos significar uma roda astrológica com Áries na cúspide da primeira casa, Touro na cúspide da segunda casa, e assim por diante em torno da roda. Isto coloca os trinta graus de cada signo na sua Casa correspondente. O posicionamento dos planetas nos signos e Casas de suas dignificações completa o quadro.
Na primeira parte deste capítulo nós consideramos o signo de Escorpião em sua “relação de quadratura” com os outros três signos fixos – os signos do “recurso de poder emocional”, que constituem a sustentação dos signos cardeais que os precedem.
Agora devemos considerar Escorpião em sua relação com os outros dois signos de seu elemento – água. Nosso desenho será um círculo em branco com Câncer na cúspide da quarta casa, Escorpião na cúspide da oitava casa e Peixes na cúspide da décima segunda casa. Ligue estas cúspides por linhas retas, de maneira que formem um triângulo equilátero. Dos três signos de água e respectivas casas, a quarta casa está no hemisfério inferior ou hemisfério de consciência do ego; as outras casas (8ª e 12ª) estão no hemisfério de consciência anímica. Consideremos agora a quarta casa:
O segundo aspecto da consciência cardeal é “EU SOU”; isto é, em termos da relação do Ego com heranças, familiares, consciência racial e identificação com as correntes da Vida. Câncer, signo cardeal-água, é gerador no sentido de que é a nossa consciência de “formação de lar”; é a base (o ponto mais inferior do círculo) a partir da qual nos levantamos através de sucessivos padrões evolutivos.
Escorpião e a oitava casa sustentam a sétima casa, que é o ponto focal de nossa mais intensa consciência de relação no matrimônio (amor) ou na inimizade (amor não realizado). Consequentemente, o intenso poder emocional concentrado de Escorpião – através do impulso sexual e de suas derivações – é necessário aqui. Escorpião é geração e suas espiritualizações por meio da regeneração no amor.
Peixes e a décima segunda casa simbolizam a água como um meio envolvente. Considerado abstratamente, é a essência do passado trazido para o presente. Todos os signos mutáveis e respectivas casas são “modulações” de um quadrante vibracional ou ambiental ao quadrante seguinte. Assim, a décima segunda casa é a modulação de uma encarnação para a encarnação que se segue ou – considerado inversamente – é a chave essencial para se compreender o que, no passado, impeliu à encarnação presente. Simboliza a emotividade dos signos de água em seus aspectos. Mais transcendentes e impessoais da universalidade do Amor, da Simpatia e da Compaixão-Compreensão. Câncer é identificação emocional com a família, Escorpião é identificação emocional na parceria; Peixes é identificação emocional com as causas mundanas, bem-estar universal e progresso evolutivo como expressões das faculdades e consciência mais espiritualizadas.
Os signos de água em conjunto simbolizam as nossas faculdades como “placas de ressonância”; nossa “reação vibratória aos padrões vibratórios de outras pessoas”; “sentimentos familiares subconscientes instintivos”, “impulsos de desejo subconscientes” e “recordações subconscientes de encarnações anteriores”. Uma vez que a base de toda interpretação astrológica é “Conhece-te a ti mesmo”, sugiro-lhe familiarizar-se com o padrão do signo de água girando o desenho que fizemos de modo que o seu Ascendente fique na cúspide da primeira casa. Mesmo que seu horóscopo Natal tenha signos interceptados, este giro da roda mostrará um quadro de como, em geral, a consciência do signo aquoso se aplica à sua variação astrológica individual. Estude cuidadosamente, dando ênfase à cúspide que comporta Escorpião para prosseguimento desta discussão. Aborde-o desta maneira: “Escorpião indica a concentração da minha consciência de desejo em tal e qual casa em tal e qual quadrante do mapa astrológico”. Medite retrospectivamente sobre suas experiências passadas que se relacionem com este padrão. Aplique esta técnica colocando Escorpião de outro modo, em todas as cúspides da roda. Prolongue sua abordagem mental aplicando o trígono dos signos de água e a quadratura dos signos fixos às doze possíveis posições abstratas.
Nossa próxima consideração sobre o signo de Escorpião será a sua relação com Libra, o signo cardeal que o precede. Em uma roda astrológica em branco ponha Libra na cúspide da sétima casa e Escorpião na cúspide da oitava casa. Partindo do centro da roda escureça as linhas que representam as cúspides das sétima e oitava casas, e então, sombreie estas mesmas casas de modo a se destacarem das outras casas. Isto é feito com o propósito de alertá-lo para o intenso significado emocional destes setores das duas casas e dois signos na roda.
Libra, cardeal-ar, é a correspondência vibratória da primeira casa do hemisfério da consciência anímica; ela inicia o terceiro setor da roda pela ação dinâmica da atração magnética entre duas pessoas. O egoísta, individualista, “EU SOU” – Adão – da primeira casa, prolongado até o “Eu sou uma unidade no relacionamento familiar” da quarta casa, converte-se na sétima casa em “Eu sou um dos dois fatores complementares de um padrão de experiência emocional intensamente focalizado”. Vênus, como regente de Libra, é o símbolo abstrato da “consciência de Eva” de todo ser humano, o meio de redenção do egoísmo isolador inerente em todos nós, e o canal essencial pelo qual todos nós encontramos a fonte de nossos melhoramentos e refinamentos através de intercâmbios na mutualidade – em todas as fases e níveis.
Escorpião seguindo-se a Libra é o alimento do desejo pelo qual essa experiência é sustentada, e a oitava casa é o processo de geração, regeneração, renovação e transmutação pelo qual o Entendimento é destilado – levando da oitava casa às transcendências das quatro casas restantes da roda. Acrescente ao nosso desenho uma linha reta desde a nona cúspide até o Ascendente, abarcando as últimas quatro casas. Este setor de quatro casas é a consciência resultante de expressões transmutadas da natureza de desejos; a espiritualização sendo possível pelo amor. Aplique este desenho ao seu próprio mapa para meditação. Vá além: estude-o aplicando-o às doze posições possíveis do horóscopo abstrato. Utilize a abordagem da palavra-chave básica para os setores e casas individuais, tendo em mente que Escorpião transmite a intensidade da natureza de desejos; o ponto focal da consciência sexual; o capítulo de experiência que requer o máximo de seus podres para regeneração e transmutação; os níveis de sua consciência emocional que buscam o melhoramento da qualidade vibratória pelo amor; e o melhoramento da expressão pela ação construtiva.
Mantém-se aqui o ponto de vista de que Plutão é o regente de Escorpião; Marte é o co-regente como expressão ativa de Plutão. E por estas razões: As qualidades essenciais da “natureza espiritual” de um planeta devem coincidir com as qualidades essenciais do signo que ele rege. Marte não é somente o Princípio da Energia, mas é a expressão dessa energia na ação. Seu signo é Áries – o passo inicial da roda, a “nova vida”, a consciência de Ser e Fazer. Sua essência é dinâmica de qualquer modo: impelindo, energizando, impregnando e vitalizando. É a abstração da personalidade individual combatendo com a Vida e suas partes componentes como coisas a serem vencidas através do instinto de auto-preservação e auto-expressão.
Plutão, remoto e lento, é a essência abstrata da natureza fixa, congelada, e comprimida de Escorpião – o mais rígido de todos os signos (Leão, fixo e fogo, brilha com poder e resplendor; Touro fixo e terra é fértil e expressivo; Aquário, fixo e ar, é a vibração do gênio – transcendente e inventivo; dos signos de água, Câncer é o suscetível e taciturno; Peixes é extremamente impressionável e sutil), Escorpião ardendo com a compressão de seus fogos internos de sentimentos intensos, raras vezes se expressa ao máximo, mas quando o faz é com grande e notável eficácia. Como um vulcão, essas expressões ocorrem quando o impulso para se expressar excede a consciência de conter-se e a liberação de energia se faz para efeitos e resultados de longo alcance.

(continua)





sexta-feira, 16 de março de 2018

Filosofia Numérica II







Filosofia Numérica II

Na lição anterior, embora ainda tida para este nível de estudo apenas como noções sobre Onipotência Existencial, extraídas de um estudo superior de filosofia numérica em outra categoria, resumindo foi ensinado o seguinte:

121 = Independência Onipotência

18 = Eternidade Manancial de Onisciência

42 (Princípio) + 102 (Conciliação) = 42 [Luz] + 102 [Trevas] = 144

16 = Privilégio Homem Humanidade espécie humana

84 = Higidez Criação (mundo) Existência

Da maneira mais natural  tudo se cria – genericamente – por “desdobramentos de massas”; como numa lapidação espontaneamente moderada de efeito restaurador em razão de uma preexistência em vias de resgate como nova presença pela responsabilidade contingente de um ato criador, cujo refinação até chegar na burilada ideal, reduz a sobra da massa aplicada a inevitável resíduo; o qual deve servir para outro tipo de realização. A sede de todo este potencial onisciente, que se define como sabedoria crucial pela existência de tudo, se encontra naturalmente nos níveis da Eternidade (18).  Mas este assunto não pode entrar em divagações desnecessárias. Por esse critério, se mantém assim, o imprescindível elo entre todas as coisas, num fato necessário e fundamental pela própria ordem da Reciprocidade. Nisso se encontra o segredo de Integração na Criação, que de outro modo nada mais significa do que a Onipotência, em sua forma onipresente como fator energético universal. Nessa situação, de modo mais amplo, sucede também uma das excepcionais funções da Pureza (com exclusiva propriedade), providencialmente, cuja explicação que melhor se adapta ao entendimento prontamente, se observa no uso prático dessa execução, a qual resulta em sua relação numérica.
Quando se repete em função de teologia a frase “... crescei e multiplicai”, o significado autêntico assim se refere ao potencial de ordem criadora pertinente ao ato executivo da Pureza (10). 

10: Pureza – Tudo se explica pela sua lógica por derivação numérica.

Uma constatação imediata se dá pelo simples exemplo:

42 [Luz] – 10 (derivando) = 32 [Natureza]: “a natureza deriva da Luz”

102 [trevas] – 10 (derivando) = 92 [Arbítrio]: “o livre arbítrio é derivado das trevas”.

Com isso pode ser demonstrado que qualquer número é derivação de algum outro. Isso até justifica a origem de tudo em razão do mesmo fator universalmente inicial, onipotente, em que se constata a imprescindível função da Pureza (10) pela manifestação de todas as coisas na Criação. O assunto é muito extenso que em se tratando de simples noção, requerente de explanações didaticamente moderadas, bem elaboradas em razão de um direcionamento correto. Então, neste particular o tópico para o momento se direciona ao assunto que se trata em especial sobre a humanidade (16).
Significa de grande importância conhecer a verdade sobre a origem da espécie humana. Pela filosofia numérica tudo pode ser ilustrado por resultados de cálculos para explicações evidentemente inegáveis, situação que requer dispêndio de tempo na descrição minuciosa. Para evitar essa demora desnecessária, apenas em alguns casos haverá aplicação desse recurso. Por outro lado, algumas conotações numéricas serão apenas notificadas (para estudo particular do interessado):

(16: espécie humana) 160 – 17 (Criatividade) = 143 (Súplica)

A existência da Criação se deve ao atendimento providencial de uma súplica da espécie humana, em seu estado ainda latente, inconscientemente. Portanto, a Criação (84) que surgiu pela manifestação da espécie humana, significa apenas uma Existência colateral, em razão da característica essencial como fator realmente Sempre Eterno. A presença da espécie humana na Existência nunca foi necessariamente requerida. Por isso que o homem se classifica propriamente pelo número 16 (Privilégio).  

84 [Criação: Existência] – 33 [Semelhança] = 51 [Realidade]

(16: espécie humana) 160 – 127 (inverso) = 33 [Semelhança: semelhantes]

Um ponto importante de ordem humana consiste no fato de que, pela gênese dessa espécie, conforme o acontecimento normal de formação ao nível de uma criatura existencial, como já se sabe por efeito de onisciência: impreterivelmente, houve um desmembramento de massas nesse sentido. Resumindo essa situação, concomitantemente se entende que, no começo era o caos, em termos de manifestação pessoal, assim como se sabe da importante integridade, requerente de sua manifestação individualizada, como presença de consistência integral. De modo inviável de vida, cada inteiro como componente de massa humana apenas servia para embargar a situação de seus semelhantes.  Isso inclusive esclarece a estranha lógica pelo resultado numérico da seguinte conotação:

(16: espécie humana) 160 – 83 (Fraternidade) = 77 [Mistério]

Nos níveis da teologia, o cumprimento do primeiro mandamento entre os dez inscritos na tábua de Moisés, deveria ser interpretado como uma obrigação humana irrevogável! Não existem desculpas para contornar uma infração nesse sentido.  
No entanto, a doutrina cristã diverge sobremaneira quanto a isso.  Pelos 144 números se esclarece o motivo:

(16: espécie humana) 160 – 106 (Comiseração) = 54 [Infinito; sem limites]
  
Pela sua própria origem a comiseração (106) humana (16) não tem limites. Desse modo, se justifica o aproveitamento dessa propriedade numérica para com a espécie humana, cuja característica condiz em certa facilidade de se condoer perante os percalços alheios. A humanidade havia perdido essa solidariedade comunitária entre seus semelhantes...

Como leitura sobre o assunto alguns trechos foram extraídos da Mensagem do Graal, escritos por Abdrushin:


Primeiro Mandamento


Eu sou o Senhor teu Deus! Tu não deverás ter outros deuses ao meu lado!

Quem for capaz de ler corretamente estas palavras, nelas certamente já verá o julgamento de muitos que não observam este mais nobre de todos os mandamentos.
“Tu não deverás ter outros deuses!” Muitos imaginam muito pouco sob estas palavras. Tornam-nas demasiadamente fáceis para si mesmos! Imaginam entre os idólatras certamente em primeiro lugar somente aquelas pessoas que se ajoelham diante de uma fileira de figuras de madeira, onde cada uma representa um determinado deus, pensam talvez também nos adoradores do diabo e semelhantes transviados, aos quais, na melhor das hipóteses, referem-se com compaixão, contudo, não pensam aí em si mesmos. Olhai calmamente para vós próprios e examinai-vos, se talvez também fazeis parte dessas pessoas!
Um possui um filho, que lhe significa de fato mais que tudo, pelo qual seria capaz de qualquer sacrifício, e que o faz esquecer tudo o mais. Outro coloca os prazeres terrenos acima de tudo e, mesmo que tomado da melhor boa vontade, não seria capaz de privar-se deles por motivo algum, se uma tal exigência lhe fosse apresentada, que lhe permitisse livre decisão. Um terceiro, por sua vez, ama o dinheiro, um quarto, o poder, um quinto, uma mulher, outro, honrarias terrenas, e todos, em última análise, em tudo isso somente... a si mesmos!
Isso é idolatria no mais verdadeiro sentido. Disso adverte o primeiro mandamento! Proíbe-a!

Extraído do livro: Na Luz da Verdade: Os Dez Mandamentos – Abdrushin


 


Em sua Mensagem do Graal, Abdrushin, indica uma opção não só amena como ainda até muito agradável para a criatura humana, poder cumprir o Primeiro Mandamento de Deus, sem contrair nenhuma culpa:



Adoração a Deus

Pode-se dizer sem receio que o ser humano ainda nem compreendeu a absoluta naturalidade para ele de uma adoração a Deus, menos ainda a praticou. Observai como vinha sendo feita até hoje a adoração a Deus! Conhece-se somente um pedir ou, falando ainda melhor, um mendigar! Apenas aqui e acolá também acontece alguma vez, por fim, que se elevem orações de gratidão provenientes realmente do coração. Isso, no entanto, só se dá, como grande exceção, sempre quando e onde uma pessoa recebe inesperadamente uma dádiva toda especial, ou é salva subitamente de um grande perigo. Para ela torna-se necessário que haja aí o inesperado e o súbito, quando, enfim, resolve fazer uma oração de agradecimento. Da mesma forma, as coisas mais extraordinárias podem cair-lhe no colo sem merecimento, no entanto, jamais ou apenas mui raramente chegará a pensar em agradecimento, tão logo tudo corra de maneira serena e normal. Se a ela, bem como a todos que ela ama, for sempre presenteada saúde de modo surpreendente, e se não tiver preocupações terrenas, então dificilmente ela resolverá fazer uma sincera oração de agradecimento. A fim de provocar em si um sentimento mais forte, o ser humano necessita sempre, infelizmente, de um impulso todo especial. Quando as coisas lhe vão bem, nunca se dá espontaneamente a esse trabalho. 
[...] 
A verdadeira adoração a Deus não se manifesta em exaltação, nem em preces murmuradas, tampouco em súplicas, genuflexões, contorções de mãos, nem em estremecimento bem-aventurado, mas em alegre ação! Na jubilosa afirmação dessa existência terrena! Pelo usufruir de cada momento! Usufruir significa aproveitar. Aproveitar, por sua vez... vivenciar! Não, porém, em jogo e dança, nem em desperdícios de tempo que prejudicam o corpo e a alma, os quais o intelecto procura e precisa como equilíbrio e estímulo de sua atividade, mas no olhar voltado para a Luz e para a vontade da mesma, que estimula, eleva e enobrece tudo quanto existe na Criação!
Para tanto se faz mister, porém, como condição básica, o conhecimento exato das leis de Deus na Criação. Estas lhe mostram de que maneira ele deve viver, se quiser ser sadio de corpo e de alma, mostram exatamente o caminho que conduz para cima, ao reino espiritual, no entanto, deixam também que ele reconheça de modo claro quais os horrores que têm de sobrevir-lhe quando se opõe a essas leis!

Trechos extraídos do livro: Na Luz da Verdade – dissertação nº 29 - Abdrushin



domingo, 4 de março de 2018

Numerical Philosophy






Numerical Philosophy

Scientific subject at this basic level, already been addressed numerically. The knowledge acquired by numbers it's about everything, general, universal. In upper-level lessons there is already research of everything. The current top study the subject is Omnipotence. Here, this study follows only with notions:

121 = Independence

By numerical extension the number 121 also means Omnipotence. Evidently there are relative meanings in between the 144 numbers. Philosophically the meaning of number 121 it is only generic. By the law of the triangle generalizing with three parts, omnipotent power means: Omnipotence = Omnipresence and Omniscience. But this study is superior. It is not suitable still numerically. For the moment follow the information:

42 (Principle) + 102 (Conciliation) = 144 (they are complementary)

42 (Light) + 102 (darkness) = 144 (qualitative variations) but:

The Light (42) determines the Omnipresence as an energy factor primarily. The darkness whose definition requires another level must still wait. With this limitation, missing to report:

121 (Omnipotence) + 23 (Humility) = 144 (complements)

Humility (23) 167 – 125 (origin) = 42 (Light)

An attentive student would add:

(23) 167 [Humility: tiniest] – 100 [Opinion: concept; definition] = 67 [dimension of length]: this results relativity of evaluations.

In summary the power of Light is global. It means the potential of life. As existential leader by origin the universe don’t needs identification supreme of Your Omnipotence. This means omnipotent just by omnipresence. For the Light is all. There is no need for signs, just be omnipotent only. The unwary may covet dominion, and nothing else.

16 = Privilege
(16) [Privilege] 160 – 35 [Opportunity] = 125 [Originality]. The Privilege (16) has opportunity (35) to form a origin (125); as a human work (16); with authorization by omniscient universal condescension.    

141 [Reverence] – 125 [Originality] = 16 [human]

Reverence (141) is a human (16) institution.

160 [humanity] – 39 [Illusion] = 121 [Omnipotence]

Humanity is that has illusion or mania of Omnipotence.

With the subject in hand again:

The man (16) is that was instilled coveting the omnipotence (121); for presumption and whim; even if rightly somehow as this possibility. Not as achievable goal which has a global energy source (Omnipresence). But in a peculiar way whose explanation extrapolates this subject. It is for future studies.

A very important discovery!

By the numbers denotes that the Omniscience come on from a single source whose potential is latent and exclusive of Eternity. All essential knowledge, vital, lawful, really scientific it is a product of Eternity. This means that Truth and Justice always existed; it did not need to be created. The Omniscience is not created, only partially discovers, just as science does.

Avoiding ramblings with details about differences between philosophy and theology; this knowledge of Omniscience shakes the old structure of dogmas.
Thus crimes are committed of blasphemy against the Creator of the Universe.  For example no one instituted sin always had as a crime for Eternity. It does not mean crime (or sin) also if alleged violation is not confirmed by calculations.

To better expose the fact follows a snippet of Abdrushin explaining the second Commandment (of the Tables of Moses):


The second Commandment

Thou shalt not take the name of the Lord thy God in vain!

It is the Name that awakens and brings into focus the concept in man! Whoever dishonors a name and dares to debase it thereby debases the concept! Bear this in mind at all times!

This clear Commandment of the Lord, however, is the least observed of all the Ten Commandments, thus the most transgressed. This non-observance takes a thousand different forms. Even though man thinks that many of these transgressions are quite harmless, just superficial expressions, nevertheless it remains a transgression of this explicitly given Commandment! Just these thousand-fold forms of allegedly just harmless non-observance degrade the Holy Name of God, and with it the concept of God which is always closely associated with the Name, robbing It of Its Holiness before men, and indeed even before children, defiling Its sanctity by making It commonplace, by dragging It down into general phraseology! Men do not shrink from venturing into the ridiculous with this. Not one of the many expressions will I cite; for the Name is far too high and sublime for that! But anybody need only observe this for even one day, and he will probably be aghast at the enormous accumulation of transgressions of the Second Commandment by human beings of both sexes, among old and young, right down to children who are hardly able to form a proper sentence yet. For the youngsters twitter as they hear the old ones sing! For this reason, it is often just this debasing of God which is one of the first things that young people learn through the only apparently so harmless transgressions against God's Laws!
The effect, however, is the worst of all the transgressions! It has spread abroad in an absolutely devastating way among all mankind, not only with Christians, but also among Muslims, among Jews and Buddhists; the same can be heard ad nauseam everywhere! What value, then, can the Name “God” still hold for man! It is debased, is respected not even as much as the smallest coin! Much worse than a worn out garment. And this man of the earth, otherwise so would-be-clever, regards it as harmless, and sins in this more than a hundred times a day!

To integrate better into the subject see the collection G + denominated: Cross Language







sexta-feira, 2 de março de 2018

Filosofia Numérica






Filosofia Numérica

Aos que seguem este estudo ainda que básico, já leram sobre assunto científico anteriormente, por explicação numérica. Pelos números a possibilidade de estudo é geral, global. Por isso, nos níveis adiantados de ensino o estudo superior abrange tudo surpreendentemente. Para este nível algumas noções sobre tais assuntos superiores também são ministradas. Um assunto muito elevado para o momento é sobre Onipotência, aos estudantes de nível adiantado. Como noção sobre este assunto convém explicar o seguinte:

121 = Independência

Por sublevação numérica o número 121 significa também “Onipotência”. Como já foi demonstrado, todo número entre os 144 tem outros significados suplementares. Neste caso, o número 121 significa Onipotência também para generalizar este potencial filosófico. Pois, pela lei do triângulo que inclui três partes distintas para significar um único elemento, o poder onipotente se classifica desta forma em: Onipotência = Onipresença & Onisciência, cuja explicação neste caso ainda é limitada. Portando, não compete ainda informar alguns números complementares sobre este assunto de filosofia numérica. No entanto, convém adiantar como informação que:

42 (Princípio) + 102 (Conciliação) = 144 (caracterizando dois fatores complementares), então:

42 [Luz] + 102 [Trevas] = 144 (como fatores sublevados).

Isto consta pelo fato de que a Luz determina a Onipresença, que apenas se explica por motivo único, filosoficamente energético. O caso das Trevas conforme o número 102 é um detalhe a parte que deve aguardar explicação.  
Na avaliação filosófica por estes e alguns outros números mais, basta numericamente como resumo informar o seguinte:

121 [Onipotência] + 23 [Humildade] = 144 (dois fatores complementares)

(23) 167 – 125 [“origem”] = 42 [Luz]

Um estudante mais adiantado neste conhecimento poderia incluir nisso esta conotação numérica:

167 [o menor elemento existencial] – 100 [Opinião] = 67 [dimensão comprimento]

Sem incluir minúcias no fato se justifica assim o poder exclusivo da Luz, universalmente.

Pela própria identificação em liderança de nível existencial, o Universo nem precisa se gabar com a demonstração de quaisquer tipos de supremacia para a formulação de Onipotência. Nunca houve necessidade de se afixar algo imponente para anunciar como alerta aos incautos, sobre um onipotente domínio universal.  

16 = Privilégio

(16) [Privilégio] 160 – 35 (Oportunidade) = 125 (Originalidade). O Privilégio (16) teve a oportunidade (35) de caracterizar uma origem (125) que se identifica existencialmente pela espécie humana (16); por autorização num ato de condescendência universal onisciente.   

160 (humanidade) – 39 (Ilusão) = 121 (Onipotência)

De volta ao assunto em pauta com esta conotação numérica se entende desse modo:

O homem é que se inculcou com o desmedido interesse em poder definir a Onipotência; como se pela cobiça de poder alcançá-la por algum modo; o qual de certa forma até mesmo promissora não deixa de ter suas razões quanto a essa possibilidade. Não que se possa pretender um poder onipotente que, como se define é de origem energética (onipresente) oriundo da Luz Primordial (em aguardando definições futuras).
Em estudos superiores a Onisciência denota provir de um manancial único cujo conhecimento absoluto, é um potencial latente exclusivo da Eternidade. Toda ciência, muito embora parcialmente se extraiam daí, dessa localidade primordial. Em números isso se explica, mas requer de extensivas explanações nesse sentido. Isso significa que a Verdade e a Justiça sempre existiram, sem necessidade de serem instituídas, exatamente na Eternidade.

Para evitar possíveis divagações já que, entre filosofia e teosofia só se mudam as aparências de referências por questão de denominações (tudo dá na mesma); esse conceito de Onisciência apurado reflete devastadoramente nos conhecimentos desse nível até então apregoados como autênticos, inamovíveis.
Aliás, desse modo, em nome de determinações teológicas ou religiosas, tem-se cometido inúmeras calúnias em detrimento de um reverenciado Criador (com acusações sobre coisas afixadas pela Eternidade) com ridículos rituais, na maior hipocrisia por essa falsa credulidade...

Para caracterizar melhor o fato, a interpretação do segundo mandamento inscrito nas tábuas de Moisés, por Abdrushin, ilustra esta situação da humanidade de modo mais prático conforme este trecho:


Segundo mandamento

Tu não deverás profanar o nome do Senhor teu Deus!
O nome desperta e concentra no ser humano o conceito! Quem desonra um nome, e se atreve a desvalorizá-lo, desvaloriza com isso o conceito! Recordai-vos disso sempre!

Este claro mandamento do Senhor é, porém, o menos respeitado entre todos os dez mandamentos, portanto, o mais transgredido. São inúmeras as maneiras desses desrespeitos. Mesmo quando o ser humano imagina que muitas das transgressões sejam inteiramente inócuas, apenas maneiras de falar, sem importância, não deixam, apesar disso, de constituir uma transgressão deste mandamento, dado tão severamente! São justamente essas milhares de inobservâncias, supostamente inócuas, que rebaixam o nome sagrado de Deus e, com isso, o conceito de Deus, que está sempre intimamente ligado ao nome, privando-o de sua santidade perante as pessoas e até mesmo perante as crianças, maculam sua intangibilidade pelo uso diário, pelo rebaixamento numa maneira de falar comum! Os seres humanos não têm receio de cair no ridículo com isso. Não tenciono citar nenhuma das numerosas frases; pois para isso o nome é elevado e sagrado demais! Mas a qualquer pessoa bastará prestar atenção durante um dia somente, e certamente há de ficar pasmada diante do imenso número de vezes em que o segundo mandamento é transgredido por pessoas de ambos os sexos, por grandes e pequenos, até pelas crianças, que mal são capazes de compor uma sentença exata. Pois como os velhos cantam, assim entoam os jovens! Por esse motivo, são justamente os rebaixamentos de Deus, muitas vezes, uma das primeiras coisas que a mocidade aprende nessas transgressões, apenas aparentemente tão inócuas, das leis de Deus!
O efeito disso, porém, é o pior de todas as transgressões! Encontra-se generalizado de modo deveras devastador entre toda a humanidade, não apenas entre cristãos, mas também entre maometanos, judeus e budistas, por toda parte ouve-se a mesma coisa até o fastio! O que pode então ainda valer para o ser humano o nome “Deus”! Está desvalorizado, não se dá a ele nem mesmo a importância da menor de todas as moedas! Muito pior do que uma peça de roupa usada. E esse ser humano da Terra, que geralmente quer ser tão inteligente, considera que isso seja inócuo, peca em tal sentido mais de cem vezes em um dia!

(continua)

Para estudo deste assunto na íntegra, com maior amplitude, indicado se torna a coleção G + denominada: Onipotência.