Mostrando postagens com marcador Adler. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Adler. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Vestígios Indeléveis - Adler III


Vestígios Indeléveis – Adler III
ESTUDOS DE NUMEROLOGIA: Vestígios Indeléveis – Adler III

Esses estudos visam expor temas relativos aos 144 números, ou melhor, sobre a Linguagem da Cruz, de modo prático (objetivo); sem precisar de considerações filosóficas mais profundas como ocorre no caso do setor denominado Filosofia dos Números.



Vestígios Indeléveis - Adler

Para acompanhar com precisão esta postagem cada leitor precisa ler os textos anteriores sobre esse assunto, o qual visa comprovar (com legítimas provas) um tipo de reencarnação – considerado inédito – por intermédio de dois mapas astrológicos (correlacionados).
Anteriormente, para facilitar a interpretação desse tema, duas “variáveis” foram estabelecidas para identificar essa personalidade  entre seus dois estágios (reencarnações), assim determinados por um confronto astrológico; sendo a primeira dada pelo sentido atual sob o termo “Adler”; e a segunda, definindo o passado como “ex Adler”.
Conforme os planetas foram analisados, segue o mesmo procedimento em razão das casas:

ASC: 71 – 36 = 35

Para quem desconhece a lógica desse processo, precisa considerar apenas o seguinte: do número 71, válido para o ASC, foi subtraído o 36, cujo procedimento caracteriza aquilo que esse fator numérico (71) representa em termos de – atual – reencarnação no fito de poder transmutar um fator de ordem cármica, o qual neste caso se define pelo significado do 35.
Diretamente, o 71 (através do 35) não visa a sublimação  de nenhum elemento isolado em relação ao “ex Adler”; mas pode expressar o seguinte: 35 = 14 (número do sobrenome famoso do “ex Adler”) + 21 (número da casa II e também de seu Nodo Sul). Em suma, isso caracteriza por dupla qualificação, uma necessária reformulação dos sentidos gloriosos (14) e das “bases existenciais” (21) em relação ao “ex Adler”.

Casa II: (5) 149 – 36 = 113

Por questão desse resultado, o fato se confirma de modo exato, pois, a casa II (casa dos valores) do “ex Adler” representa esse número (113), que quando aplicado negativamente, ou seja, pela correção dessas conseqüências (cármicas), só mesmo por intermédio do número 5 (obtido como único recurso de sublimação). 

Casa III: 105 – 36 = 69

Por esse resultado se encontram várias relações, considerando a mais relevante: 69 = Saturno 56 + Urano 13; sendo que Saturno se situa na casa VI (do “ex Adler”), a qual – para reforçar o indício –, ainda se define sob esse mesmo número (105). Isso significa que o “ex Adler” conservara algumas de suas convicções (105), as quais, necessariamente, valiam como um tipo de suporte coerente (como legado influente) em razão da casa III de “Adler” (ou sobre os meios de comunicação).
Aliás, esse vestígio “curioso” justifica o nascimento de “Adler”no signo de Aquário, pois Saturno e Urano regem esse signo, ou seja, isso caracteriza uma mudança de ordem radical determinada pela Ponderação (69), a qual embasa essa estranha “troca”, entre uma expressiva capacidade musical, pelos interesses no sentido da psiquiatria (no mapa do “ex Adler” Mercúrio e Vênus se definem sob o número 89 Virtude).

Casa IV: 78 – 36 = 42

(42) 186 = Marte 53 + 133 (consoantes do nome total); 186 = Saturno 56 + 130 Lilith.

Casa V: 107 – 36 = 71

71 = Sol 57 + 14 (nome famoso do “ex Adler).

Casa VII: 65 – 36 = 29

(29) 173 = casa VI 105 + casa VII 68.

Casa VIII: (11) 155 – 36 = 119 (transmuta a própria casa VIII do “ex Adler”).

Casa IX: 99 – 36 = 63

O 63 se enquadra nessa trinca: 63 / 75 / 87; sendo que 75 determina a casa IX do “ex Adler”. Vale salientar que a casa XII do mesmo repete esse número (99). E, como indício isso significa que o sentido de Maturidade (99) se transferiu (como legado existencial) para o setor da casa IX (expansão).

MC: 84 – 36 = 48

(48) 192 = Plutão 93 + casa XII 99; (48) 192 = ASC 62 + 130 Lilith. Isso justifica o real interesse do “ex Adler” em termos de suas transformações, pois, o 84 (padrão de saúde que também rege a medicina, etc.) serve para sublimar as paixões (48: inverso de 84); as quais estariam representadas pelos fatores numéricos acima.

Casa XI: 101 – 36 = 65

(65) 209 = 90 (nome do meio) + 119 (casa VIII).

Casa XII: (25) 169 – 36 = 133; sendo que 133, equivale ao total das consoantes do nome completo do “ex Adler”.

Existem outros tipos de “coincidências” numéricas, mas os apresentados são suficientes.
Nesse tipo de “metamorfose” em razão de uma próxima reencarnação (assinalada em níveis mais elevados), parece que as influências determinadas pelo nome antigo; precisavam ser descaracterizadas (anuladas), pois, pelo menos neste caso, a casa XII sublima as consoantes (133); Júpiter as vogais (33); e, Vênus o nome mais relevante (reconhecido até hoje).
Para aquele que ainda não descobriu de quem se trata esse “ex Adler”, a seguir se definem os dados de seu mapa astral e seu nome para conferência dos leitores.



Carta Natal de 31/03/1665 – 5: 45 am – Eisenach, Germany

Sol:  11º 5’ de Áries (57 Outorga)
Lua:  28º 16’ de Aquário (138 Indulgência)
Mercúrio: 19º 6’ de Peixes (89 Virtude)
Vênus: 17º 38’ de Peixes (89 Virtude)
Marte: 10º 59’ de Sagitário (53 Inexorável)
Júpiter: 18º 30’de Libra (90 Sentimento)
Saturno: 11º 47’ de Virgem (56 Modéstia)
Urano: 4º 50’ de Touro (13 Experiência)
Netuno: 3º 5’ de Peixes (23 Humildade)
Plutão: 17º 35’ de Câncer (93 Juízo)
Nodo: 2º 41’ de Câncer (15 Sapiência)
ASC: 12º 37’de Áries (62 Explícito)
Casa II:  24º 29’ de Touro (113 Sublimação)
Casa III: 16º 59’ de Gêmeos (81 Revogação)
Casa IV: 4º 58’ de Câncer (15 Sapiência)
Casa V: 23º 55’ de Câncer (115 Modelo)
Casa VI: 20º 24’ de Leão (105 Convicção)
Casa VII: 12º 37’de Libra (68 Fertilidade)
Casa VIII: 24º 29’ de Escorpião (119 Disponível)
Casa IX: 16º 59’ de Sagitário (75 Apoio)
Casa X: 4º 58’ de Capricórnio (21 Perfeição)
Casa XI: 23º 55’ de Capricórnio (109 Esperança)
Casa XII: 20º 24’ de Aquário (99 Maturidade)




Johann: 62 Explícito; Consoantes: 46 Popularidade; Vogais: 16 Privilégio
Sebastian: 90 Sentimento; Consoantes: 74 Profundez; Vogais: 16 Privilégio
Bach: 14 Comunicação; Consoantes: 13 Experiência; Vogais: 1 Coragem
Nome Total : (166) 22 Intransponível; Consoantes:133 Gratidão; Vogais: 33 Semelhança.

Reconhecido mais como: J.S. Bach

Legado utilizado como bordão:
“Todo conhecimento que não pode ser expresso por números é de qualidade pobre e insatisfatória” (Lord Kelvin).

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Vestígios Indeléveis - Adler II

Vestígios Indeléveis – Adler II
ESTUDOS DE NUMEROLOGIA: Vestígios Indeléveis - Adler



Esses estudos visam expor temas relativos aos 144 números, ou melhor, sobre a Linguagem da Cruz, de modo prático (objetivo); sem precisar de considerações filosóficas mais profundas como ocorre no caso do setor denominado Filosofia dos Números.

Vestígios Indeléveis - Adler

Prossegue-se assim conforme os vestígios que se encontram no mapa de Adler, em razão de um outro o qual se presume ser aquele relativo ao de sua vida anterior.
Para o entendimento correto desta postagem seria necessário ler também a anterior (por ser esta a continuidade da outra).
Repetindo (as instruções anteriores, apenas por se tratar de um ‘método inusitado’), o número 36 serve para indicar aquilo que providencialmente, exige um tipo de “sublimação” na vida atual pelo “erro” cometido numa vida anterior; ou melhor, isso permite (sob esse vestígio) encontrar a real ou qualificada insubordinação (carma) do passado (em termos de reencarnações).
Continuando o processo com a análise do próximo planeta (depois dos já apresentados como eficientes “testemunhas” pela comprovação deste fato inédito de reencarnação conforme o sentido astrológico):
Júpiter:  69 – 36 = 33; ou número que representa as vogais de seu nome total (do passado).
Esclarecendo: Em sua encarnação anterior, Adler, pelo seu nome integral apresentava as seguintes equivalências numéricas:

Nome Total: (166) 22 Intransponível (consoantes: 133 Gratidão; vogais: 33 Semelhança).

Curiosamente, sua casa XII atual se define pelo seguinte número:
Casa XII: (25) 169 – 36 = 133 (sublimação do número relativo das consoantes daquele nome anterior); ou seja, essa mesma casa que vale como representante de um  setor de Júpiter; a qual já no mapa de ordem anterior (do passado), ainda correspondia ao signo de Peixes (pois, o Ascendente daquela sua antiga ‘personalidade alma’ se expressava sob o signo de Áries).
Para justificar o motivo dessas transmutações (sobre o nome total), aliás, claríssimas em termos de lógica (dos vestígios), seria preciso analisar de forma expressa suas razões; sendo que, pela boa interpretação dos fatos, daqui por diante, o termo ‘ex Adler’ deve ser reconhecido como um tipo de variável necessária para indicar essa tal ‘personalidade alma’.
Então, o nome total do ‘ex Adler’, dado pelo número 22 (Intransponível), que se enquadra na Hierarquia da Pureza (10), indica a disponível qualidade (elevada) de poder alcançar fatores inatingíveis; por implicar num tipo de elo (num sentido superior). Nesse caso, se embasa conforme os números 133 (consoantes) + 33 (vogais) = 166 (22); significando com isso uma rara possibilidade de poder exercer sobre os próprios “semelhantes” (33) uma influência quase inevitável  pela prática da Gratidão (133); fato que realmente ocorreu – ante boas intenções – na vida do ‘ex Adler’; o qual por alguma razão acarretou num certo tipo de insubordinação (carma), senão, não requereria a sublimação.
Para justificar em que implicava esse tipo de insubordinação (carma), o próprio resultado numérico (33) dessa questão representa o seguinte: 33 + 144 = 177; e: 62 (número do Ascendente) + 115 (número da casa V) = 177; ou seja, essa sublimação expressa pelo 69 através de Júpiter, também inclui nessa relação os motivos: Ascendente (decisão) e casa V (vontade). Em curtas palavras, isso significa que o ‘ex Adler’ empregara seu “encantamento contagiante” de forma dominadora sobre seus semelhantes, como se por interferência no livre arbítrio dos mesmos, ou melhor, exercendo  influências em razão da “fé”, a qual nem ele próprio cultivava tanto assim sob a sua devida convicção (com real sentido eterno). 

Lua () de Adler: (30) 174 – 36 = 138 () Lua do mapa em vida anterior. 

Isso configura a transformação efetivada astrologicamente de uma Lua para outra, como reajuste da personalidade para a reencarnação seguinte, que no caso se refere a Alfred Adler, por essa nova versão vivencial.  Apenas este aspecto de concatenação já comprova inegavelmente essa reencarnação proposta. Com a Lua assim representando transformação coerente aos fatos anteriores, não poderia se tratar de simples coincidência: que em astrologia, aliás, não existe.Significa um aspecto, logicamente, deslumbrante, pela situação de extrema coerência em relação ao fato. 
Pode ser dito que: independente dos demais aspectos em favor ou não, por tal conotação sequencial da Lua, de um mapa para o outro, fica comprovada a dita reencarnação, incontestavelmente.

Saturno: 131 – 36 = 95; 95 = 81 (casa III) + 14  (“nome” célebre de ‘ex Adler’).

Além disso implicar numa dupla “correção” (de sentido cármico) desses elementos, ainda poderia ser presumido sob esse vestígio o seguinte: Progresso 95 – 81 Revogação = 14 Comunicação; quer seja, o 95 serve também para anular (81 Revogação: "anulação") o número 14.
Pois, conforme esse indício, de fato, Saturno, regente das casas VII e VIII de Adler, também conhecido (astrologicamente)  como – planeta – Senhor do carma, traz importantes informes sobre o caso.
Como o número 14 embasa o nome – divulgado expressivamente –, pelo qual o ‘ex Adler’ se glorificara; apesar de já ter sido sublimado através de Vênus (conforme o mapa de Adler: Vênus 50 – 36 = 14), ainda assim, por “revisão” de Saturno, precisou de seu exato “arremate” em função de uma possível – e nova – reencarnação dessa personalidade.
Isso até se reflete como autêntica lição, sob em quanto se embasa os mecanismos dados em termos de uma boa – e necessária – reencarnação (quando configurada por motivos elevados, ou pelo menos, sob as condições de ordens naturais).
Essa reformulação definida por Saturno suscita a necessidade de ser efetivado nessa transição (entre planos) a essencial condição do – quase total – esquecimento sobre fatos anteriores. Mas, com Saturno no grau do Inesperado (131), isso poderia indicar a possibilidade – de pelo menos – por algum tipo de “lampejo”, parte desse passado poder aflorar (vagamente).

Urano: 93 – 36 = 57; número relativo ao grau do Sol de ‘ex Adler’.

Urano, regente do signo solar de Adler (e de sua casa VIII), posicionado no Ascendente, implica na transmutação do Sol (57) de ‘ex Adler’, o qual também se encontrava no Ascendente (no signo de Áries). Isso expressa uma autêntica “troca” como justificativa das mudanças – necessariamente – efetivadas em termos de interesses atualizados da personalidade, ou seja, por questão de nível profissional, etc. Para dimensionar esse caso: um Sol muito forte ou no Ascendente – ainda mais por conjunção e principalmente assim expresso em Áries – determina um personalidade deveras centralizadora, condição (perigosa) que em termos psicológicos se considera como um “desajuste” em detrimentos num sentido social; cujos riscos de suas "vítimas" se apresentam – geralmente – em função do sexo oposto (um fato muito sério, observado também em psicologia forense).
E, esse providencial indício se mostra explícito, pois: 57 + 144 = 201; 201 = 133 (consoantes do ‘ex Adler’) + 68 (a Fertilidade como significador de sua casa VII, que indica o “outro / a”); lógica que nem precisa ser exposta em longo texto, por testemunho. Sabe-se lá, o quanto poderia ter lhe custado pela obtenção desse tipo de regeneração.

Netuno: 79 – 36 = 43 (Concepção).

Netuno visa regenerar as “concepções interiores”. Sendo que: 43 + 144 = 187; 187 = 68 Fertilidade (número da casa VII) + 119 Disponível (valor da casa VIII); num grosso modo de expressão essa configuração numérica – como tipo de acusação – apenas proclama a necessária correção da personalidade em função das casas VII e VIII, em termos de “facilidades” (119) e “impulsos de ordens férteis” (68) em relação ao outro; fatores que confirmam os indícios dados por questão de Urano. Nisso ainda se enquadram as seguintes correlações: 43 = 21 (Nodo Sul) + 22 (nome total do ‘ex Adler’; como também: 187 = 57 (número do Sol) + 130 (número da Lilith do mesmo); fatores que complementam os fatos.

Plutão: 74 – 36 = 38 (Generalidade).

Sobre esse sentido: 38 + 144 = 182; 182 = 89 Virtude (valor de Vênus,  a “arte”; também de Mercúrio, o “raciocínio”) + 93 (número do próprio Plutão de ‘ex Adler’.
E, com isso já seria possível fundamentar esse processo – presumido – sobre a reencarnação (comprovadamente forte) de Adler; entretanto, os números em razão das casas também apresentam novas correlações importantes.





(continua)


Legado utilizado como bordão:
“Todo conhecimento que não pode ser expresso por números é de qualidade pobre e insatisfatória” (Lord Kelvin).

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Vestígios Indeléveis - Adler

Vestígios Indeléveis - Adler
ESTUDOS DE NUMEROLOGIA: Vestígios Indeléveis - Adler

Esses estudos visam expor temas relativos aos 144 números, ou melhor, sobre a Linguagem da Cruz, de modo prático (objetivo); sem precisar de considerações filosóficas mais profundas como ocorre no caso do setor denominado Filosofia dos Números.



Vestígios Indeléveis - Adler

Vestígios indeléveis se encontram – por questão de um observador atento – em todas as partes, em todos os momentos (do cotidiano), sob um sentido oculto coerente – entre qualificações intuitivas – dado como vantagem para toda pesquisa; dessa forma, cada quadro sempre indica algum recurso relevante durante as investigações, anulando assim o inexplicável.
Portanto, para tornar clara uma análise através dos números, existe um outro recurso básico o qual consiste apenas em aplicar o tipo de cálculo indicado no tema ‘Penas Irrevogáveis’, embasadas pelos números: 44, 35 e 36.
Para esclarecer esse sistema – simples – em razão apenas desses 3 números fundamentais, seria preciso entender o seguinte:
A Prosperidade dada pelo número 44 pode recair sob o significado negativo (por exacerbada atitude pessoal), então classificada por razões de extrema ambição, cujo fato resulta num tipo de “alerta” indicado por esse número.
A Oportunidade (35) amplia essa condição negativa (por ambição) indicando a classe de envolvimento ilegal, o tipo de crime e o foco (grupos) que implicam nesse tipo de ocorrências, ou seja, os elementos influenciáveis (tentações inevitáveis de mesma espécie).
A Saciedade (36) serve de recurso – nos níveis do além – para que a personalidade alma alcance a sublimação de seus antigos erros.  
Conforme esse método, para se conhecer o tipo de recurso ideal, como forma de se poder sublimar um emprego errado de certa “virtude” própria (definida em número) – dada ao longo das experiências vivenciais –, como sentimento de culpa, ordem cármica, tipo de complexo, ou, não importa como esse “incômodo” possa ser caracterizado, bastaria acrescentar mais 36, em cujo resultado se define a questão.
Por exemplo, se esse emprego errado foi em razão da Coragem (exacerbada) : Coragem 1 + 36 = 37 Responsabilidade; então, tal “paciente” quanto a esse tipo de delito (existencial) se envolve com esse novo tipo de padrão, ou seja, a Responsabilidade, como única forma de sublimação (em razão do caso anterior). 
Neste caso, pelo fato de se ter  em mãos – por reconhecimento “inesperado – o mapa astral que define a reencarnação anterior de Adler, em razão das fantásticas correlações existentes (entre um e outro), fácil se torna, descrever os inusitados fatos dessa personalidade, em seu sentido existencial.
Para esclarecer essas correlações, deduzindo 36 de algum número (relativo a quaisquer planetas ou cúspides) atual do mapa de Adler, se encontra a identificação dos fatos, por comparação em relação àquele dado como “presumidamente” de sua vida anterior. Só que neste caso, com o mapa astrológico atual (por inversão), deve ser deduzido 36 em razão de cada número para se encontrar o outro de ordem anterior (pois esses devem visar a sublimação daqueles relativos ao passado).  

Do mapa atual de Alfred Adler:


O Sol (expresso pelo número): 94 – 36 = 58; sendo que o Sol relativo ao passado (que se encontra no tal mapa astral correlacionado), equivale a 57; o qual determina a seguinte lógica (por simetria): 56 “Saturno anterior” / 57 “Sol anterior / 58 “sublimação necessária”. Essa sublimação – determinada no além – foi necessária conforme um tipo de “atitude errada” fundamentada em razão de Saturno (56 = Modéstia) e Sol (57 Outorga); ou seja, houvera em termos existenciais um “abuso” ante as funções do Sol (brilho) sem a devida modéstia (“erro” no emprego da fama).


A Lua  = Tempo (30) 174 – 36 (sublima) = 138 Indulgência, o qual define a Lua “presumida” como relativa ao passado (que se encontra no tal mapa astral). Essas razões são óbvias por questões da própria ‘personalidade alma’ (conforme sua biografia), pelo fato de ter cultivado “crenças cegas”; quer dizer, por se entregar irrefletidamente quanto ao dogma imposto por doutrinação “errada” (embora aceita sem reflexão), que exigia apenas a fé de modo incondicional.



O Mercúrio (Retrógado) = 38 – 36 = 2.
Antes de elucidar as razões desse planeta, vale salientar (pela confirmação dada) o que descreve a astrologia  (num sentido cármico): a retrogradação planetária caracteriza uma certa condição de “continuidade”, repetição desse aspecto no mapa, ou seja, significaria um aspecto já ocorrido (no mapa da vida anterior). Nisso se embasa que a pessoa persiste em manter certo tipo de qualidade (ou defeito) pessoal. 
Nesse caso, esse tipo de repetição ocorreu de modo simbólico, pois Mercúrio Retrógado rege sua décima segunda casa (local em que se situava anteriormente).
Para justificar essa sublimação: Mercúrio (2) 146 = 57 “Sol antigo” + 89 “Mercúrio anterior”; e, também em relação a Vênus (89), pois esses dois planetas formavam uma conjunção. Pois, isso caracterizava sua superior virtuosidade (89 = Virtude), a qual provavelmente implicara em seus “abusos” cometidos por questão da própria fama (“brilho” pessoal em função do Sol). Por isso, foi preciso renascer portando um tipo de Mercúrio identificado como “comum” (38), posicionado na casa VIII (transformação), regente das casas IV e XII.


Vênus retrógado, também confirma aquela teoria astrológica, pois, posicionava em Peixes, mantendo esse mesmo signo, só que antes, na casa XII, e neste caso no MC.
Vênus: 50 – 36 = 14 Comunicação. O número 14 expressa exatamente o nome com o qual se consagrara (mundialmente): 14 Comunicação (consoantes: 13 Experiência; vogais: 1 Coragem), cuja “revelação” deve ser apresentada somente no final (deste tema); acentuando também que Vênus (89 = Virtude) contribuiu em muito pelo seu sucesso (naquela época).


Marte: 121 – 36 = 85 (Persistência).
Nessa regressão Marte era regente de seu Ascendente, indicado pelo número 62 (Explícito). Então, isso pode ser justificado pelo seguinte (por esse tipo de transmutação): 85 = 62 “Asc”+ 23 “Netuno”. Sendo que o número 62 também idêntica seu primeiro nome (de vida anterior): 62 Explícito (consoantes: 46 Popularidade; vogais: 16 Privilégio). Podendo também se incluir nessa sublimação de Marte: (85) 229 = 130 “Lilith” + 99 “casa XII”.


Júpiter: 69 – 36 = 33.
O número 33 corresponde ao total das vogais em razão de seu (antigo) nome completo: 22 ou 166 Intransponível (consoantes: 133 Gratidão; vogais: 33 Semelhança). Para acrescentar mais sobre esse sentido, vale dizer, sua Casa XII equivalente a 25, sublimada seria: (25) 169 – 36 = 133, valor relativo ao total de suas vogais.
Esse número – como sublimação de Júpiter – ainda embasa o seguinte: (33) 177 = 62 “Asc” (ou número do primeiro nome) + 115 “fator numérico da casa V”. 

(continua)

Legado utilizado como bordão:
“Todo conhecimento que não pode ser expresso por números é de qualidade pobre e insatisfatória” (Lord Kelvin).

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Psicologia Individual IV - vida anterior de Adler

Psicologia Individual IV
O Advento da Psicologia XXI – Psicologia e Astrologia XIV: Psicologia Individual IV



Psicologia Individual - Adler

Carta Natal de Alfred Adler

Alfred Adler nasceu em 07/02/1870 às 14 h 00 – Viena – Áustria.
Sol:  18º 36’ de Aquário (94 Autenticidade)
Lua:  5º 11’ de Touro (30 Tempo)
Mercúrio: 9º 5’ de Aquário (38 Congeneridade)
Vênus: 12º 28’ de Peixes (50 Raridade)
Marte: 25º 48’ de Aquário (121 Independência)
Júpiter: 12º 49’de Touro (69 Ponderação)
Saturno: 25º 50’ de Sagitário (131 Inesperado)
Urano: 18º 47’ de Câncer (93 Juízo)
Netuno: 17º 15’ de Áries (79 Consolação)
Plutão: 16º 2’ de Touro (74 Profundez)
Nodo Norte: 27º 22’ de Câncer (132 Imaginação)
Nodo Sul: 27º 22’ de Capricórnio (126 Sublimação)
ASC: 14º 8’de Câncer (71 Estabilidade)
Casa II:  1º 9’ de Leão (5 Fidelidade)
Casa III: 20º 41’ de Leão (105 Convicção)
Casa IV: 16º 21’ de Virgem (78 Inesquecível)
Casa V: 22º 25 de Libra (107 Paz)
Casa VI: 6º 39’ de Sagitário (31 Arte)
Casa VII: 14º 8’de Capricórnio (65 Decência)
Casa VIII: 1º 9’ de Aquário (11 Misericórdia)
Casa IX: 20º 41’ de Aquário (99 Maturidade)
Casa X: 16º 21’ de Peixes (84 Higidez)
Casa XI: 22º 25’ de Áries (101 Suficiência)
Casa XII: 6º 39’ de Gêmeos (25 Confiança)

Ampliando o sentido da análise já feita (em parte) sobre o eixo Touro / Escorpião embasado no fato de que esses dois signos são os significadores (fundamentais) das II e VIII, respectivamente; então seria preciso atentar pelo seguinte (nesse tipo de investigação):
A casa II do mapa (atual de Adler) é assinalada pelo número 5 Fidelidade e a VII pelo 11 Misericórdia. Aplicando a lógica definida em ‘Penas Irrevogáveis’: Fidelidade 149 – 36 = 113 Abstração (por conta da casa II); e, Misericórdia 155 – 36 = 119 Disponível (pela casa VIII). Para que isso fique bem esclarecido, na carta astrológica tida como aquela que identifica a (presumida) vida anterior de Adler, assinala como casa II o número 113, e como casa VIII o 119. Como isso se apresenta assim para cada observador desse fato, notoriamente, por questão desse tipo de reciprocidade (expressa), envolvendo a lógica (incomum) entre “duas vidas terrenas”, não seria nada fácil, identificar de imediato, termos conclusivos (de qualidades existenciais) pela análise dessa personalidade.
Portanto, de modo geral e por presunção, essa lógica que amplia as informações, se encarrega de acrescentar a seguinte constatação:
Isso significa que, em sua permanência no além (durante certa de 120 anos) ele precisou passar – drasticamente – por transformações  radicais. De modo objetivo, ele precisou renunciar voluntariamente muito daquilo que considerava de extrema importância (e necessidade), como seu único meio de sublimação. E, um abdicar nesse sentido, envolvendo valores pessoais (e até virtudes), não poderia ficar isento de uma imensa dor. Por isso, se o nome de seu ‘personagem anterior’ fosse revelado ‘aqui e agora’, dificilmente alguém concordaria com isso (seria um choque). Entretanto, sublimações dessa ordem podem realmente transfigurar o livre arbítrio humano, ou seja, a própria característica pessoal; e, com toda a razão isso até fundamentaria o tal conceito denominado: ‘complexo de inferioridade’(definido por ele), o qual de certa forma, não deixa de transparecer como um certo tipo de submissão (ou imposição?!) existencial.
A casa II define os recursos, nesse caso, indicada pelo número 113 Abstração. Dessa forma, soubera aplicar muito bem esse padrão, em cuja sua dedicação (interesses) se realizara (em vida anterior) como um magistral compositor (famoso).  Até aí não existe nenhum tipo de ‘delito’, o qual pudesse requerer uma sublimação; a razão precípua disso se define apenas por questões das conseqüências, constituídas pela má administração (dessa qualidade), aliás, dependente de outros fatores que se entrelaçam nesse fato, cujos indícios envolve a própria casa VIII.
A casa VIII, além  de outros assuntos determina o potencial inconsciente (a força sexual), o qual nesse caso se define com a maior importância, por ser caracterizado pelo número 119 Disponível; um setor em que cometera sérios “abusos”.
Para se ter uma idéia das ocorrências nesse sentido, só com suas duas esposas (legítimas), ele tivera 20 filhos, arcando portanto com a responsabilidade – de destinos bem conduzidos ou não –; e isso, sem ser incluído (por desconhecimento) outros possíveis acontecimentos dessa ordem. E, ainda assim, essa não se constituía sua maior “carga” (sentimentos de culpa) cármica.  
Como vestígio pela confirmação desses fatos, Adler (em seu mapa natal) apresenta o MC sob o número 84 (Higidez), e, atravessando essa casa se encontra o planeta Vênus, qualificado com o número 50 (Raridade), o qual nesse signo (Peixes) se torna expressivo; podendo nesse sentido indicar fortes tendências artísticas (de sua vida anterior). Sendo que esse fator vale como (50 – 36 = 14 ) o meio de sublimação do número 14 Comunicação, o qual expressa (em termos de numerologia) o ‘consagrado’ nome da ‘personalidade alma’ – de Adler – em  sua vida anterior. Seria esse o seu meio de poder transmutar o fator da ‘fama’ e ainda a fim de conseguir se abster das abstratas (113) aspirações previstas pelos meios artísticos.  Tanto é que – desde cedo – apesar de suas expressivas qualidades vocais, Adler optou pela carreira médica, definida em razão do número relativo ao seu MC. Vale dizer, a Higidez (84 – 36 = 48) serve para sublimar a “voracidade” (48 Apetecível), fator regente de todos os apetites.
Para confirmar o exposto, sua casa VI se caracteriza sob o número 31 (Arte). A casa VI, basicamente expressa o trabalho (vocação; opção de esforço), saúde (qualidades físicas), outrossim, como indicador do que caracteriza os tipos de doenças (no mapa); isso em todos os níveis (inclusive de ordem cármica, como nesse caso). Mas, a configuração desse setor pode indicar também seus esforços empreendidos nos chamados ‘planos da alma’, em cuja qualidade assim demonstrada, muito o auxiliou  em termos de evolução (nesses níveis), ou seja, em razão dessa possibilidade de sublimação obtida. Pois, o tipo de arte – sublime – que cultivara, independente de seus “erros existenciais” (culpas), muito valeram em termos de sua “razoável ascensão”, lenta, porém concisa (até o ponto em que era possível); vale dizer, além disso (conforme enorme esforço e dedicação), o fato requeria uma nova reencarnação.
Conforme esse sistema, de fato existem muitas outras correlações entre os dois mapas em relação aos planetas, casas e nomes, tornando imprópria (pela probabilidade) possíveis coincidências. Como por exemplo, o Urano de Adler (93 – 36 = 57) serve para sublimar o Sol de sua anterior entidade; fato que reforça o relato feito sobre o eixo (casas V e XI) em que Touro e Escorpião se encontram “ilhados”, ou seja, como núcleos (sem cúspides). Urano no Ascendente (em Câncer), nessas condições, determina sérios transtornos, insegurança (emocional) indescritível, etc.
Entretanto, sua mais significativa transformação se processa através da Lua (atual) pela sublimação – exatamente – “dela  própria” em razão de outra vida (o que já foi analisado anteriormente em parte), definindo com isso, inclusive o motivo de seu Ascendente se encontrar no signo de Câncer. A Lua de Adler, como número 30 (174 – 36 = 138 Indulgência), visa reformar seu próprio ‘elemento’ (de conteúdo emocional) afeito sob raízes profundas. O próprio termo caracterizado pelo número 30 já expressa claramente a gravidade dessa situação; indicando portanto que, tal tipo de sublimação só deveria valer de forma parcial, provisória (temporal); classificando assim esse  “delito” contra a Indulgência (138) sob uma penalidade drástica. Para esclarecer essa questão seria preciso – como se sob uma espécie de subtexto ou fator intermediário – adentrar nos níveis do além, ou seja, no exato plano anímico (da alma) em cujo núcleo Adler esteve (antes de seu nascimento), sem implicar em detalhes; pois, para tanto, só mesmo  a elaboração de um novo tema – especial – sobre ‘Psicologia e Religião’ traria essa possibilidade.
Daí, melhor seria considerar tais fatos apenas durante seu ápice (sem relatar os percalços dados para esse tipo de ascensão) nesse dito plano. Em suma, nesse nível (máximo) de sua escalada ele exercia a função de mentor, quanto aos desígnios dos quais esse tipo de “delito” contra o exato valor da Indulgência (138) significava. Para quem acompanhou as interpretações dos mapas astrológicos de Freud e de Adler, já deve ter discernido a lógica desse entrelaçamento de ordens existenciais (entre os dois). Pois, mesmo como figura expoente desse plano anímico, em cujos seus prestativos esforços conseguira acalentar (salvar) – espiritualmente –, muitos deles prescritos sob esse nível de contingência (assim definida), reconheciam que se encontravam na “Mansão dos Espíritos Precursores da Fé Cega”, qual tipo de culpa só mesmo o tempo (30) seria capaz de sublimar (oxalá, entre novas reencarnações, até o seu momento decisivo de êxito).
Sendo que, a ligação de Adler a esse plano, nem parecia ser assim de ordens tão graves; pois tinha sido (no seu sentido terreno anterior) um excelente compositor de músicas “sacras”; cujo mapa astral se embasa pelos seguintes dados:
Alemanha em: 31/03/1685 - 5: 45 a.m.
O nome propriamente dessa personalidade por enquanto deve ficar em "suspense"; ou em aberto para quem pretender decifrar por conta própria.

Concluindo, isso aqui apenas reforça a tese exposta sob o título: Penas Irrevogáveis.
Quanto ao mapa astral de Adler, deve valer – indiscutivelmente – como um modelo indispensável (exemplar) em prol do conhecimento astrológico; e até como estímulo pela elaboração de pelo menos outros temas sobre o assunto.


Nota: A Tabela do Zodíaco relativa aos 144 números se encontra (por enquanto) com exclusividade no livro: ‘Teoria dos 144 números’, pelo fato de ainda estar sendo definido em postagens em razão de cada signo sob o título: Graus do Zodíaco.

Legado utilizado como bordão:
“Todo conhecimento que não pode ser expresso por números é de qualidade pobre e insatisfatória” (Lord Kelvin).


domingo, 8 de julho de 2012

Psicologia Individual III - Adler

Psicologia Individual III
O Advento da Psicologia XX – Psicologia e Astrologia XIII: Psicologia Individual III


Psicologia Individual - Adler

Carta Natal de Alfred Adler

Alfred Adler nasceu em 07/02/1870 às 14 h 00 – Viena – Áustria.
Sol:  18º 36’ de Aquário (94 Autenticidade)
Lua:  5º 11’ de Touro (30 Tempo)
Mercúrio: 9º 5’ de Aquário (38 Congeneridade)
Vênus: 12º 28’ de Peixes (50 Raridade)
Marte: 25º 48’ de Aquário (121 Independência)
Júpiter: 12º 49’de Touro (69 Ponderação)
Saturno: 25º 50’ de Sagitário (131 Inesperado)
Urano: 18º 47’ de Câncer (93 Juízo)
Netuno: 17º 15’ de Áries (79 Consolação)
Plutão: 16º 2’ de Touro (74 Profundez)
Nodo Norte: 27º 22’ de Câncer (132 Imaginação)
Nodo Sul: 27º 22’ de Capricórnio (126 Sublimação)
ASC: 14º 8’de Câncer (71 Estabilidade)
Casa II:  1º 9’ de Leão (5 Fidelidade)
Casa III: 20º 41’ de Leão (105 Convicção)
Casa IV: 16º 21’ de Virgem (78 Inesquecível)
Casa V: 22º 25 de Libra (107 Paz)
Casa VI: 6º 39’ de Sagitário (31 Arte)
Casa VII: 14º 8’de Capricórnio (65 Decência)
Casa VIII: 1º 9’ de Aquário (11 Misericórdia)
Casa IX: 20º 41’ de Aquário (99 Maturidade)
Casa X: 16º 21’ de Peixes (84 Higidez)
Casa XI: 22º 25’ de Áries (101 Suficiência)
Casa XII: 6º 39’ de Gêmeos (25 Confiança)

Anteriormente, foi asseverado aqui que o mapa astral de Adler era muito fácil de ser interpretado, não sob a intenção de provocar inauditos esforços entre os astrólogos iniciantes, os quais por razões óbvias, precisam (e devem) seguir – pelo próprio desenvolvimento dessa técnica – os critérios iniciais, dados como fundamento (em curso); cuja proeminência caracterizada neste caso, se enfatiza por questão da “maioria dos planetas” determinados acima do horizonte. Portanto, se aqui não está sendo utilizado os métodos mais simples de interpretação em benefício de “estudantes” (como tipos de qualidades exemplares), seria apenas por causa da riqueza de fatos (minuciosos) que este mapa apresenta (com seus vestígios indeléveis) enfocando até o sentido de uma vida anterior (encarnação) de modo comprovado.
Como tipo de interpretação simples, fácil seria observar por exemplo que:    
Ascendente em Câncer em conjunção a Urano; e a Lua (seu regente) na décima primeira casa; só isso já indicaria uma personalidade deveras incomum, fato acentuado por outros fatores. Aproveitando os números, o MC está assinalado pelo 84, a Higidez (saúde), ele escolhera a profissão médica, entretanto, em conjunção com Vênus, no grau da Raridade (50); e isso poderia justificar as qualidades de sua boa voz (como cantor).  Plutão em conjunção com Júpiter na décima primeira casa (além de outras características): foi adepto do socialismo reformista; presidente da Sociedade Psicanalítica; se convertera ao protestantismo, etc.
Por meio de uma interpretação deveras avançada poderia ser presumido o seguinte:
Lua (30 Tempo), regente do Asc na XII casa em quadratura com Mercúrio (38 Generalidade) regente das casas IV e XII.
As ocorrências em seu período (30) infantil (Mercúrio) marcaram significativamente sua personalidade, principalmente num sentido familiar. E, necessariamente (em termos de conciliação existencial), isso precisava ser vivenciado (de forma indelével) conforme define seu Nodo Lunar Sul, disposto no Asc no grau do Zodíaco referente ao 132 Imaginação, o qual ainda caracteriza a soma dos números do Sol – vontade – e Mercúrio – razão (Sol: 94 + 38 Mercúrio); configuração aparentemente indefinida, que entretanto implica numa justificativa (de exatidão) posterior.
Pois, numa descrição em fatos, Adler, como segundo filho, sofrera em demasia quanto ao seu convívio com o irmão (Mercúrio) mais velho (30 = “idade”) denominado ‘Sigmund’, ou seja, igual ao primeiro nome de Freud. Para se ter uma idéia – mais ou menos – do fato; Sigmund, costumava aplicar um sentido pejorativo sobre as atitudes femininas – ou qualidades naturais das mulheres -  insinuando com “deboches” certas características de Adler (Asc em Câncer), o qual padecia – em sua fragilidade –  de sérias limitações físicas. 
O nome Sigmund – 87 Regozijo (consoantes:57 Outorga; vogais: 30 Tempo); poderia significar (não exclusivamente isso): aquele que tende a formular tipos de “comicidade” em relação aos princípios da maternidade, desde sua causa até suas conclusões (com inúmeras variações sobre o assunto) de ordens inevitáveis, quanto ao sentido das funções (lógicas) femininas; à grosso modo isso implicaria num enorme senso “machista”. Esse era o tipo de “estigma” que o irmão mais velho – pelo uso até de palavras indecorosas – de Adler mantinha (ou trazia) em seu atuar. Quanto a Freud (que também portava esse nome), além desse sentido, ainda remontava (como símbolo do inconsciente) sobre isso suas indeléveis experiências vivenciais, por questão de seus “altos méritos”, alcançadas em função da denominada “Santa Madre Igreja” (como já foi acentuado anteriormente pela sua identificação em termos de reencarnação). Para enfatizar ainda mais essa característica, Freud chegou a declarar que, “não conseguia entender, qual era o tipo de ´motivação´ caracterizado pelas atitudes de sentido feminino”.
Para significar (comprovadamente) tudo isso, seria preciso esclarecer com certa paciência, pois, o fato envolve níveis do inconsciente, ou melhor, implica (para ser embasado) em dimensões além do sentido terreno.
Portanto, para tornar claras as condições lógicas dessa análise, necessário seria aplicar as bases de cálculo contidas no tema ‘Penas Irrevogáveis’, embasadas nos números 44, 35 e 36.
Conforme esse método, para se conhecer o tipo de recurso ideal, como forma de se poder sublimar um emprego errado de certa “virtude” própria definida em número – dada ao longo das experiências vivenciais –,  (como sentimento de culpa, ordem cármica, tipo de complexo, quer dizer, não importa como esse “incômodo” possa ser caracterizado), bastaria acrescentar mais 36, em cujo resultado se define a questão. Por exemplo, se esse emprego errado foi em razão da Coragem (exacerbada) : Coragem 1 + 36 = 37 Responsabilidade; então, tal “paciente” quanto a esse tipo de delito (existencial) se envolve com esse novo tipo de padrão, ou seja, a Responsabilidade, como única forma de sublimação (em razão do fato anterior). 
Em suma, pelo fato de se ter aqui – por reconhecimento “inesperado – o mapa astral que define a reencarnação anterior de Adler, em razão das fantásticas correlações existentes (entre um e outro), fácil se torna, descrever os inusitados casos dessa personalidade, em seu sentido existencial. Para esclarecer essas correlações, deduzindo 36 de algum número (relativo a quaisquer planetas ou cúspides) atual do mapa de Adler, se encontra a identificação dos fatos, por comparação em relação ao dado como “presumidamente” anterior.
Pela continuidade deste tema, seria preciso incluir três fases em razão dos esclarecimentos: a atual, para justificar o modo de ser da personalidade, a transcorrida no além (com suas atividades) e a identificada como base de uma vida anterior – terrena – e suas conseqüências.
A Lua (atual) dada pelo número 30 se embasa no seguinte: Tempo 174 – 36 = 138 Indulgência (foi deduzido 36 para caracterizar a “virtude” que determinou a sublimação relativa ao número 30 Tempo); então, Adler, teria em seu mapa – de sua reencarnação anterior – a Lua no grau da Indulgência (e isso realmente se confirma  –  “de modo inesperado” – em tal carta).
Quanto ao necessário motivo dessa sublimação, precisaria ser descrito com parcimônia (por se tratar de 3 fases distintas), ou conforme as partes essenciais desse entrelaçamento exigirem. O fato é que, nesse seu mapa (considerado anterior), Adler tinha o Sol no grau da Outorga (57); relembrando que 57 + 30 = 87, número indicador do nome: ‘Sigmund’.
Antes de voltar (num sentido terreno) como Adler, sua “personalidade alma” permaneceu cerca de 120 anos no Além, tendo nessa sua instância adquirido certa experiência em razão de seu plano, em cuja sua atividade (deveras diferente da que praticara em vida terrena) consistia em auxiliar os menos “favorecidos” dessa região, como nos casos de ‘Sigmund’ (seu futuro irmão mais velho) e de Freud; os quais conseguira encaminhar em suas novas reencarnações. Talvez, seja por isso que (inconscientemente), esses dois o “reconheciam” – através de suas ironias – por um certo tipo “solícito”, vale dizer, segundo certas “atitudes de valor materno” (protetor).

(continua) 

domingo, 10 de junho de 2012

Psicologia Individual - Adler II

Psicologia Individual II
O Advento da Psicologia XIX – Psicologia e Astrologia XII: Psicologia Individual II



Psicologia Individual - Adler

Carta Natal de Alfred Adler

Alfred Adler nasceu em 07/02/1870 às 14 h 00 – Viena – Áustria.
Sol:  18º 36’ de Aquário (94 Autenticidade)
Lua:  5º 11’ de Touro (30 Tempo)
Mercúrio: 9º 5’ de Aquário (38 Congeneridade)
Vênus: 12º 28’ de Peixes (50 Raridade)
Marte: 25º 48’ de Aquário (121 Independência)
Júpiter: 12º 49’de Touro (69 Ponderação)
Saturno: 25º 50’ de Sagitário (131 Inesperado)
Urano: 18º 47’ de Câncer (93 Juízo)
Netuno: 17º 15’ de Áries (79 Consolação)
Plutão: 16º 2’ de Touro (74 Profundez)
Nodo Norte: 27º 22’ de Câncer (132 Imaginação)
Nodo Sul: 27º 22’ de Capricórnio (126 Sublimação)
ASC: 14º 8’de Câncer (71 Estabilidade)
Casa II:  1º 9’ de Leão (5 Fidelidade)
Casa III: 20º 41’ de Leão (105 Convicção)
Casa IV: 16º 21’ de Virgem (78 Inesquecível)
Casa V: 22º 25 de Libra (107 Paz)
Casa VI: 6º 39’ de Sagitário (31 Arte)
Casa VII: 14º 8’de Capricórnio (65 Decência)
Casa VIII: 1º 9’ de Aquário (11 Misericórdia)
Casa IX: 20º 41’ de Aquário (99 Maturidade)
Casa X: 16º 21’ de Peixes (84 Higidez)
Casa XI: 22º 25’ de Áries (101 Suficiência)
Casa XII: 6º 39’ de Gêmeos (25 Confiança)

Por ser este um mapa deveras óbvio (fácil) em termos de interpretação, os recursos empregados nesta análise diferem dos outros, ou seja, em razão dos métodos aplicados sobre as definições quanto a Freud e Jung; até mesmo para ampliar o sistema em benefício dos astrólogos (aspirantes).
Os 144 números em termos de localização dos planetas no Zodíaco, determinam vestígios – ou suspeitas – (para uma análise), tanto pelo significado individual de cada um, quanto em razão do seqüencial numérico expresso, em cuja lógica (matemática) seria possível encontrar algum tipo de correlação.
Impressionante se mostra – em termos analíticos – essa carta de Adler, cuja lógica dada por seus entrelaçamentos (entre os padrões numéricos dos planetas, cúspides e seus aspectos) consegue determinar (prontamente) este tema como um tipo de “livro aberto” quanto ao seu consistente histórico – técnico – em razão dessa personalidade.
Adler, aceitara o convite de cujo teor se destacava para poder ingressar no Movimento Psicanalítico (de Freud), muito embora, sob intenções – talvez inconscientes – de se separar do grupo (depois de obter as conclusões requeridas sobre tal teoria revolucionária); uma opção encontrada por questões de seus próprios sintomas inexplicáveis – em termos de comando mental –,  os quais mantinha em sigilo; e, isso resulta como análise (técnica) pela lógica do seu circuito solar, um fato comprovando por outras configurações; principalmente em razão dos nodos lunares.
Os Nodos (norte e sul), como recursos astrológicos, muitas vezes são considerados insignificantes pelos analistas; neste caso se mostra muito expressivo.
O nodo norte de Adler, identificado pelo padrão numérico da Imaginação (132), expressa em demasia certas correlações, as quais, como vestígios pela qualidade interpretativa, servem de base para a confirmação de muitos fatos.
A Imaginação (132) por ter como núcleo (base) a Antiforma (132 – 5 “padrão”= 127 Antiforma), define na maioria das vezes, razões ou estados (obrigatoriamente consideráveis) de dicotomia, cisão ou tipos congêneres, já inclusive constatados pela própria física quântica (sustentada por esse nível, o imaginário), cuja sua característica em termos psicológicos (dado por esse padrão), poderia determinar condições confusas e até desequilíbrios (em alguns casos sob controle), como se expressa neste tema. Para reforçar essa evidência (contida nesta carta), primeiramente, sintetizando o significado de um Nodo Norte, ou seja, definido como um tipo de referência astrológica qualificada por uma inevitável exigência pessoal, a qual neste caso implica nas seguintes correlações entre os elementos do mapa:
Imaginação 132 = (39 + 93); cuja indicação em palavras – conforme Polarizações Numéricas – teria como informação que o Juízo (93) da Imaginação (132) seria a Ilusão (39), ou, sua “ilusão” seria o seu próprio “juízo”; e, Urano (regente da oitava e da nona casa) no Ascendente se relaciona ao número 93.
Seguindo o mesmo sistema:
Imaginação 132 (38 Congênere  + 94 Autenticidade): elementos incompatíveis; sendo que Mercúrio se relaciona ao número 38 e o Sol ao 94; ambos na oitava casa, o setor do inconsciente.
Imaginação 132 (48 Apetecível + 84 Higidez); O MC, caracterizando sua profissão médica.
Imaginação 132 (11 Misericórdia + 121 Independência): número da oitava casa (11) e de Marte (121).
Imaginação 132 (31 Arte + 101 Suficiência): a sexta casa (31) e a décima primeira casa (101).
Imaginação 132 (54 Infinito + 78 Inesquecível ): indicando que para a Imaginação o “futuro” (54) seria o “passado” (78) e vice versa (esses números possuem também tais significados); a quarta casa se relaciona ao 78.
O Nodo Sul equivale a um certo tipo de polaridade passiva do Nodo Norte (em oposição), em cujos confrontos os dois se complementam por questão da mesma ocorrência (condição ou situação); o qual neste caso providencial, se define pela Sublimação (126), um fator que embasa o próprio sentido psicológico, ou seja, seria um componente ideal para poder apaziguar os entraves assinalados em razão do número 132.
O fato é que o Nodo Norte se qualifica como muito forte em razão de Saturno (planeta da consistência) significar o seu próprio número de ordem anterior (131 Inesperado).
Normalmente, em termos de aproveitamento astrológico quanto ao significado dos Nodos Lunares, o ideal a indicar (como aconselhável) seria no sentido de seguir as exigências definidas por um Nodo Norte; sendo que, neste caso, essa referência (teórica da astrologia) implica em desajustes em termos de coerência (necessariamente).
Esse Nodo Sul também inclui certas correlações importantes entre os elementos do mapa:
Sublimação 126 = (30 Tempo + 96 Concórdia); números representantes da Lua (nutrição) – regente do Ascendente –  e Lilith (tentação), respectivamente; indicando por esses termos uma certa forma de controle.
Sublimação 126 = (121 Independência + 5 Fidelidade); números relativos de Marte (impulsos) e da segunda casa (recursos).
Sublimação 126 = (42 Princípio + 84 Higidez); 84 condizente ao MC (profissão: médica); fato definido como missão.
Sublimação 126 = (78 “passado” + 48 Apetecível); 78 representante da quarta casa e 48 o sentido inverso quanto ao número (84) do MC; ou seja, 132 = 48 + 84.
Sublimação 126 = (101 Suficiência + 25 Confiança), termos relacionados com as casas XI e XII; representando um certo tipo de integração.
Curiosamente em razão do nome:
Imaginação 132 (86 Proeminência + 46 Popularidade); fatores equivalentes a: total do nome (86) e Alfred (46).
Sublimação 126 = (86 Proeminência + 40 Penitência); fatores equivalentes a: total do nome (86) e Adler (40).

(continua)


quarta-feira, 9 de maio de 2012

Psicologia Individual - Adler

Psicologia Individual
O Advento da Psicologia XVIII – Psicologia e Astrologia XI: Psicologia Individual



Psicologia Individual - Adler

Carta Natal de Alfred Adler

Alfred Adler nasceu em 07/02/1870 às 14 h 00 – Viena – Áustria.
Sol:  18º 36’ de Aquário (94 Autenticidade)
Lua:  5º 11’ de Touro (30 Tempo)
Mercúrio: 9º 5’ de Aquário (38 Congeneridade)
Vênus: 12º 28’ de Peixes (50 Raridade)
Marte: 25º 48’ de Aquário (121 Independência)
Júpiter: 12º 49’de Touro (69 Ponderação)
Saturno: 25º 50’ de Sagitário (131 Inesperado)
Urano: 18º 47’ de Câncer (93 Juízo)
Netuno: 17º 15’ de Áries (79 Consolação)
Plutão: 16º 2’ de Touro (74 Profundez)
Nodo: 27º 22’ de Câncer (132 Imaginação)
ASC: 14º 8’de Câncer (71 Estabilidade)
Casa II:  1º 9’ de Leão (5 Fidelidade)
Casa III: 20º 41’ de Leão (105 Convicção)
Casa IV: 16º 21’ de Virgem (78 Inesquecível)
Casa V: 22º 25 de Libra (107 Paz)
Casa VI: 6º 39’ de Sagitário (31 Arte)
Casa VII: 14º 8’de Capricórnio (65 Decência)
Casa VIII: 1º 9’ de Aquário (11 Misericórdia)
Casa IX: 20º 41’ de Aquário (99 Maturidade)
Casa X: 16º 21’ de Peixes (84 Higidez)
Casa XI: 22º 25’ de Áries (101 Suficiência)
Casa XII: 6º 39’ de Gêmeos (25 Confiança)

Para ampliar o que foi expresso anteriormente (em Interpretação – Início), dirigido de modo especial aos (aspirantes) astrólogos, quanto ao sentido inicial para se obter uma boa interpretação astrológica; em razão desta carta de Alfred Adler (indicada aos iniciantes), necessário se torna ressaltar uma certa característica deveras simples, cujo significado pode servir de fundamento (base geral), o qual se encontra nessa acentuada distribuição dos planetas acima do horizonte, fato reforçado por questão de Saturno ser o único abaixo (isolado); pois isso pode servir para sintetizar o próprio tema.
Nem seria preciso realizar um estudo de sua biografia para se poder reconhecer (com o mais simples conhecimento sobre sua vida) a enorme significância desse aspecto astrológico em seu mapa. A maioria dos planetas sob essa configuração já indicaria (de modo geral) uma personalidade predisposta (ansiosa) a se sobressair entre seus “semelhantes”;  embasando dessa forma o sentido de seus interesses (pessoais terrenos e existenciais), nos quais poderiam estar incluídos – embora inconscientemente – até aqueles tipos de “propósitos predestinados” em benefício humanitário; conforme de antemão, outros aspectos indicam, em cujas suas qualidades apresentam fatores determinantes – inclusive – para uma análise (mais avançada) de ordem espiritual. Saturno, na sexta casa (abaixo), ou seja, considerado como indicador de consistência, indica um esforço inaudito em função das realizações (válido também como regente do signo solar: Aquário). Urano, no Ascendente (também regente do signo solar) esclarece ainda mais as circunstâncias pessoais conforme foram assim definidas. Esse seria um padrão (de fixidez) definido apenas nos conformes da astrologia comum.
Aliás, para reforçar essa característica básica o próprio sentido de seu nome vale como referência:

Alfred: 46 Popularidade (consoantes: 40 Penitência; vogais: 6 Amor)
Adler: 40 Penitência (consoantes: 34 Familiaridade; vogais: 6 Amor)
Total do nome: 86 Proeminência (consoantes: 74 Profundez; vogais: 12 Graça)

Outra consideração relevante da carta se define em razão dos inúmeros (maioria) aspectos entre o Sol (significador de ego, vontade e centralização); determinando assim um grande predomínio em função desse planeta; o qual ainda se encontra no grau de  ordem zodiacal que expressa a Autenticidade (94 = simultaneidade ou identidade), ou seja, um fator, como já foi descrito, oposto aos termos de equivalência (33 Semelhança; ou igualdade pela comparação de certas qualidades exatas); resumindo, isso pode indicar uma certa dificuldade para aceitar certas analogias definidas através de elementos equiparados; pois isso pode resultar em considerações – quase sempre –  consistentemente diferenciadas.
Saindo um pouco – da linearidade – dessa exposição sobre o Sol, isso até justificaria o fato dessa carta apresentar o eixo Touro / Escorpião “ilhado”. Esclarecendo, um eixo “ilhado” se define em razão de dois signos opostos não constarem como indicadores de suas necessárias cúspides na carta, como neste caso; Touro e Escorpião não demarcam tais fatores, os quais, respectivamente, representariam as casas XII (Touro) e V (Escorpião); e, isso reflete uma lógica importante em termos de uma boa interpretação (conforme uma teoria já divulgada). Redefinindo: isso significa que, uma personalidade sob tal condição, simbolicamente, não conhece e requer – prontamente – poder desvendar (por si própria) as qualidades naturais (inerentes e indispensáveis) determinadas por esse tipo de eixo (faltante).
Nessa situação (de Adler) o tipo de carência, o qual sempre deve se manifestar sob um impulso – irresistível – de busca (do insight), seria quanto ao significado geral (natural e existencial) dado pela redefinição (obrigatória) de valor (Touro / Escorpião) desde seu nível inferior (como se através de uma escala ascendente), cuja contingência poderia implicar em vários anos de indagações (muitas vezes, sem as almejadas conclusões) que pelo esforço, vale como experiência.
Para identificar ainda mais essa situação a segunda casa (um setor análogo a Touro) se encontra em Leão, cujo planeta regente, o Sol, se situa em Aquário, o signo que define a oitava casa (um padrão relativo a Escorpião). Sob essa lógica (de padrão astrológico) se torna congruente (ou analítico) aquilo que o próprio Adler assumiu (com orgulho) como sendo sua melhor teoria, ou seja, o famoso complexo de inferioridade.
Por experiência em termos de interpretação astrológica, o sentido desses aspectos dados até aqui, vale como um tipo de padrão, cuja qualidade seria imprescindível para embasar vários detalhes em razão desse tema.
Voltando aos aspectos (considerandos relevantes) do Sol (94 Identidade):
Conjunção (pouco expressiva em termos de orbe) com Marte (121 Independência); quadratura com Júpiter (69 Ponderação); quincúncio com Urano (93 Juízo); sextil com Netuno (79 Consolação); quadratura com Plutão (74 Profundez); sextil com Lílith  (96 Concórdia) e biquintil  com o ASC (71 Estabilidade); ressaltando que o mesmo rege tanto a segunda com a terceira casa.
Dado ao criterioso sentido dessa configuração seria exaustivo explicações exatas ou em circunstâncias minuciosas (com frases alongadas); portanto, deve ser enfatizado apenas as seguintes características (essenciais):
Como fundamento do tema isso já caracteriza o mecanismo (em parte) daquilo que ele próprio definira como Psicologia Individual; uma denominação claríssima em razão desse circuito planetário; pois, com o Sol nessas condições (ainda regente da segunda e da terceira casa), ele procurava se expressar com precisão (sem omitir valores significativos; até de certa forma ingênua).
Indica também que podia controlar em sigilo (seu sintoma indefinível) que atualmente se define como transtorno; em seu caso relacionado ao pânico. Freud, que já suspeitava dessa situação, depois de sua dissidência do grupo o acusara de paranóico.
Sob tais considerações em que a base já foi estabelecida; no entanto, tudo isso deve valer apenas como resultado analítico de âmbito geral, pois, o tema dessa personalidade pode ser desenvolvido (muito mais).

(continua).