segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Sobre os Números


Sobre os Números


ESTUDOS DE NUMEROLOGIA: Sobre os Números





Sobre os 144 Números


Sistemas aplicados nas Interpretações conforme os 144 números:

Interpretação dos números através do quadrado da Cruz (o quadrado mágico).
As qualidades básicas dos números aplicadas nas interpretações.
Primeiros contatos com os números – interpretações do 31 e do 33.
Interpretações dos números: 75, 76 e 77.
Interpretações dos números: 112 e 135
Interpretações dos números: 137 e 87.
Interpretações dos números 62, 63 e 64.
Interpretações dos números: 50 e 100.
Interpretações dos números: 44, 45 e 46.
Interpretações dos números: 70 e 118.
Interpretações dos números: 13 e 74.
Interpretações dos números: 40 e 84.
Numerologia: Albert Einstein, Monet, Gershwin, Gamow e Alfred Krupp.
Numerologia: Albert Einstein, James Naismith e Willian Crookes
Numerologia: Martin Luther King, Braille e Willian Garrison
Numerologia: Einstein, Lavoisier e Berzelius
Numerologia: personalidades ligadas ao muro de Berlim.
Numerologia: Samuel Hahnemann e Edward Bach.
Instruções importantes sobre numerologia empregadas no sistema de interpretação.
Aplicação de propriedades números nas interpretações de numerologia e comparação entre os nomes: Samuel Hahnemann e Edward Bach.
Propriedades numéricas importantes nas interpretações de numerologia.
Propriedades do número sete aplicadas nos estudos de numerologia.
Numerologia: Pauli – estudo interessante sobre o número 137.
Outros atributos do número sete aplicados nos estudos de numerologia.
Os quatro tipos de polarizações numéricas – o estudo de propriedades essenciais para o estudo de numerologia.

Nomes Dados Ao Magnetismo
Numerologia dos nomes: Gilbert, Volt, Henry, Ampère, Ohm e Watt.

Escalas Musicais
Escala Musical Cromática e sua correlação aos 144 números.

Vestígios Indeléveis - Apresentação - II - III
Técnica inédita de investigação e pesquisa: vida anterior de Adler.

Vestígios Indeléveis - IV - V - VI -
Análise do mapa de Freddie Mercury.

O Quadrado Universal
Estudos de Numerologia: resolução do Quadrado "mágico" com 144 números.

(continua)







segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Nomes dados ao Magnetismo

Nomes dados ao Magnetismo



NUMEROLOGIA E FÍSICA TEÓRICA: Antologia Científica III – Nomes Dados ao Magnetismo
Este setor implica numa definição – por escolha –, entre vários temas da Física Teórica, com demonstrações, em função da Lógica Relativa ou Natural (determinante de 22 axiomas), desenvolvida conforme a Linguagem da Cruz (dos 144 Números).

As explicações científicas aqui devem se processar sob um grande dilema: sua difusão; pois interessados em física não admitem uma interferência da numerologia (nem por curiosidade) em seus assuntos; e elementos mais ‘espiritualizados’, geralmente, “desdenham” o sentido científico (uma área do conhecimento racional); resultando assim num trabalho sobre textos descritos quase que “ao vento”. Portanto, tentar auxiliar os meios científicos (Revoluções de um princípio) exige “idealismo” e grande esforço (como numa missão impossível) diante de “poucos frutos”; mas que vale a pena (por sua revelação).
Empregos Esporádicos dos Termos Científicos – apresentados – (continuação):

Nomes Dados ao Magnetismo

Por se tratar de assuntos científicos, ou seja, sobre o magnetismo (de forma básica), a interpretação de nomes não se justifica aqui como importante; portanto só será feita onde for necessária.

William Gilbert
Colchester, 24/05/1544; físico médico inglês; pesquisador no campo do magnetismo e eletricidade; escreveu o livro De Magnete sobre os imãs, corpos magnéticos e o grande imã terrestre (o mundo). Foi o primeiro a empregar os termos: força elétrica, atração elétrica e pólo magnético.

William: 81 Revogação; Consoantes: 62 Explícito; Vogais: 19 Beleza
Gilbert: 73 Triunfo; Consoantes: 59 Magnetismo; Vogais: 14 Comunicação
Total Geral do Nome: (154) 10 Pureza; Consoantes: 121 Independência; Vogais: 33 Semelhança.
 Seu nome ‘Gilbert’ indica comunicação (14) com o magnetismo (59).

O Magnetismo (59) conforme os 144 números engloba muito mais do que seu sentido literal (como já foi justificado em outros textos); portanto não se fixa no simples eletromagnetismo da física, o que poderia ser discernido com o seguinte: Magnetismo 59 – 17 Criatividade = 42 Princípio; e, isso em termos filosóficos o torna deveras abrangente.
Em análises de sentido científico foram recomendadas em capítulos anteriores (deste setor) 3 regras básicas, entretanto seria preciso ater também pela indicada em: Polarizações Numéricas. Conforme essas regras eis o que apresenta o Magnetismo (59) em relação aos outros números, ou seja, em razão de seus complementos:
59 + 144 = 203; Número Balança ou –B– (59) = 203203.
203203 de 143 = 125; de 91 = 73; de 77 = 47; de 13 = 79; de 11 = 41 e de 7 = 85.
Polarizações Numéricas: entre o 100 = 59 e 41; entre o 144 = 59 e 85; entre o 127 = 59 e 68; e entre si = 59 e 95.
A Eletricidade básica e prática se define conforme 4 elementos fundamentais: a tensão (Volt ou V), a resistência (Ohms ou R), a corrente (ampère ou I) e o potencial de trabalho (Watt ou P). Mas, o importante agora não consiste em definir eletricidade e sim ressaltar as relações dos números destes termos (e nomes) com o Magnetismo (59).

Volt
Volt: 69 Ponderação; Consoantes: 54 Infinito; Vogais: 15 Sapiência
O Volt, ou Unidade de Tensão Elétrica (V) é assim denominado em homenagem a Alessandro G. A. A. Volta.
Logo de início talvez isso não seja convincente, mas (Ponderação 69 – 10 Pureza = 59), o que existe de mais ‘puro’ na ponderação (69) é o magnetismo; associando assim o termo ‘Volt’ (unidade de controle da tensão) ao fator magnético; fato a ser concluído com seguinte complemento:

Joseph Henry
Albany, NY, EUA, 17/12/1797. Descobriu paralelo a Faraday a indução eletromagnética e a auto-indução em circuitos elétricos e as bases para a criação de transformadores. Em sua homenagem a Unidade de Indutância Elétrica (Henry) recebeu seu nome.

Joseph: 73 Triunfo; Consoantes: 53 Inexorável; Vogais: 20 Segurança
Henry: 69 Ponderação; Consoantes: 64 Diplomacia; Vogais: 5 Fidelidade
Total Geral do Nome: 142  Moral; Consoantes: 117 Direito; Vogais: 25 Confiança.

O Henry (H), é outra Unidade Padrão do eletromagnetismo, termo (conforme numerologia, determinado como padrão pelo 5 Fidelidade) também representado pelo número 69. 
 O fato é que isso precisa ser expresso assim por que: 69 + 58 Intimidade (interior) = 127; então nem o Volt, nem o Henry, são interiores (58); mas apenas manifestações de qualidade interna; da mesma forma como 59 + 68 Fertilidade (potencial) = 127, indica que o magnetismo (59) não é o potencial em si, pois este, se define de outra forma (conforme a própria fórmula: P = V x I). Vale adiantar que 58 expressa o termo amperè (I), unidade diferenciada destas, conforme se demonstra abaixo. 

André Marie Ampère
20/01/1775 – Professor de física, química e matemática; concebeu o solenóide; descreveu a lei que rege as atrações e repulsões da correntes elétricas entre si.

André: 42 Princípio; Consoantes: 36 Saciedade; Vogais: 6 Amor
Marie: 46 Popularidade; Consoantes: 31 Arte; Vogais: 15 Sapiência
Ampère: 58 Intimidade; Consoantes: 47 Realizável; Vogais: 11 Misericórdia
Total Geral do Nome: (146) 2 Silêncio; Consoantes: 114 Dedicação; Vogais: 32 Naturalidade.

Seu nome ‘André’ apresenta como consoantes o número 36, que equivale também ao termo ‘ohm’; as consoantes gerais implicam em 114, sendo que: 114 Dedicação (ou função) + 30 Tempo (‘hora de’) = 144 (conforme polarizações numéricas implica em complemento); sendo que 30 expressa também a Unidade de Capacitância (associada ao condensador, importante em termos de corrente), o Farad (30).

Georg Simon Ohm
16/03/1787 -  definição: a resistência de um fio é proporcional ao seu comprimento e inversamente proporcional à área de sua secção transversal (ou, a resistência de um condutor aumenta com seu comprimento.

Georg: 52 Eficiência; Consoantes: 32 Naturalidade; Vogais: 20 Segurança
Simon: 70 Castidade; Consoantes: 46 Popularidade; Vogais: 24 Predileção
Ohm: 36 Saciedade; Consoantes: 21 Perfeição; Vogais: l5 Sapiência
Total Geral do Nome: (158) 14 Comunicação; Consoantes: 99 Maturidade; Vogais: 59 Magnetismo.

Seu nome está associado ao Magnetismo (59) indicando o amadurecimento do mesmo (99); ou seja, a finalidade do mesmo (conforme a fórmula isso está correto), pois:  V = I x R (resistência). O número 158 indica  a opinião (100) sobre o ampère (termo = 58). A Saciedade equivale a alimentação, o que define bem essa unidade elétrica.

James Watt
25/08/1819, Healthfield Hall, Inglaterra; matemático, engenheiro, construtor de instrumentos científicos, introduziu o motor a vapor. A Unidade de Potencia Elétrica (W) recebeu seu nome.

James: 48 Apetecível; Consoantes: 42 Princípio; Vogais: 6 Amor
Watt: 66 Atualidade; Consoantes: 65 Decência; Vogais: l Coragem
Total Geral do Nome: 114 Dedicação; Consoantes: 107 Paz; Vogais: 7 Temperança

O seu nome total também se relaciona ao número 114, sendo que isto pode ser analisado assim: 114 – 10 = 104 Resistência; ou o que existe de mais puro nessa função é a resistência. A Atualidade 66 – 30 (hora) = 36 Saciedade; o que em termos de eletricidade seria expresso assim: O farad (30) do watt (66) implica em ohm (36); o que bem parece com esta fórmula: P = I ² x R.

(continua)

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Elementos de Psicologia

Elementos de Psicologia



O Advento da Psicologia X – Psicologia e Astrologia IV
Anterior: Jung - Síntese

Psicologia e Astrologia:

Elementos de Psicologia

Resumos:

Freud
Teoria do Inconsciente: a psicanálise; a psicologia profunda (o divã); a sexualidade; o complexo de Édipo; resultando em astrologia nos conflitos da quarta casa.

Alfred Adler
Psicologia Individual: todo caso deve ser conhecido e tratado como pessoal; oposição direta aos fundamentos de Freud; o complexo de inferioridade; a vontade de poder; o sentido egocêntrico; teoria definida em astrologia pela interpretação do Sol (e Ascendente).

Jung
A teoria dos arquétipos: a persona; a sombra; a anima; o animus; o self; o psico-pompo; fatores que em termos astrológicos são identificados pelos planetas; onde se deve levar em consideração as condições da décima segunda casa.

Szondi
“O destino é a coerção das escolhas escondidas nos antepassados (Szondi).
Teoria do Inconsciente Familiar: a exigência dos antepassados atuando no inconsciente; situação analisada pela astrologia em razão da quarta casa; e a definição de compulsão conforme os elementos da oitava casa.


Psicologia –  pela seqüência de textos:

A influência de Darwin nos meios científicos, a qual conseguiu influir até no sentido psicológico.

Psicologia – o início – histórico envolvendo os diversos pesquisadores: Paracelso, Mesmer, Pinel, Chacot e outros.

A sintomatologia e os fenômenos mentais.

A autonomia patológica das doenças mentais
As experiências de Charcot
Semelhanças Entre Histeria e Demência Precoce

As definições de Freud – a nova doutrina

Os vários aspectos (e definições) de inconsciente

Definição quanto a formação dos distúrbios (num sentido coletivo)

As configurações de um mapa astrológico quanto ao seu sentido psicológico.
Uma relação astrológica conforme a teoria de Freud.

Os diversos aspectos astrológicos como indicadores dos mecanismos de defesa, conforme Freud.

Fundamentos de Jung expressos em termos astrológicos.

Uma Análise de Freud
Interpretação inicial do mapa astrológico de Freud: síntese.

Uma Análise de Freud II
Interpretação do mapa astrológico de Freud: o Ascendente.

Uma Análise de Freud III
Interpretação do mapa astrológico de Freud: o Signo Lunar.

Uma Análise de Freud IV
Interpretação do mapa astrológico de Freud: o Signo Solar.

Uma Análise de Jung
Interpretação do mapa astrológico de Jung : o circuito do Sol.

Uma Análise de Jung II
Interpretação do mapa astrológico de Jung: Lua, Mercúrio e Vênus.

Uma Análise de Jung III
Interpretação do mapa astrológico de Jung: Marte e Júpiter.

Uma Análise de Jung IV
Interpretação do mapa astrológico de Jung: Saturno, Urano, Netuno e Plutão.

Psicologia Individual - Adler - Parte II - Parte III - Parte IV
Interpretação do mapa astrológico de Alfred Adler: e sua vida anterior ( Parte IV).

Psicologia do Nós - Parte II - Parte III - Parte IV 
Interpretação do mapa astrológico de Fritz Kunkel pela Psicologia do Nós.

Psicossíntese - II - III - IV
Interpretação do mapa astrológico de Roberto Assagioli e a psicossíntese.

Psicodrama - II - III - IV
Interpretação do mapa astrológico de J. Moreno e sua teoria psicológica


(continua)





sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Mitos do Firmamento

Mitos do Firmamento
MITOLOGIA E ASTROLOGIA - Mitos do Firmamento




Este setor apresenta um texto original sobre um mito. Em seguida, sua interpretação conforme o sentido astrológico – pela caracterização de um signo ou de outra característica astrológica.

Mitos do Firmamento




Os Astros
Contam que os astros inscritos na abóbada celeste, eram filhos do titã Astreo e Hibéria. Quando estes ousaram – em um bloco familiar – alçar o Olimpo, foram todos rechados pelos raios de Zeus. Por isso, permaneceram “semeados” no espaço sideral; consolados apenas pela admiração das criaturas terrenas.



A Lua – Selene
A Lua – ou Selene – ao receber a notícia de que seu irmão Hélios houvera se afogado, se atirou – do alto – de seu palácio. Comovidos, os deuses a transmutaram em astro (ou melhor, no satélite da Terra).



Calisto
Calisto, filha de Licaonte, era uma das ninfas prediletas de Artemis (Diana). Zeus, transmutado em Artemis, “abordou” Calisto, a qual não resistiu seus encantos. Artemis, ao descobrir que essa ninfa se engravidara – do vindouro Arcas –, a expulsou de seu cortejo. Hera (ou Juno, esposa de Zeus), enciumada, ao saber do fato – foi mais longe –, transmutou a ninfa numa ursa.



Licaonte
Licaonte, rei das Arcádias, por ter sido cruel, fora transmutado em lobo, por Zeus. Por isso, Arcas – filho de Calisto e neto do mesmo –, assumiu seu reino. Entretanto, Arcas tinha por predileção a caça. Certa ocasião, por ter espreitado uma bela ursa, a qual decidira abater – sem saber que esta era a metamorfose de sua própria mãe –; Zeus, precavido o transmutou em urso (para evitar o matricídio). O rei do Olimpo – sem outra alternativa – elevou os dois ao firmamento; formando assim, as constelações da grande e da pequena ursa.



As Plêiades
As Plêiades eram em número de sete, ou seja: Maia, Eletra, Taigeta, Astérope, Mérope, Alcione e Celeno, todas elas, filhas de Atlas e Pleione. Zeus (como sempre) cortejou algumas delas. Maia, com Zeus, gerou Hermes (Mercúrio). Eletra, também com Zeus, foi mãe de Dardanos. Taigeta teve com Zeus, Taigeto. Glauco, uma criatura marinha era filho de Alcione e Poseidon (Netuno), que também aplicou seus cortejos sobre essas beldades; pois, com Celeno, esse deus foi pai de Lico (o qual mais tarde acolheu os argonautas). As Plêiades se encontram na constelação do Touro; sendo metamorfoseadas em estrelas como castigo ao pai, por atentar contra os segredos dos deuses.



Via Láctea
A qualificação de galáxia se deu em razão da larga faixa de estrelas (de aproximadamente um meridiano), a qual pela sua brancura recebeu o nome de Via Láctea (o caminho que vai de encontro ao palácio de Zeus); tendo sua origem numa fábula muito simples. Hera (Juno), atendendo ao pedido de Palas Atena, ofertara o seio a Hércules, o qual havia sido encontrado – sobre a relva – onde Alcmene, sua mãe, o abandonara. Mas este, ao sugar (devido ao apetite), aplicara tanta força que, o leite esguichou numa imensa quantidade, originando assim a Via Láctea. 



Abóbada Celeste
Existem vários mitos gregos em relação aos símbolos inscritos no firmamento, sob a forma de astros, estrelas e constelações, que poderiam ser considerados, ou seja, Eósforos, Hésperos, Órion, Sírius e outros, como o da própria origem do zodíaco, o qual já foi descrito.

Comentário
Os mitos relacionados com a configuração do firmamento, embora embasados na fantasia (ou dotados de uma lógica que pode ser classificada – atualmente – de infantil), ensinam – em parte – a forma singela para a aplicação da capacidade do pensamento num sentido abrangente, acessível  em razão das diversificadas áreas do conhecimento, sejam estes implicados em crença, filosofia, psicologia, ciência, astrologia, astronomia, arte ou quanto a quaisquer outros tipos de estudos (ou pesquisas).
A mitologia estabeleceu a arte (didática) de pensar por imagens; o entendimento através da analogia (um desenvolvimento que foi perdendo sua intensidade pela intromissão do – instrumento de vanguarda – raciocínio). Por esse sistema se encontrava a possibilidade de integrar numa simples alegoria um significado de ordem geral, vale dizer, totalitário; pois, podia manter nesse componente, até aquilo que poderia ser essencial em razão da posteridade (conforme as necessidades mais recentes); por isso se tornou respeitável (até hoje pelos próprios meios acadêmicos). No entanto, tudo era elaborado nos conformes de uma pedagogia “infantil”, ou seja,  em razão das predileções fantasiosas (próprias) de uma criança, mas, com a finalidade – em cada concepção – lógica num sentido adulto (pela resolução ideal do pensamento). Tais símbolos envolvendo as leis das correspondências universais, são elementos (do conhecimento) de ordens globais, pela integração que fazem entre ciência e metafísica. Pois, esses sentidos simbólicos e hierarquicamente superpostos não se excluem de modo algum uns dos outros. 



O mito dos astros, por exemplo (alias, reforçado pelos outros), expressa a finalidade da criatura terrena em razão das leis de correspondência em termos de sua finalidade; o que implicaria – em outras palavras – naquilo conhecido atualmente como: a importância do ponto de onde se encontra o observador. Para esclarecer, seria necessário citar o seguinte: Depois da descoberta de Copérnico (sistema heliocêntrico) alguns astrólogos – como Boulainvilliers – tentaram levantar horóscopos heliocêntricos, cujas iniciativas foram em vão. Por isso – até hoje –, a astrologia emprega (como única forma eficiente) a posição relativa do observador, ou seja, se vale do sistema geocêntrico. Por outro lado, a física quântica também considera essa relação do observador; tudo enfim integrado no denominado – e importante – princípio antrópico.    

(continua)

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Astrologia - Interpretação

Astrologia – Interpretação

ESTUDOS ASTROLÓGICOS: Interpretação






Astrologia – Interpretação

Programa de interpretação astrológica conforme os seguintes temas:

Interpretação - o início
Tema dedicado ao astrólogo (aspirante) diante de sua primeira interpretação astrológica.

Esse elemento, o ascendente, fonte de todas as manifestações é o laboratório de todos os experimentos indicados no mapa, então é preciso ser estudado da melhor forma possível, para saber como ele corresponde, em cada situação que se encontrar.
Para uma boa interpretação astrológica é necessário estar ciente destas leis universais:
1) Lei de Causa e Efeito;
2) Lei de Atração entre Análogos e Homólogos;

Sol – Poder e Livre Arbítrio
Os aspectos do Sol num tema representam o grau de consciência . . .
Os triângulos aqui apresentados são equivalentes aos conhecidos Triângulos de Bailey, acrescidos de alguns detalhes – para facilitar o entendimento nas interpretações.

Dando continuidade a esse tema – sobre triângulos – deve ser observado o seguinte: Primeiro é preciso analisar cada ponta do triângulo escolhido, que é dependente do assunto a ser pesquisado.

Preferencialmente, deve ser examinada a casa XII para a verificação do  carma, onde pode indicar também uma possível . . .

A situação negativa ou positiva de uma casa não depende só dos planetas (caso existam) nela situados, mas também da situação e estado dos regentes dessa mesma casa.

Em astrologia as chamadas quadruplicidades implicam num profundo estudo;

Todos os aspectos em graus podem ser explicados pela triplicidade da cruz. . . .

O sextil, o trígono, a quadratura, a oposição, o quincúncio . . .

Como já foi esclarecido, não importa a condição de um planeta estar em aspecto com outro – nesse ou naquele signo -, pois um aspecto é determinado pela distância em graus e não por signo, mas a separação entre signos pela triplicidade da cruz, faz com que se torne claro o sentido desses aspectos.

Temperamentos e Fases - Torna-se importante calcular os temperamentos e fases para a interpretação de um nome ou mesmo em relação ao mapa astrológico. Entretanto, ainda não foi apresentada uma teoria definitiva sobre o assunto.

Palavras Chave das Qualidades

O trígono vai manifestar uma energia capacitiva e estática (estabilizada), mas disponível dentro de um manancial quase inesgotável, a favor dos planetas em questão.

A quadratura é uma associação energética atuando sob a condição de um resultado dispersivo dentro de um trabalho arriscado ou inseguro.

Uma oposição exata divide o Zodíaco em duas  partes iguais. Isso vai determinar por analogia uma dependência – mútua – entre duas forças.

A Conjunção representa uma síntese de duas ou mais forças que matematicamente pode ser explicada da seguinte maneira. Exemplo: dois planetas em conjunção no signo de Áries.

O Quincúncio, o semi-sextil . . .

O Sentido da Quadratura - Partes: II - III
O Sentido da Quadratura  - um estudo atual sobre esse aspecto.

O Significado das Casas - Partes: II - III
Uma nova abordagem sobre signos e casas astrológicas.

Os Graus do Zodíaco
Estudo de cada signo em relação aos 144 números (em termos de graus do Zodíaco).

O Circuito Planetário, conforme foi definido – anteriormente – mantém uma analogia com o circuito eletrônico (distribuição de forças).  A interpretação do mapa astral apresentado acima, foi feita seguindo este método; sendo descrita aqui como exemplo (com autorização do nato). A análise deve iniciar partindo de qualquer conjunto de aspectos planetários (circuito),
Uma interpretação inicial do mapa astrológico de Freud: síntese.

Uma Análise de Freud II
Interpretação do mapa astrológico de Freud: o Ascendente.

Uma Análise de Freud III
Interpretação do mapa astrológico de Freud: o Signo Lunar.

Uma Análise de Freud IV
Interpretação do mapa astrológico de Freud: o Signo Solar.

Uma Análise de Jung
Interpretação do mapa astrológico de Jung: o circuito do Sol.

Uma Análise de Jung II
Interpretação do mapa astrológico de Jung: Lua, Mercúrio e Vênus.

Uma Análise de Jung III
Interpretação do mapa astrológico de Jung: Marte e Júpiter.

Uma Análise de Jung IV
Interpretação do mapa astrológico de Jung: Saturno, Urano, Netuno e Plutão.

Psicologia Individual - Adler - Parte II - Parte III - Parte IV
Interpretação do mapa astrológico de Alfred Adler e sua vida anterior (Parte IV).

Psicologia do Nós - Parte II - Parte III - Parte IV
Interpretação do mapa astrológico de Fritz Kunkel pela Psicologia do Nós.

Psicossíntese - II -
Interpretação do mapa astrológico de Roberto Assagioli e a psicossíntese.

(continua)


terça-feira, 2 de agosto de 2011

Jung - Síntese

Jung - Síntese



O Advento da Psicologia IX – Psicologia e Astrologia III: Jung - Síntese

Psicologia e Astrologia


Conceitos de Jung - Síntese 

Fundamentos de Jung expressos em termos astrológicos:

Ego

Ego é uma função de síntese e não de análise; o que inclui a consciência e a memória, mantendo uma qualidade contínua de coerência na personalidade.

Inconsciente Individual

Inconsciente Individual ou pessoal é equivalente ao subconsciente de Freud. Todas as experiências desagradáveis, traumáticas ou frustradas nele se instalam.

Complexos

O complexo é um magneto, um núcleo  sob uma forma de pensamento ou imagem, que vai crescendo. Vale como um conjunto de memórias que existe no Inconsciente Individual.

Quarta Casa Astrológica

A quarta casa expressa a estrutura do Inconsciente Individual; onde ressalta a herança psíquica da evolução humana legada a todo indivíduo em seu nascimento. Nela se encontra a origem da emoção e do complexo, pois identifica a qualidade do arquétipo de mãe existente naquele tipo familiar, de efeito compulsivo. Pois o complexo pode levar o indivíduo ao fanatismo; como no caso de ‘Hitler”, por exemplo. Dessa forma, o regente da quarta casa se torna eficiente na indicação dos complexos.

Inconsciente Coletivo

Os arquétipos são os personagens que habitam no inconsciente coletivo. Portanto (para Jung), os arquétipos habitam na mente de todas as pessoas, com suficiente força para influenciar cada um, justamente por se encontrarem em estados latentes; ou seja, como padrões (inconscientes) de ordem coletiva. Como exemplo: mãe → um arquétipo. Embora as pessoas não mantenham um contacto direto com tais imagens de modo consciente, cada uma sente a emoção implícita em tais símbolos através da pintura, literatura ou por outras formas. Os arquétipos são definidos como imagens primordiais ou mitológicas; ou seja, como formas do pensamento universal, o qual contem emoção.

Persona

A Persona é um arquétipo necessário, onde se mostra a máscara social; representa o papel que a personalidade desenvolve na sociedade. No mapa astrológico é definida em razão do Ascendente (ASC).

Sombra

A Sombra tem sua origem nos instintos animais que o homem herdou; caracterizando o lado animal da natureza humana. Indicada no mapa por Netuno implica num sentimento “cainista”. Todos os defeitos são conteúdos da Sombra, ou melhor, tudo que deixa de ser apreciável. Portanto, num mapa, quando esta se apresenta pouco desenvolvida indica falta de sentimento de culpa. Em caso contrário, a Sombra normalmente pode ser projetada pelo indivíduo numa pessoa de mesmo sexo (quase sempre). Como a teoria de Jung adentra na esfera da ‘educação psicológica’ (orientação), deixa transparecer certas considerações como: Conhecer a própria Sombra seria o mínimo que uma pessoa deveria fazer para desenvolver o conhecimento humano. Entretanto, quando maior a Sombra, maior deve ser a Luz. Um exemplo: problema de ‘fofoca’ seria uma projeção da sombra.

Anima

Representada pela Lua indica o lado feminino no homem, pois está associada ao arquétipo de mãe. Como imagem pode implicar na figura da primeira namorada; e em sonhos, pode ser simbolizada pela feiticeira, etc. Uma intuição profunda do tipo que avisa sobre o perigo, ou indicadora do que vai acontecer é uma função da anima.

Animus

Indicado pelo Sol define o lado masculino na mulher; e de modo geral representa a mente e o espírito. O Animus vai ser projetado na figura do professor, etc.

Num mapa astrológico Saturno representa o arquétipo do ‘Velho Sábio’ (a consistência) ou o ‘Self’, o reconhecimento da personalidade, sua integração. Mercúrio representa O Psico- pompo (ou Psico-pombo) – o grande mediador – o mágico.

Duas qualidades (diferenciadas) do indivíduo:


Extroversão
A extroversão se caracteriza com a maioria dos planetas acima do horizonte.

Introversão
A introversão se caracteriza com a maioria dos planetas abaixo do horizonte.



Os quatro tipos básicos do indivíduo:

Pensamento
O tipo Pensamento se caracteriza com a maioria dos planetas em signos de Ar.

Sentimento
O tipo Sentimento se caracteriza com a maioria dos planetas em signos de Água.

Sensação
O tipo Sensação se caracteriza com a maioria dos planetas em signos de Terra.

Intuição
O tipo Intuição se caracteriza com a maioria dos planetas em signos de Fogo

(continua)