segunda-feira, 22 de abril de 2013

Graus do Zodíaco: Libra



Os Graus do Zodíaco – Libra
ESTUDOS ASTROLÓGICOS: Os Graus do Zodíaco – Libra



Os Graus do Zodíaco: Libra

Conforme o já indicado anteriormente: Como o Zodíaco perfaz 360 graus, dividido por 144, resulta num espaço (do círculo) de 2 graus e 30 minutos para cada um desses fatores; sendo que, de 30 em 30 graus, se apresenta o número fundamental da hierarquia, representante de seu respectivo signo. Libra se inicia à 180 graus do Zodíaco.
Recordando: os elementos que constam na coluna do débito são os representantes que ocupam os 30 graus – na seqüência – em razão de cada signo; e, por simetria, o crédito embasa o sentido dessa permuta por questão de cada hierarquia.




24 – Predileção – 2º 30’
A Temperança (7) correspondente ao signo de Libra (da simetria ou equilíbrio), recebe de Virgem (a Graça), ou sua Finalidade Ativa (casa XII), o fator da Predileção (24); contribuindo por isso em Escorpião (o Silêncio), seu Meio Passivo (casa II: valores) com a Beleza (19).  Isso se esclarece pelo seguinte: A Predileção (24), significa também as ‘reais escolhas’ – de ordens pessoais –, uma das condições essenciais para Libra, signo regente de todos os ‘acordos’, cuja equivalência sobre esse sentido, se complementa em razão da “forma”, a qual se expressa em função exata do fator Beleza (19).
29 – Maravilhoso – 5º
Pelo quanto implica em suas qualificações, num sentido contábil, Libra acolhe em sua escala hierárquica sob os desígnios de Leão (a Fidelidade), seu Débito do Meio (casa XI: amizade), a expressão do Maravilhoso (29), ofertando espontaneamente para Sagitário (a Justiça), seu Crédito do Fim (casa III: comunicação), seu qualificado padrão da Arte (31). Nessas relações as ordens também são básicas pela expressão de Libra, signo que determina: a estética, o agradável, o belo, o encanto, a harmonia, etc.

46 – Popularidade – 7º 30’
De Câncer (a Pureza), seu Débito (casa X: elevação social) alcança o nível da Popularidade (46), em razão da qual atribui em Capricórnio (a Honra), seu Crédito (casa IV: atributo familiar, genético e emocional), o mérito da Concepção (43). Nisso também se encontram fatores fundamentais de Libra conforme as palavras chave: atratividade, aplauso, audiência, comprometimento, etc.

51 – Realidade – 10º
Por intermédio de Gêmeos (a Liberdade), seu Débito do Fim (casa IX: expansão), reflete em seus meios a Realidade (51), pela qual compensa o signo de Aquário (a Misericórdia), seu Crédito do Meio (casa V: satisfação pessoal) com o sentido da Harmonia (55). Nisso se define a ordem de fundamental importância sobre as conseqüências oriundas da desigualdade (característica simbólica da balança); no que resultam as palavras chave: equilíbrio, hesitação, indecisão, indiferença, etc.

68 – Fertilidade – 12º 30’
 
Pelo quanto significa Touro (o Respeito), seu Meio Passivo (casa VIII: o inconsciente), precisa administrar o que exige a Fertilidade (68), em cujo tipo de resolução nesse sentido, consiste na aplicação em Peixes (o Amor), sua Finalidade Passiva (casa VI: saúde e trabalho), o fator da Sustentação (67).
Pelo quanto isso equivale se tornam básicos os seguintes termos: compartilhar, concordar, pacto, partilha, cooperação, dependência, direito familiar, etc.

73 – Triunfo – 15º
Prosseguindo nesse processo, em relação ao signo de Áries (a Coragem), seu Princípio Passivo (casa derivada de Libra: relações e compromissos), determina em sua escala a qualificação do Triunfo (73), em cuja exata permuta direta assegura ao mesmo a Consolação (79). Nessa relação se define o próprio sentido de seu eixo (Áries / Libra), que em resumo procede com as seguintes palavras: competir, sujeição, disputa, empate, estratégia, concorrência, conformação, aceitação, etc.

90 – Sentimento – 17º 30’

Sob as considerações de Peixes (o Amor), seu Fim Passivo (casa VI: trabalho e saúde), aceita acrescentar em seu índice seqüencial, o Sentimento (90), pelo qual classifica como ideal para Touro (o Respeito), seu Meio Passivo (casa VIII: inconsciente), seu direcionado poder da Regeneração (91). Por questão dessa troca se identificam como significativos: a compatibilidade, a relação íntima, a união, o matrimônio, o marido, a esposa, e até outras ordens de sentidos recíprocos.

107 – Paz – 20º

Pela influencia de Aquário (a Misericórdia), seu Crédito do Meio (casa V), atribui em seu setor a ordem da Paz (107), retribuindo por isso para Gêmeos (a Liberdade), seu Débito do Fim (casa IX), a importância da Adaptação (103). O significado dessa correlação se justifica pelos termos: consonância, uniformidade, deferência, divisão, duelo, ajuste, guerra, conciliação, etc.

112 – Excelência – 22º 30’

Na relação com Capricórnio (a Honra), seu crédito (casa IV), agrega conforme a sucessão de seu nivelamento, a ordem da Excelência (112), expressando em Câncer (a Pureza), seu Débito (casa X), seu básico Modelo (115). Palavras chave sobre quanto nisso implica: concordância, coordenação, estilo, etiqueta, supremacia, embelezamento, aprovação, categoria, diplomacia, protocolo, etc.

129 – Prudência – 25º

Conforme indica Sagitário (a Justiça), seu Crédito do Fim (casa III), reconhece o fundamento da Prudência (129) na ordem de seu sentido zodiacal, determinando assim em Leão (a Fidelidade), seu Débito do Meio (casa XI), a lógica do Anti-modelo (127). O significado desse grau se define conforme os termos: divergência, judicioso, forense, intimação, equânime, apelação, ultimato, etc.

134 – Imunidade – 27º 30’ 

Finalizando pelo quanto fundamenta Libra na ordem de seus graus; Escorpião, (o Silêncio), seu Meio Ativo (casa II), deposita em sua conta a Imunidade (134), em cuja condição desse intercâmbio resulta na sua aplicação em Virgem (a Graça), sua Finalidade Ativa (casa XII), do valor Inesgotável (139). Nisso se conclui pelo significado desse signo sob os termos: atração irresistível, promiscuidade, indignação, demérito, desprezo, vacilo, preconceito e outras considerações desse sentido.

Essa configuração arremata as qualificações da Temperança (7), representada pelo signo de Libra, classificado em:

Gênero: masculino
Fase: tipo cardinal
Palavra chave: equilíbrio
Elemento: ar
Temperamento: sanguíneo
Qualidade: quente e úmida
Atitude: de nível impessoal (atuações num sentido coletivo)
Dependência: em função de eixo com o signo de Áries
Planeta regente: Vênus
Letra: G
Nota Musical: F# (fá sustenido)
Cor: verde limão
Graus do Zodíaco: de 180 até antes dos 210 graus (que define Escorpião)

Estas informações inéditas (em razão desse signo) se constituem num trabalho imenso em razão de pesquisas (durante muitos anos); conforme inúmeras interpretações astrológicas nesse sentido (pela sua confirmação).

(continua)

segunda-feira, 15 de abril de 2013

O Tempo Relativo XI



O Tempo Relativo XI
NUMEROLOGIA E FÍSICA TEÓRICA: O Tempo Relativo XI






Este setor implica numa definição – por escolha –, entre vários temas da Física Teórica, com demonstrações, em função da Lógica Relativa ou Natural (determinante de 22 axiomas), desenvolvida conforme a Linguagem da Cruz (dos 144 Números).
As explicações científicas aqui devem se processar sob um grande dilema: sua difusão; pois interessados em física não admitem uma interferência da numerologia (nem por curiosidade) em seus assuntos; e elementos mais ‘espiritualizados’, geralmente, “desdenham” o sentido científico (uma área do conhecimento racional); resultando assim num trabalho sobre textos descritos quase que “ao vento”. Portanto, tentar auxiliar os meios científicos  exige “idealismo” e grande esforço (como numa missão impossível) diante de “poucos frutos”; mas que vale a pena (por sua revelação).






O Tempo Relativo
 
De acordo com o estudo anterior, como “tempo presente” 66 – 20 Segurança = 46 “dimensão de largura”, então, aquilo que assegura (20) a manifestação do estado de ordem posicional em relação ao trem (o qual simula neste caso o corpo do tempo), seria dessa forma sua – exata – dimensão física de largura (ou propriamente sua medida específica de vagão).



Considerando por imagem, pela ilustração desse fato lógico, o presente (expresso em função do trem), se relaciona – geometricamente – com cada ‘apoio’ (simétrico) que se encontra ao longo da linha férrea;  em cujo fundamental tipo de medida (como se nos conformes de uma escala de tempo), tornasse possível a determinação ou até mesmo a liberação das individuais  sensações temporais dos passageiros; ambos absortos com suas observações visuais, sob reações objetivas ou subjetivas, ou seja, exatamente de acordo com seus próprios “relógios” (de ordens “corporais”, pessoais). Pois, o presente surge aos passageiros pelas transversais (de ambos os lados), formando assim perpendiculares em relação ao sentido do percurso (ou ainda em função ao comprimento do trem).



O lado oposto de cada passageiro – por simetria entre janelas – significa um tipo de observação subjetiva, logicamente constatada apenas sob uma consideração presumida, definida por comparação em razão do que se consegue discernir objetivamente, pela própria qualidade de uma – real – posição (ou visual).

No livro ‘A Barreira do Tempo’ contém o seguinte:

“O tempo é geralmente calculado por nós como sendo longo ou curto. Porém ele pode ser também largo ou estreito. O número de probabilidades e o campo de ação determinam a sua largura.” (Andrew Tomas)


Só que, por esta comparação expressa sobre o tempo, sua considerada largura precisaria ser constante – em termos de suas próprias dimensões físicas – conforme assim se determina em função de um trem sobre sua linha férrea; num sentido propriamente invariável.
Por questão desse fato (assim definido), vale testar as conseqüências pelo quanto isso poderia implicar: 
Considerando um trem alterado em sua forma, reduzida somente em razão da sua largura, sob uma exata – e especial – proporção pela qual se tornaria possível – em cada assento ordenado na fileira de cada vagão –, viajar apenas um passageiro – logicamente – disposto entre duas janelas, uma na direita e outra na esquerda; por lógica, o que deveria ocorrer nesse sentido (conforme cada observação individual) ?
Nessas condições – obviamente –, cada observador – simulando um viajante do tempo – teria uma percepção mais ampla, com acessos diferenciados entre ambos os lados do percurso, muito embora ainda limitados, pela falta de visão tanto da frente quanto detrás; isso sob uma consideração bem objetiva.
De acordo com os resultados dessa comparação se acentua nesse sentido certo tipo de extensão do presente, servindo ainda para suscitar uma possível condição pelo quanto a Realidade – temporal – propriamente significa (Tempo 174 – 123 Liderança = 51 Realidade).
Sob essas circunstâncias (básicas) se encontram outras questões (necessárias):
Seria a Realidade do presente apenas relativa?
Como exata resposta de ordens numéricas, isso implicaria num ‘sim’, pois: Realidade (51) 195 – 103 Adaptação = 92 Arbítrio; cujo resultado expresso (claramente) indica  a dependência de uma condição arbitrária (92); necessariamente fundamentada em função da qualidade de percepção humana (privilegiada nesse sentido analítico).   
Por esse fato a Realidade poderia significar um fator definido entre ordens – ou condições – relativas (Realidade 51 – 17 Criatividade = 34 “relatividade”) até para justificar a própria manifestação do presente, o qual se identifica – apenas – sob estados parciais; em cujo tipo de vestígio teórico ainda se encontra  como dúvida – o seguinte: Por essa observação, o estado – temporal – do presente seria dual?
Teria essa dualidade – do presente – certa semelhança com a manifestação do fator de ordem ‘diária’ que se desdobra entre dia e noite?
De modo objetivo, como se estreitaria a largura do tempo?
Pelo modelo do trem estreitado, cada passageiro teria condição de observar tanto as paisagens de ida quanto as de volta (da viagem).



Adentro ao trem – em ambos os modelos considerados – a linha férrea – linha do tempo – só poderia se vista por duas posições: na que se encontra o maquinista (cabine do futuro) ou pelo fundo do último vagão (local do passado).



Por essa ordem – temporária – do trem, pela cabine dianteira – exclusivamente – se evidenciaria, por exemplo, como visão especial, uma estação se aproximando, a qual mesmo significando o preciso destino de algum passageiro dependeria da decisão do maquinista, o qual caso não queira (mesmo com essa obrigação) poderia não efetuar a parada; pois: futuro 54 – 51 Realidade = 3 Liberdade.



Seria preciso salientar também que a linha férrea seria o único espaço pelo qual o trem estaria condicionado a ocupar; significando ainda a exata distância do percurso.

(continua)

Para saber mais: empregue os Marcadores.

Legado utilizado como bordão:
“Todo conhecimento que não pode ser expresso por números é de qualidade pobre e insatisfatória” (Lord Kelvin).

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Vestígios Indeléveis: Freddie Mercury



Vestígios Indeléveis IV    Freddie Mercury
ESTUDOS DE NUMEROLOGIA: Vestígios Indeléveis – Freddie Mercury

Esses estudos visam expor temas relativos aos 144 números, ou melhor, sobre a Linguagem da Cruz, de modo prático (objetivo); sem precisar de considerações filosóficas mais profundas como ocorre no caso do setor denominado Filosofia dos Números.



Vestígios Indeléveis – Freddie Mercury

O sentido exato deste tema não visa propriamente apresentar uma análise de ordem astrológica (nem pela numerologia)  sobre essa personalidade, por tipos de qualificações psicológicas (ou sob outras considerações); outrossim, procede apenas em razão de poder demonstrar os recursos embasados na teoria dos 144 números como método para uma boa investigação (ou pesquisa); pois, a importância desse fundamento, se refere tão somente quanto aos motivos que assim se expressam em termos de relações numéricas pela determinação de “vestígios”.
No geral (por lógica), isso deve se processar conforme ordens anteriores, em que foi possível indicar presumidamente,  a vida anterior – reencarnação – de Alfred Adler, em cujo tipo de andamento para este caso, não precisa ser demonstrado sob nenhum “mistério” (como antes), ou seja, em função dessa correlação pela qual se determinada entre duas personalidades (através da astrologia e numerologia); os nomes aqui já se definem desde o início: Freddie Mercury e Oscar Wilde.



Freddie Mercury (Farrokh Bulsara)
Nasc: 05/09/ 1946 – 5: 10 am – Zanzibar - Tanzania




Oscar Wilde (Oscar Fingal O’Flahertie Wills Wilde)
Nasc: 16/10/1854 – 3: 00 am


Para diferenciar este processo, antes seria preciso relembrar o ‘caso Adler’, que se definiu – em termos de correlações – sob a quase total forma de sublimação (transfiguração pelo número 36), por parte de uma personalidade em função da outra (inclusive sobre as influências numéricas dos nomes) como referência, fato no qual não havia números iguais.
Neste outro tipo de análise, o caso se define sob poucas sublimações, por isso, algumas semelhanças numéricas – encontradas – resultam em qualificadas espécies (de lógicas) classificadas como “vestígios”; ou seja, conforme os números se igualam nessa relação:

Sol (F. Mercury) 56 = nome: “Oscar” 56 (consoantes: 40; vogais: 16)
Quiron (F. Mercury) 107 = Sol (O. Wilde) 107
Netuno (F. Mercury) 29 = casa II (O. Wilde) 29
Roda da Fortuna (F. Mercury) 30 na casa IX = casa IX (O.Wilde) 30
Nodo Norte (F. Mercury) 81 = Saturno (O. Wilde) 81
Plutão (F. Mercury) 49 = nome: Fingal (O. Wilde)
Lilith (F. Mercury) 53 = casa IV (O. Wilde) 53
Nome: Farrokh 77 (consoantes: 61; vogais: 16) = nome Wills 77 (consoantes: 68; vogais: 9).

Esses elementos determinados pelos mesmos termos – numéricos – indicam características semelhantes entre os dois, sob condições levemente diferenciadas num sentido de praticidade; por questão de um em relação ao outro. Como observação, são relevantes possíveis tipos de “entrelaçamentos” numéricos (por referência), conforme ocorre, por exemplo, com os números 105 e 107; pois, nessa ordem o segundo fator (107) equivale ao crédito em função do primeiro (conforme o quadrado da cruz); cuja espécie de classificação, já induz em parte certas considerações – sobre a análise – de coincidências, que assim vão se ampliando durante esse processo.
Para justificar melhor no quanto implica tais indícios, nessa correlação se encontram qualificações – semelhantes entre ambos – bem definidas pelo seguinte:  105 Convicção = 49 Heroísmo + 56 Modéstia; e 107 Paz (“uniformidade”) = 30 Tempo + 77 Mistério; que são assim classificados em função de cada personalidade:

F. Mercury:  105 = Sol 56 + 49 Plutão; e 105 = ASC 88 + 17 Mercúrio
O. Wilde: (casa XII) 105 = “Oscar” 56 + 49 nome: “Fingal”
F. Mercury: 107 (Quiron) = roda da fortuna na IX 30 + 77 nome: “Farrokh”
O. Wilde: (Sol) 107 = casa IX 30 + 77 nome: “Wills”

Em resumo isso identifica atitudes ousadas ao extremo (sem comedimento sobre as conseqüências), significando para outrem modos extravagantes, conforme a própria biografia de cada um deles indica, cuja forma de expressão só varia em função de diferenciadas épocas. Os números 29 e 30, não só em razão dessa seqüência, mas também pelo quanto representam (pois merecem um estudo reconhecido como propriedade para mais adiante em razão do número 870 = 29 x 30), entre significativas qualidades (capacidades especiais).   
No entanto, para este tema, o mais importante consiste em apresentar os vestígios numéricos pela confirmação deste método de investigação profunda – por correlações –, e não propriamente no sentido de realizar interpretações astrológicas sobre tais personalidades.  
Mesmo porque, esse processo – de investigação – só pode ser efetivado por intermédio da lógica dada pelos 144 números, apesar  de ser empregado em função da astrologia.

(continua)

Legado utilizado como bordão:
“Todo conhecimento que não pode ser expresso por números é de qualidade pobre e insatisfatória” (Lord Kelvin).


segunda-feira, 1 de abril de 2013

Mitos da Transformação III



Mitos da Transformação III
MITOLOGIA E ASTROLOGIA: Mitos da Transformação III

Este setor apresenta um texto original sobre um mito. Em seguida, sua interpretação conforme o sentido astrológico – pela caracterização de um Signo ou de outra característica astrológica.



O Caos


Do modo como a Mitologia (grega ou romana) se determinara em estrutura – de continuidade – desde sua origem, passou a descrever – principalmente – após o progresso (teórico) alcançado sob as propriedades inspiradoras do Caos (num sentido existencial evolutivo); em todos as suas fábulas se encontram – diversificados – tipos de transformações (ou metamorfoses). Por isso, vale ressaltar também sobre esse assunto alguns temas menos populares:



O Dilúvio

Zeus, indignado pelo comportamento errado da raça humana, sem encontrar alternativa, decidiu provocar um dilúvio sobre a terra, o qual visava o extermínio dessa espécie “de safra malsã”; com exceção de Deucalião e Pirra, em cuja qualidade do casal se reconhecia a forma digna de viver (como exemplo para a humanidade).



Cêrambo

Entrementes, mesmo sob o inesperado eclodir da catástrofe (do dilúvio mundial), Cêrambo, um pastor da Tessália, muito atento pelo quanto o perigo se mostrava, no momento certo – quase fatídico em sua fuga –, conseguiu se refugiar numa montanha próxima de sua morada. Nessa ordem, quando as águas já se nivelavam ao seu redor, ninfas em emersão, prontamente o socorreram através de seus poderes, conferindo a Cêrambo um par de asas, que por isso se salvou. No entanto, pelo quanto significava esse tipo de desmando, Cêrambo foi transformado em escaravelho.



Depois, como única solução para repovoar o mundo, por instruções recebidas, Deucalião e Pirra teriam de lançar pedras – colhidas do chão – por detrás dos ombros. Nesse procedimento, as pedras atiradas (acima do ombro) por Deucalião se transformavam em homens, enquanto que, pelos iguais atos de Pirra, as mesmas só se revertiam sob a forma de gênero feminino.



Aracne


Aracne, era uma bela jovem da Líbia que se tornara famosa pelo quanto se desenvolvera em seus trabalhos num nível – excepcional – sobre os tecidos, em cuja qualificação (assim alcançada), se constituíra – necessariamente – sob a indispensável direção da deusa Atena, a qual conforme se qualificava – além de outras virtudes – era regente também das habilidades manuais, como exato padrão nesse sentido.
Assim, por causa de seu enorme sucesso, passou  a  expressar – sob intenso orgulho – o conteúdo mórbido de sua extrema vaidade, chegando até a relegar o padrão fundamental dessa deusa (Atena) para justificar suas qualificadas virtudes artesanais. No entanto, serena e comedida, Atena, metamorfoseada em velha, ainda procurou se aproximar da moça, para com seus conselhos (de idosa experiente) tentar lhe convencer a mudar de procedimento (insensato e desrespeitoso); fato que resultara numa ousada rejeição. 



Como se não bastasse, Aracne ainda confessara que gostaria mesmo era de poder competir – em arte – com a própria deusa das habilidades manuais (Atena). Então, a deusa – desfeita do seu artifício de idosa – num gesto instantâneo se mostrou com todo o seu esplendor, afirmando que aceitava o desafio; o qual se iniciou de imediato. No final da prova, ambos os trabalhos – num sentido artístico – se qualificaram sob as ordens de magníficos (padrões de beleza); com exceção do único detalhe relevante entre os dois: os bordados de Aracne se caracterizam com extremo desrespeito, por figurar em tecido as variadas relações amorosas de Zeus (com autêntico deboche). Desse modo, nada mais se justificava sobre o fato, por qual motivo Aracne foi transformada numa aranha; como a própria fiandeira de sua exata e determinada teia.



 Acalantis

Acalantis, era uma das 9 ninfas filhas do rei Piero da Macedônia, a qual liderava um grupo musical formado entre suas irmãs. Encantada pelo nível – supostamente – alcançado em suas execuções musicais; por imprudentes motivos de orgulho, chegara a difundir que seu coral superava o canto das 9 Musas do Olimpo. Por castigo, ela e suas irmãs foram transformadas em pássaros, que em suas atuações, nem discernem em que tom cantam, embora ainda “encantem” sob esse tipo de virtude musical.




Aédon

Aédon, esposa de Zeto, por invejar a considerada fertilidade de Níobe, sua cunhada, tentou matar um filho dela – enquanto a criança adormecia –, assassinando por engano seu próprio filho. Transtornada, suplicou clemência aos deuses, sendo por isso transformada num rouxinol. Depois disso, Níobe, por injustificada afronta – infamante – contra a deusa Leto, foi metamorfoseada em rocha.

Comentário:

Sobre as transformações (apesar de serem muitas) gregas vale incluir também: Ismeno que teve suas filhas transformadas em fontes; Ânio, um pai orgulhoso em razão de suas 3 filhas serem profetizas, em auxílio da guerra de Tróia, nunca mais pode revê-las, por terem sido metamorfoseadas em pombas; e Cêlmis, protetora de Zeus, quando ainda era infante (no período inicial), que por desobediência, sob um castigo de Réia (Cibele), foi transformada numa pedra de diamante.

90 – Sentimento / 91 – Regeneração (transformação) / 92 – Arbítrio

Por essa ordem numérica a transformação (91) se enquadra (em seus limites) entre o sentimento (90) e o arbítrio (92) sob uma configuração bem definida em razão do discernimento (geral); até mesmo quando os mitos gregos são interpretados de forma literal, sendo que significam muito mais, com melhores observações; como através dos seguintes resultados em números:

Transformação 91 – 73 Triunfo = 18 Eternidade: isso significa que a transformação se define como uma função eterna (ou precisa se estender existencialmente). Até porque, isso se confirma pelo seguinte: Eternidade (18) 162 – 71 Estabilidade = 91 Transformação. Com isso, já se modifica a idéia (de consideração literal dada aos mitos) rígida sobre a transformação num sentido arbitrário como exato poder dos deuses. Por isso, essa arbitrariedade simbolizada como poder dos deuses, parece se justificar mais como pretensão de poder informar (de forma velada) essa característica da transformação associada ao número 91 (como se esses povos antigos conhecessem  algo sobre os 144 números).

Consolação – 79 / Regeneração (transformação) – 91 / Adaptação – 103  

Pela ordem da hierarquia do equilíbrio, a transformação (91) se encontra entre a consolação e a adaptação, reforçando e esclarecendo melhor o sentido lógico anterior. Isso significa que esse fator se apresenta sob uma condição inevitável, a qual exige a necessidade de se consolar com o fato (91), indicando ainda o sentido da adaptação.
Muitos intérpretes da mitologia qualificam Dionísio (Baco) como deus da transformação, cujo tipo de avaliação, só se justifica por “aproximação”, ou seja, pela lógica da seqüência: 90 Sentimento / 91 Regeneração / 92 Arbítrio, a qual implica em mudança (91) por questões do sentimento (90) e (ou) do livre arbítrio (92).
Por esse motivo seria preciso uma reavaliação nesse sentido através do mito de Dionísio, o qual se qualifica propriamente em relação ao número 92 (Arbítrio).