quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Filosofia dos Números

Filosofia dos Números

FILOSOFIA DOS NÚMEROS: Setor em que o autor expressa sua opinião; talvez ou muitas vezes não condizente com a própria opinião de algum outro leitor.




Filosofia dos Números

Análises de acordo com a filosofia  dos 144 números –  pela seqüência de textos:
Esclarecimento sobre a formação dos 144 números
Estudo profundo sobre o sentido existencial conforme os números.
Continuação do estudo sobre a existência pelo emprego dos números.
Filosofia dos números envolvendo a responsabilidade humana (conforme seus atos).
Traçar o perfil de um número em termos de sua caracterização maléfica; conforme os números.
Este sistema analítico deve servir apenas para comprovar a veracidade dos números – como instrumento da Justiça – e não, propriamente para classificar o tipo de caráter psicológico definitivo. Pois, na realidade, a personalidade humana é bem mais complexa
Sem dúvida! Existem os “chamados guias”, em prontidão, até mesmo para cada passo que deve ser dado pela criatura humana; em sua exata forma – especial - como auxílio.
Quando foi indicado que um certo número não tem o “direito” sobre determinado fator; ou que torna-se “ilícito” tal condição para um elemento numérico – tudo isso está correto -; mas precisa ser reformulado.
O fato é que esta simples tabela pode determinar um verdadeiro “Tratado”, o qual estaria implicado em pesquisas sérias sobre: carma, psicologia, reencarnação e outros temas análogos.

Síntese dos números (do círculo dos doze) conforme um significado negativo.
Estudos do sentido representativo do triângulo.
Uso do triângulo como forma filosófica de interpretação.
A criatura humana – encarnada na terra – se compõe em corpo, alma e espírito, sendo seu corpo físico a síntese de sua personalidade, de acordo com sua própria constituição anatômica.
Essa condição, cujo sentido aparenta “presunção”, não passa de um fato que se qualificou – dissimulou – ao longo das próprias reencarnações do espírito (e alma).
O fato é que, por mais rígido que um carma possa parecer, nisso próprio, sempre constará a possibilidade de redenção, a qual deve ser alcança pelo fator espiritual – em sua autonomia.
O Valor Real das Coisas – como título, consiste na forma idealizada para facilitar o “manuseio” dos 144 números diante de quaisquer tipos de pesquisas: filosóficas, científicas, psicológicas, astrológicas (ou numerológicas)  e demais assuntos (temas).
O livro “A Linguagem da Cruz” se inicia com a frase:
“Desvendai os mistérios da Criação num simples vislumbre da Cruz, que é a forma viva da Verdade”.
Pode parecer simbólico – ou profundo -  mas não é, e muito menos, deve perfazer num sentido metafórico.
Pois, tudo se constitui em “espírito”, conforme os vários níveis existentes – ou determinados – na escala infinita desse fator (o que justifica suas inúmeras espécies).
Teoria e Física Teórica: Este setor implica numa definição – por escolha –, entre vários temas da Física Teórica, com demonstrações, em função da Lógica Relativa ou Natural (determinante de 22 axiomas), desenvolvida aqui, conforme a Linguagem da Cruz (dos 144 Números).
Numerologia e Física Teórica: conforme a segunda regra indicada, ou seja, de acordo com a Lógica Relativa (em suas definições), existe a possibilidade de se obter ‘mecanismos de pesquisa’ através da polarização numérica.
Numerologia e Física Teórica: O Magnetismo (59) conforme os 144 números engloba muito mais do que seu sentido literal (como já foi justificado em outros textos); portanto não se fixa no simples eletromagnetismo da física, o que poderia ser discernido conforme a lógica relativa dos 144 números.

Dimensões da Eternidade
Filosofia dos Números: Análise do número 18 (Eternidade).

Dimensões da Eternidade II
Filosofia dos Números: Análise do número 18 - Eternidade (continuação).

Do Leigo ao Acadêmico
Numerologia e Física Teórica: Magnetismo – de leigo ao acadêmico – . . .


O Círculo Magnético
Numerologia e Física Teórica - Eletromagnetismo

Dimensões da Realidade
Filosofia dos Números: análise relativa ao número 51 - Realidade

O Juízo
Filosofia dos Números: análise relativa ao número 93 - Juízo

O Juízo II
Filosofia dos Números: interpretação de Juízo (93) - continuação do texto

O Juízo III
Filosofia dos Números: complemento do texto O Juízo (93)

Gravidade
Numerologia e Física Teórica: definição de gravidade conforme lógica relativa dos 144 números

Gravidade e Integração
Numerologia e Física Teórica: estudo sobre gravidade e integração conforme o número 74

Gravidade Quântica
Numerologia e Física Teórica: estudo sobre gravidade quântica conforme o número 74

O Princípio Antrópico - Parte II
Numerologia e Física Teórica: o princípio antrópico, um elo universal de integração da ciência.

O Tempo Relativo - II - III - IV - V - VI - VII - VIII  - IX - X - XI - XII -XIII -
Numerologia e Física Teórica: um novo estudo sobre relatividade conforme indicam os números.

(continua)

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Gravidade

Gravidade
NUMEROLOGIA E FÍSICA TEÓRICA: Antologia Científica VI – Gravidade
Anterior: Antologia Científica V – Círculo Magnético




Este setor implica numa definição – por escolha –, entre vários temas da Física Teórica, com demonstrações, em função da Lógica Relativa ou Natural (determinante de 22 axiomas), desenvolvida conforme a Linguagem da Cruz (dos 144 Números).
As explicações científicas aqui devem se processar sob um grande dilema: sua difusão; pois interessados em física não admitem uma interferência da numerologia (nem por curiosidade) em seus assuntos; e elementos mais ‘espiritualizados’, geralmente, “desdenham” o sentido científico (uma área do conhecimento racional); resultando assim num trabalho sobre textos descritos quase que “ao vento”. Portanto, tentar auxiliar os meios científicos  exige “idealismo” e grande esforço (como numa missão impossível) diante de “poucos frutos”; mas que vale a pena (por sua revelação).

Gravidade

A Gravidade sempre se mostrou como uma questão – deveras – polêmica (durante séculos) em razão da física teórica, por isso, o tema: ‘Dimensões da Eternidade I’ (e II), foi especialmente apresentado (embora desenvolvido de forma modesta) providencialmente (neste blog), num setor voltado mais para conceitos filosóficos (existenciais), pois, frente à ‘ciência exata’, esse assunto nem seria do rol (costumeiro), para poder entrar em certa cogitação. Entretanto, tal dissertação não foi – tão – difícil de ser elaborada, em comparação aos inauditos esforços feitos pelos físicos teóricos, por questões da simples gravidade; aliás, um fator – inclusive – até inferior, quanto ao que define a Eternidade; pois, sendo representada pela Profundez, a “gravidade” 74 – 18 Eternidade = 56 Modéstia (por se tratar apenas de uma função transitória). No entanto, o fato a ser demonstrado aqui não visa classificar de “estultícia”, os caminhos tortuosos escolhidos pelos cientistas, e sim, apresentar novas possibilidades de pesquisas (por evidências teóricas dos números).
Conforme o já especificado em ‘Penas Irrevogáveis’: “gravidade” 74 + 44 = 118 Sensatez; quer dizer, a “gravidade” não teria direitos sobre a Sensatez; e, por essa razão, não deve se apresentar sob uma definição tão simples (explícita) assim; pois: 74 – 23 Humildade = 51 Realidade. Mesmo porque: Arbítrio 92 – 74 = 18 Eternidade; ou, enfatizando, o livre arbítrio – humano – (conforme se processam os raciocínios sobre essa relação), teria de estar ciente, do quanto implica o real sentido da Eternidade nessa questão, ou seja, sob a consideração de um certa pesquisa interminável (18).
Fundamentos de gravidade conforme suas bases – primárias – e as comparações de acordo com os números: A força mais comum (classificada como fraca) é a da gravidade, cuja atração – exercida – determina o peso (4) de um corpo, o qual varia em função de distância, etc. (conforme suas leis). O emprego do número 4, com o significado (aqui) de “peso”, se justifica pela categoria – expressa – do fator Honra (4), o qual ocupa o ponto mais alto da ‘cruz isósceles’ (dos 12 raios), como padrão exato em termos de condensação “existencial” (num sentido teórico); qualidade esta, inclusive, condizente aos termos referidos nas definições (primárias) de gravidade; quanto ao seu imprescindível sentido de distanciamento (conforme a fórmula). Para a diferenciação de peso (em definições genéricas de ciência), a massa (de teor invariável) de um corpo, seria como a quantidade de matéria a qual a constitui; e, também – de certa forma – seria válida como um fator predominante pela definição de inércia (70); por essa razão (diferença) os físicos empregam mais o valor da ‘massa’ do que a do “peso” (como meio de avaliação). A inércia foi concebida em razão da Castidade pelo fato de que:
69 Ponderação / 70 Castidade / 71 Estabilidade’, quer dizer, esta se localiza entre a Ponderação e a Estabilidade (em sua característica intercalada). Conforme os números: 70 + 4 = 74 “gravidade”; e 70 + 74 = 144 (polarização numérica).
Em termos universais a função da gravidade (218 – 114 “função” = 104 Resistência) se mostra tão intensa – e providencial – que, o difícil seria (apenas) em saber, por “onde” começar sua definição, mesmo porque: “gravidade” 74 – 42 Princípio = 32 “natureza”; dessa forma, seria válida (com certeza) pelo exercício da uniformidade (218 – 111 Serventia = 107 “uniformidade”. Por isso (conforme se torna evidente), domina também todas as funções requeridas pela ‘mecânica’ – inclusive de modo universal –, embora, seu alcance se propague – deveras – muito além (218 – 123 Liderança = 95 Progresso).  
Entretanto, essa (74) não se trata diretamente – ou de modo preciso – de uma força (pois, ela é passiva com toda a evidência), conforme a “ciência exata” pressupunha; vale dizer, se for avaliada em sua “intimidade” (entre todos os seus parâmetros). O fato é que, aonde quer que se busque sua manifestação (ou presença: “como num sonho de Einstein”) ela deve se apresentar, pois: 33 + 144 = 177 Semelhança – 103 Adaptação = 74 “gravidade”; significando com isso que, tudo deve se adaptar em função dessa lei (45 + 144 = 189 Legalidade – 115 Modelo = 74 “gravidade”) da gravidade (num sentido universal); e a própria Raridade, nela, encontra sua Disciplina (Raridade 50 + 144 = 194 – 74 = 120 Disciplina). 
Ora! Essa sua Supremacia poderia ser constatada até pelas demonstrações mais simples de suas leis, inclusive, como lições válidas – também – num sentido elevado e existencial (embora, caracterizadas sob as mesmas propriedades singelas, mas profundas e válidas em outras dimensões); logicamente, por meio dos números.
Um desses conhecimentos se encontraria (apenas como indício e não por comprovação) na propriedade (corriqueira) relativa ao centro de gravidade de um corpo (com a equivalência de como um “peso concentrado”); conforme os números: 40 + 144 = 184 “corpo”– 110 Reversível = 74. O saber – importante – dessa observação deve suscitar a reflexão; a qual poderia levar ao discernimento, paulatinamente; pois, de fato, esse sentido de “núcleo” (centro) expõe algum valor (de profundo respeito). Acrescentando nessa investigação, a expressiva ‘lei da queda dos corpos’ (de Galileu) e a relevante condição de ‘distância’(prescrita no próprio contexto da lei de gravidade num sentido fundamental), ampliam-se assim, as considerações sobre esse fato (pois, a própria – 74 – também implica em dilatação).
Com certeza, o ‘número balança’ da gravidade, ou, -B- (74) = 218218; deverá auxiliar em muito (nessas reflexões) pela cognição de ‘teorias’ da ciência exata, a qual necessitaria também de ser espiritualizada, caso ainda aspire um alcance maior em suas definições (isso fica em função do próximo capítulo).

(continua) 

Legado utilizado como bordão:
“Todo conhecimento que não pode ser expresso por números é de qualidade pobre e insatisfatória” (Lord Kelvin).



quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Uma Análise de Freud IV

Uma Análise de Freud IV
O Advento da Psicologia XIII – Psicologia e Astrologia VII - Uma Análise de Freud IV



Uma Análise de Freud

Sigmund Freud – carta natal
Dados: 06/05/1856 – 9h00 AM – Frieberg
Ascendente – 23º 05’Câncer – 115 Modelo
Casa II – 16º Leão – 83 Fraternidade
Casa III – 1º Virgem – 12 – Graça
Casa IV – 28º Virgem – 139 Inesgotável
Casa V – 6º Escorpião – 36 Saciedade
Casa VI – 19º Sagitário – 92 Arbítrio
Casa VII – 23º 05’ Capricórnio 109 Esperança
Casa VIII – 16º Aquário – 77 Mistério
Casa IX – 1º Peixes – 6 Amor
MC – 28º Peixes – 133 Gratidão
Casa XI – 6º de Touro 30 Tempo
Casa XII – 19º Gêmeos 86 Proeminência
 Sol – 15º 56’ Touro – 74 Profundez
Lua – 9º 56’ Gêmeos – 42 Princípio
Mercúrio – 27º 04’ Touro – 130 Louvor
Vênus – 25º 56’ Áries – 123 Liderança
Marte – 3º 25’ Libra – 24 Predileção
Júpiter 29º 30’ Peixes – 133 Gratidão
Saturno 27º 30’ Gêmeos – 142 Moral
Urano – 20º 36’ Touro – 108 Discernível
Netuno – 19º 49 ’Peixes – 89 Virtude
Plutão 2º 58’ Touro – 13 Experiência


Signo Solar: Touro – O Sol se encontra no grau da Profundez (74), portanto, se for considerado como um Princípio Ativo – conforme o ‘quadrado da cruz’ – possui o Apoio (75) como Meio Passivo. Lembrando: o Princípio Ativo determina o modo de agir; o Meio Ativo vale como instrumento de ação e o Meio Passivo indica o que falta ao Princípio Ativo, ou seja, representa um potencial inconsciente. Desse modo, isso significa que, o ato de se aprofundar estaria implicado em falta de apoio (meio passivo). Mas, o Meio Ativo como Revogação (81) indica que quem se aprofunda em alguma “coisa”, deve estar tentando anular outra. A Finalidade Ativa representa o “destino” de um Princípio Ativo, neste caso representado pela Consolação (79), indicando que quem se aprofunda (por aflição) deve requerer o consolo. O Crédito é a base de um Princípio Ativo, que para a Profundez significa Regime (76), norma através de uma idéia fixa num sentido profundo. O Débito indica o tipo de conseqüência implicada nesse atuar, nesse caso representada pela Resignação (80). O centro da cruz tanto pode indicar um tipo de inocência quanto uma espécie de malícia (artimanha); representado pelo Inesquecível (78), que também significa “passado”. A Finalidade Passiva indica a experiência prática no sentido de uma realização, nesse caso relacionada com o Mistério (77). Isso define (em parte) as características do Sol de Freud.
O Sol faz conjunção com Urano, que se encontra no fator do Discernível (108), indicando que o padrão (centro) desse tipo de Profundez não combinaria com a “inocência” e sim, com a “malícia”; pois, ele até conseguiu apurar em suas pesquisas que: entre o equilíbrio da personalidade estava implícito o fator da sexualidade. O Sol forma um sextil (assim como Urano) com Netuno, no grau da Virtude (89); é através de Netuno que Freud encontra na atividade do sonho o seu melhor instrumento de análise. Não obstante, o Sol – como ego – tende a insurgir contra Netuno (conforme suas características) numa tentativa de anular suas condições místicas. O fato é que Mercúrio também se encontra no signo solar para coordenar – manter nos níveis do cientificismo – aquelas qualidades outorgadas por Netuno (incluindo as de Urano) como influências sobre o Sol. De forma inconsciente, Freud incluía em seu discernimento (num raciocínio profundo) as influências dogmáticas – religiosas – que poderiam acarretar no equilíbrio da personalidade; pois, sabia de tais conseqüências – de modo aflorado –, por questão de sua última passagem para o além; onde aprendera, em condições precárias (por experiência) a se “sustentar” frente aos horrores do baixo astral, cuja severidade, nem um título de alto escalão no clero (como tivera em vida anterior) servia para aplacar. Diante dessa experiência teve de partir do início, se reencarnando com novas idéias de reforma. Desse modo, a alma agora deveria ser reconhecida pela humanidade como um fator real, e não místico. No signo solar também se encontra Plutão, associado ao fator Experiência (13); e, pelo fato de não formar nenhum aspecto maior (quase forma uma conjunção com Vênus), se destaca ainda mais no mapa, indicando o símbolo da grande descoberta de Freud: o inconsciente. Plutão em quincúncio com Marte representa o próprio advento da psicanálise.

Comentário Final:

O grande triunfo de Freud – como celebridade – se deve a seu conceito de inconsciente, o qual conquistou num nível acadêmico, definindo a alma como padrão de ordem científica. Descobertas de porte singelo sempre provocam grandes alardes, ainda mais quando relacionadas com o sentido da dualidade, que neste caso seria entre consciente e inconsciente. Com isso, Freud provou – embora de modo racional – a existência de um componente dual inexorável, com o qual se tornava possível ‘alçar vôos’ rumo ao desconhecido; não com a ênfase necessária para uma exploração de ordem espiritual, mas, suficiente, em termos de precaução por parte do materialismo. Assim, nos níveis da insegurança, “Ser ou não Ser”, voltava a ser uma questão para a humanidade, a qual caminhava sempre com maior afinco no sentido do embrutecimento anímico. Pois, de acordo com a psicanálise – legitimamente freudiana –, não seria possível encontrar um ser humano sequer – sob esse tipo de análise – que não apresentasse algum desequilíbrio. Diante disso, seria possível presumir que, Freud aventara algum tipo de desordem – quase indecifrável em termos de causa – coletiva nos níveis da personalidade humana. Atribuir a essa causa apenas o fator familiar (e o educacional) seria inconcluso, conforme suscita sua própria definição de superego, a qual se apresenta como enigma (clamando para ser decifrado). Todavia, com a exposição de seus três elementos básicos, se torna possível obter uma melhor visão desse fato:          
Id – é um componente biológico e irracional, que atua pelo princípio do prazer; o qual não tolera estados de tensão e nem de desconforto. Dotado de ação reflexa, reage através da imagem mental pelo processo da satisfação, sua única realidade. Esse termo é representado (no geral) pelo Ascendente (nesse mapa indicado em Câncer no grau do Modelo); complementado pelas condições de Marte (em Libra, indicado como Predileção); e também pelo regente do mesmo, neste caso pela Lua (em Gêmeos, no fator do Princípio).
Ego – é um componente psicológico  e racional, o qual possui a função de evitar certos conflitos entre Id e Superego. Priva pelo fator da realidade, sabendo diferenciar o subjetivo do objetivo. É representado pelo Sol; Freud: Sol em Touro no grau da Profundez (74) em conjunção com Urano na posição do Discernível; isso implica em descontroles momentâneos da coerência, perfeitamente reajustáveis (conscientemente).
Superego – é um componente de nível social, que apesar de sua irracionalidade, diferencia o certo do errado, atuando pelo mecanismo da introjeção – pelo qual os valores se instalam na personalidade. Inibe as funções sexuais do Id  e domina o Ego, suprindo-o de valores morais. Enunciando esses três componentes, Freud quase conseguiu tornar acadêmica a composição humana como: corpo, alma e espírito; não importa se na definição de ego, nada se assemelhe a alma, e nem de superego em relação a espírito; conquanto seu conceito de Id represente bem a vida vegetativa (do corpo físico). Aliás, o tema: ‘Histórico do Inconsciente’ (já apresentado aqui) foi desenvolvido aventando essa possibilidade, ou seja, de que Freud mantivera secreta essa suposta descoberta – em termos de ancestrais –, por achar a teoria ousada demais; embora tivesse com isso uma justificativa para as condições “crônicas” do desequilíbrio (num sentido geral). A oitava casa, em Aquário, se apresenta no grau do Mistério (77).    
O superego é definido – em astrologia – pelas condições de Saturno; no mapa de Freud se encontra em Gêmeos no grau da Moral (142).






quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Mitos da Ilusão

Mitos da Ilusão
MITOLOGIA E ASTROLOGIA: Mitos da Ilusão

Este setor apresenta um texto original sobre um mito. Em seguida, sua interpretação conforme o sentido astrológico – pela caracterização de um Signo ou de outra característica astrológica.



Mitos da Ilusão

A ‘Ilusão’ paira entre todos os “cantos e contos” (principalmente junto aos personagens míticos); como por exemplo, no mito em que se expressa a origem dos centauros, Ixíon, se deixou levar por sua desvairada sensação de ter possuído (indiscriminadamente) Juno (a rainha do Olimpo), cuja consistência “real”, não passava apenas de uma ‘nuvem’ – transmutada por Zeus –, diante da qual, esse infeliz presumiu sua – impossível – intimidade. No entanto, os mitos seguintes devem perfazer bem melhor esse sentido:



Belerofonte

Belerofonte, filho de Glauco, rei de Corinto, tivera a infelicidade de matar – durante uma caçada – seu irmão Belero; sendo obrigado a se refugiar em Turinto, na corte do rei Preto. Em pouco tempo – dessa sua permanência – se encontrou frente a uma desditosa situação: Antéia (ou Estenobéia), a rainha, por ele, havia se apaixonado perdidamente. Furiosa, por não ter sido correspondida, essa rainha o acusara – severamente – de um assédio – descabido – junto ao rei. Diplomático – entre suas lucubrações de dúvidas –, o rei apenas indicou ao seu hóspede – como melhor forma para a sublimação de seus conflitos – sua ida ao reino de Iobates (seu sogro), lhe entregando uma carta selada para a sua “apresentação” (embora, essa se constituísse de termos exigidos pela própria rainha). Cumprindo as instruções, ao chegar naquele reino – a Lícia –, Belerofonte, foi acolhido entre grandes banquetes, até o nono dia, pois no décimo, Iobates Abriu e leu a carta do rei Preto, a qual definia – em detalhes – que aquele hóspede deveria ser morto, impreterivelmente.  Como seu reino se encontrasse ameaçado pela Quimera, o rei – com sua astúcia –, aconselhou (como se fosse a sua única forma de purificação) para que Belerofonte “tentasse” exterminar aquele insustentável monstro. 



A Quimera, gerada por Tifon e Equidna, era um monstro híbrido, de 3 cabeças, uma de leão, e outra de cabra e a terceira de serpente, sendo que expelia fogo pelas narinas.


Agraciado por Atena, obteve – para essa contenda – já com sela e amansado, o cavalo alado Pégaso; tendo assim, em pleno vôo, a felicidade, de num único golpe, matar o monstro. 


Atarantado, frente aquela impossível vitória, o rei incumbiu o seu hóspede de realizar uma façanha – considerada – ainda mais arriscada: enfrentar os belicosos sólimos (filhos de Ares); fato implicado em novo triunfo, o qual determinou uma nova prova: se defrontar com as terríveis amazonas. Sem compreender como Belerofonte vencera novamente, Iobates, ordenou aos seus mais bravos guerreiros, para que lhe armassem uma emboscada (fatal); fato que se consumou em novo desastre. Sem outra alternativa, Iobates desistiu, pois, não havia mais dúvidas; estava comprovado que aquele grande herói era um agraciado pelos deuses; tendo inclusive, lhe oferecido – em casamento – sua filha; e, como legado – especial – seu próprio trono; aliás, lhe expôs também as verídicas intenções expressas na carta enviada pelo rei Preto. Assim, sua decisão por uma desforra foi imediata. Preto tentou fugir mas foi morto; sendo que Antéia (prevendo aquela vingança), já havia cometido suicídio. 


Belerofonte, motivado por conteúdos – desvairados – exultantes de sua glória, presumiu poder se igualar aos deuses; montando Pégaso, tentou escalar o Olimpo, sendo fulminado em razão da ira de Zeus. Entretanto, Pégaso foi transmutado em constelação.




Pigmalião

Pigmalião (que não deve ser confundido com o irmão da rainha Dido), exercia a arte da escultura, porem, desconsolado, em razão do comportamento das mulheres – conforme suas observações diárias –, preferiu adotar o celibato. Entretanto, entre uma de suas obras, atingira a perfeição, ao esculpir em marfim, ‘a mulher ideal’ (como assim denominou), ou como se fosse uma criação da natureza. Diante disso, ele se reavivou – quanto aos valores de qualidade feminina –; cheio de ânimos, os quais foram ‘crescendo’ – em desenvolvimentos expressos –, sob uma espécie de alucinação (compulsiva). No início dessa obsessão, primeiro, a vestiu com um ‘molde’ de um tecido deslumbrante; e assim seguindo, acabou envolvendo sua mera ‘estátua’, com inúmeros adereços femininos; cuja imagem, passou a amar perdidamente. Em razão de suas preces, Afrodite (Vênus), comovida, ‘avivou’ aquela escultura (lhe outorgando uma espécie de “vida real”). Dessa forma, Pigmalião teve com sua extraordinária criatura um filho: Pafos.



Narciso

Narciso, filho do rio Céfiso e da ninfa Liríope, em razão de sua insensibilidade para com as ninfas, admiradoras de seus – raros – encantos, foi punido pela deusa Nêmesis, ao sofrimento por um amor impossível. O oráculo predissera a seus pais que, ele só viveria enquanto não se visse. E, tudo isso ocorreu da forma mais simples: diante das águas – sob as suas condições mais puras – na fonte de Tépias, sedento, se debruçara o jovem Narciso; fato suficiente para que se consumisse o encantamento. Em poucos detalhes, ele simplesmente se apaixonara por si mesmo; então, imobilizado, ali se arraigou – na relva –, até se transformar numa flor, a qual ainda mantém o seu nome.


Comentário:

Em síntese, seria impossível caracterizar o valor desses mitos (ilimitados).
A Ilusão (39) em seu conteúdo precípuo – como componente de sentido existencial –, poderia significar muito mais, em razão do que seu próprio ‘termo’ (definição ou palavra) suscita entre os níveis mais densos (de paupérrimas espiritualizações).    
A caracterização da Quimera, como simbolismo da Ilusão (39), perfaz um sentido de forma brilhante; tanto para representar seu valor intrínseco, imprescindível (como fator universal), quanto para indicar as conseqüências inevitáveis que isso poderia provocar (em circunstâncias exacerbadas), ou seja, em seu significado negativo (nefasto).
Vista por uma exposição positiva, em síntese, ela (39) só poderia ser definida de modo figurado, como por exemplo: comparada ao ‘ar’ que cada ser – do universo –, obrigatoriamente deve respirar (embora, submisso, diante dessa exigência), sempre – recebida – com Louvor (130) e Reverência (141), em consideração por essa graça inestimável – da vida –; pois, essa (39 Ilusão), em sua categoria (ou outorga), consegue determinar – em todos os sentidos existenciais –, as objetividades gerais de cada momento pessoal (íntimo). Portanto, seria impossível classificar suas atividades (ou Virtude = 89) em termos de Padrões Universais.
No entanto, precisa ser especificado que, tal fator deve implicar (Ilusão 183 – 100 Opinião = 83 “conjunto”) em: liberação, impulsão, motivação, direção, razão (projetos, cálculos, etc.), satisfação, iniciativa (como fundamento: Liberdade 3 x 13 Experiência = 39 Ilusão), realização e consistência (40), quanto ao propósito (objetivo) de uma continuidade infinita (e eterna); mesmo porque: Ilusão 39 – 10 Pureza = 29 Maravilhoso; pois, conforme a Tábua de Esmeralda (de Hermes): tudo se origina de uma coisa única (em termos energéticos); visto que: Princípio 42 – 3 Liberdade = 39 Ilusão; e essa se encontra na Hierarquia da Liberdade ( 27 Sensibilidade / 39 Ilusão / 51 Realidade). 
Porém, em sua visão sob a forma negativa, nem seria preciso ressaltar, pois, conforme os mitos (apresentados) expressam, essa grande virtude poderia se manifestar como: (39 Ilusão / 93 Juízo) descomedimento, presunção, vaidade, desequilíbrio, etc.
Vale salientar também os seguintes números: Ilusão 183 – 51 Realidade = Imaginação; Imaginação 132 – 39 Ilusão = 93 Juízo; e –B- (39), ou seja, 183183 / 11 = 93.
Por isso, conforme a teoria dos (144) números, diante desse fator (39) seria preciso exercer a Prudência ( 183183 / 143 = 129 Prudência).

(continua)


Legado utilizado como bordão:
“Todo conhecimento que não pode ser expresso por números é de qualidade pobre e insatisfatória” (Lord Kelvin).