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domingo, 3 de agosto de 2014

Vestígios Indeléveis - Recurso Analítico Especial

Vestígios Indeléveis VII – Recurso Analítico Especial
ESTUDOS DE NUMEROLOGIA: Vestígios Indeléveis – Recurso Analítico Especial



Esses estudos visam expor temas relativos aos 144 números, ou melhor, sobre a Linguagem da Cruz, de modo prático (objetivo); sem precisar de considerações filosóficas mais profundas como ocorre no caso do setor denominado Filosofia dos Números.

Vestígios Indeléveis – Recurso Analítico Especial

Os 144 números conforme tabela (já divulgada) se distribuem no Zodíaco na ordem de 12 termos numéricos para cada um dos doze signos. Pelo fato de que: 360º / 144 + 2º 30’; por essa medida resulta a localização de cada número no Zodíaco. No quanto assim implica obviamente em que: 30º (medida de cada signo no círculo) / 12 = 2º 30’. Em razão de que: 2º 30’ / 144 = 0º 1’ 2.5, como resultado exato; Pois: 360º / 20736 (144 x 144) = 0º 1’ 2.5; pelo quanto assim se define outra medida para o Zodíaco.
Se a medida em grau de cada ordem numérica da tabela principal do Zodíaco, ao substituir seu respectivo número no “quadrado mágico” resulta em simetria, o mesmo sucede em função desses outros fatores.
Recapitulando: o “quadrado mágico” de 144 posições, quando é remontado com os valores em graus no lugar dos números, tanto a soma de cada coluna quanto a de cada linha resulta em 165º. Por essa outra ordem resulta em: 1º 8’ 45”. Em ambos os casos seria preciso deduzir o excedente. Pois, não se justificaria uma conclusão sob valores maiores que 360º; tanto quanto pelo segundo caso, nem acima de 2º 30’. Sendo que 165º identifica o número 78 (Inesquecível: “passado”, “memória”, etc.) e 1º 8’ 45”, também.
O importante é que com esse recurso – analítico – se torna possível encontrar astrologicamente uma espécie de vestígio indelével; nos conformes da seguinte tabela:



Seu emprego é muito simples o qual consiste apenas em deduzir um valor (em grau) excessivo em relação aos parâmetros da tabela fundamental – sob a ordem progressiva de 2º 30’ –, cujo resultado pela consulta desta outra se identifica um condizente número.
Como exemplo, se algum indicativo do mapa implica em 2º 31’ 2.5 em quaisquer signos, pela subtração de 2º 30’ se obtém como resultado: 0º 1’ 2.5. Caso essa referência significasse 5º 1’ 2.5 (– 5º) ocorreria o mesmo resultado de 0º 1’ 2.5, pelo quanto a tabela indica o número 18.
Seu emprego se justifica na dependência de interpretações mais apuradas. Como por exemplo, pelo interesse em definir índices de compatibilidade entre dois mapas.
Para justificar aos que acompanharam – em leitura – as interpretações dos mapas de Alfred Adler e de Johann Sebastian Bach; cujo processo analítico por excesso de significadores expressivos pela conclusão dos fatos, nem se tornou necessária a aplicação deste recurso.
Mesmo no quanto as demonstrações por comparações dos mapas se justificaram como suficientes, por emprego desse recurso especial o resultado – conclusivo – do processo, muito acima se qualifica nos conformes de que:

O Sol de Adler em Aquário aos 18º 36’ 26” (– 27º 30’ = 1º 6’ 26”), identifica o Saturno de Bach (aos 11º 47’ de Virgem) como número 56.
Saturno além de ser um dos regentes de Aquário, em astrologia representa as experiências de “vidas passadas”.

Vênus identifica o número 133 que representa as consoantes do nome no seu total. Sendo que esse número se justifica também através de outro recurso investigativo.
Saturno justifica o nome completo de Bach identificado pelo número 22 (consoantes: 133; vogais: 33  166 – 144 = 22).

Urano indica as consoantes do nome Johann que equivalem ao número 46, o qual se equipara ao significado de “Alfred”.
  
Netuno – por aproximação – indica a Lua e a Roda da Fortuna num indicativo do número 138.

A Lilith de forma intermediária na tabela indica a casa II (113) e a própria Lilith do mapa de Bach (130).

Existem outras correspondências astrológicas que, pela significância destas (envolvendo: Sol, Lua, Vênus e Saturno, etc.), nem precisam ser incluídas; mesmo pelo quanto como um processo propriamente concluído, não requer de mais comprovações pela sua consistência.



Como forma analítica de exemplo semelhante se encontra no processo de Freddie Mercury – entre comparações ao mapa de Oscar Wilde – as seguintes correlações:



O Ascendente de Freddie Mercury aos 21º 18’ de Leão indica – de forma intermediária na tabela – tanto a casa II (29) quanto o planeta Vênus reconhecido pelo número 46 (no mapa de Wilde);

Mercúrio nas consoantes do nome no total (48), ou seja: (336) 48, consoantes: (267) 123, e vogais: 69;
Vênus as vogais do nome Fingal (49), consoantes: 49, vogais: 10

Marte a casa V (87) e Júpiter (87), em cuja tabela ainda se reconhece – de forma intermediária – Quiron (82);

A Roda da Fortuna que, implica para a sua qualificação em termos de cálculo, nos significativos em graus do: Ascendente, Lua e Sol, indica o número 74, o qual justifica a posição de Urano.

Mesmo com outros informes dessa ordem para sustentar esse processo propriamente concluído, nem seria preciso acrescentar mais correspondências nesse sentido.
Dessa forma, considerável se torna a definição de Jung:

“Chamar de coincidências certas constatações evidentes pela própria persistência dos fatos, seria como desmerecer a doutrina matemática de probabilidade”.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Vestígios Indeléveis VI - Freddie Mercury



Vestígios Indeléveis VI –  Freddie Mercury e Oscar Wilde
ESTUDOS DE NUMEROLOGIA: Vestígios Indeléveis – Freddie Mercury



Esses estudos visam expor temas relativos aos 144 números, ou melhor, sobre a Linguagem da Cruz, de modo prático (objetivo); sem precisar de considerações filosóficas mais profundas como ocorre no caso do setor denominado Filosofia dos Números.

Vestígios Indeléveis – Freddie Mercury e Oscar Wilde

Os números de cada Hierarquia se estendem numa progressão aritmética em função de 12, conforme a lógica dos 144 números (conhecida por quem segue estes inéditos esclarecimentos).
Pelo estudo sobre o tempo, reconhecida se torna uma propriedade em razão das doze Hierarquias, no quanto implicam suas – específicas – dimensões de presente (66), passado (78) e futuro (54), que assim se expressam por simetria pela lógica de qualquer número. Portanto, isso serve como vestígios (indicadores) em razão de certas análises numéricas (sob considerações mais aprofundadas).
Antes seria preciso observar esse tipo de lógica, para depois aplicar esse recurso em relação ao tema. Então seria preciso apenas reconhecer a lógica desta tabela, que se qualifica pelas Hierarquias relacionadas com os números: 1 (Coragem) e 7 (Temperança).



Desse modo, o futuro (54) do número 1 (1 + 144 – 54 = 91) significa o presente do número seguinte (13 + 144 – 66 = 91); sendo que o 13 indica como passado (13 + 144 – 78 = 79), o presente (79) do número anterior (1) dessa hierarquia; no quanto isso assim procede por simetria. No geral, isso suscita – por lógica – a real integração de cada hierarquia com precisos entrelaçamentos de ordens temporais. Isso implica num estudo mais detalhado, sendo que por enquanto, necessário se torna demonstrar seu uso prático (como recurso em pesquisas).


Freddie Mercury
05/09/ 1946 – 5: 10 AM – Zanzibar – Tanzânia




Oscar Wilde
16/10/1854 – 3: 00 AM – Dublin – Ireland


Como primeira observação (de ordem prática) e retomada em nova análise – por correlação – entre os mapas astrais de Freddie Mercury e Oscar Wilde, outros vestígios (pela sustentação do que já foi apurado), se identificam por intermédio dessa propriedade relacionada ao tempo, muito embora, apenas como suspeitas. No entanto, pelo reconhecimento conforme determina a estatística, não seria possível desconsiderar o fato (sob esse resultado significante), apenas entre o mero sentido de coincidência. 
A estratégia consiste de primeira ordem observar em razão do futuro (54), os números que constam pela definição de Oscar Wilde (conforme a lógica dessa propriedade do tempo).
O Sol (de Oscar Wilde): 107, o qual em termos de futuro (54) identifica o número 53 que representa a Lilith de Freddie Mercury. Isso até teria pouca relevância como vestígio, porque não se qualifica como um fator astrológico essencial (alguns astrólogos desconsideram no quanto significa esse indicador).   
No entanto, como se encontra na casa IV de Freddie Mercury (em Sagitário), vale como um tipo de suspeita, pois essa mesma cúspide do mapa de Oscar Wilde também se qualifica pelo número 53. Ainda como reforço nesse sentido, Júpiter, regente de Sagitário, se encontra na casa V (de O.W.), um setor (derivado) relacionado ao Sol.
Júpiter implica em exageros e Lilith em tentações, características básicas pelas quais se presume um sentido em termos de paixões, em razão dessa associação.
A Lua (qualificada por estatística na classe de primeiro grau: por causa de sua extrema rapidez não poderia significar coincidência), se mostra relevante como prova nesse processo, ou seja, por si só já justifica como causa, na perfeita associação entre os dois mapas (como fator de raridade).
Isso por causa do número 83 (Lua no mapa de Oscar Wilde) indicar como futuro o 29, o qual representa o Netuno de Freddie Mercury; e ainda significa o fator de sua própria casa II, ou seja de Oscar Wilde. Sendo que  o Netuno de Freddie Mercury se posiciona na casa II.
Como vestígio, isso indica continuidade de certas apreciações, cujos valores –comuns – nesse sentido resultam para o mapa de Freddie Mercury, tipos de inspirações (sob qualificadas experiências existenciais) num nível da arte.
Mercúrio pelo número 63 identifica como futuro o número 9, relativo ao nome artístico: Freddie Mercury (153 – 144 = 9).
Vênus pelo número 46 (Popularidade: 190 – 54 = 136) identifica como fator do futuro a Lua com o número 136 (do outro mapa). Isso também representa uma comprovação conforme a estatística; digna até de uma interpretação, porém dispensada para evitar certas dispersões sobre o assunto principal (dessa correlação).
Marte sob o número 14 indica para o futuro a casa VI (da saúde) de Freddie Mercury com o número 104 (Resistência).
Plutão, regente da casa III sob o número 13 (Experiência) identifica o 103 (Adaptação) condizente ao planeta Urano na casa X de Freddie Mercury (em Gêmeos). Isso justifica no mapa de Freddie Mercury habilidades (nesse caso de ordens vocais ou instrumentais) desenvolvidas – desde remotas experimentações – em função de Mercúrio, regente de Gêmeos (sob a continuidade atual).    
No quanto se justifica esse processo pela qualificação dessa propriedade, que envolve entrelaçamentos de ordens temporais, nem seria preciso apresentar outras correlações entre os dois mapas.
Mesmo assim, para ampliar essas considerações, seria preciso indicar os seguintes fatores (mais curiosos):

A casa VII (de Oscar Wilde) identifica em termos de futuro a Roda da Fortuna de Freddie Mercury: 84 – 54 = 30, cujo número caracteriza também a nona cúspide desse escritor.
O Plutão de Oscar Wilde (13 + 144 – 54 = 103) resulta no Urano de Freddie (já mencionado). Por outro lado, o próprio 103 (de Urano) em função do presente (66) indica a Roda da Fortuna (de Oscar Wilde): 37. Também em relação ao presente (125 – 66 = 59), a casa XI de Freddie indica o MC de Oscar Wilde. Pelo quanto ainda com o fator do futuro (35 + 144 = 179 – 54 = 125), a casa VIII de Oscar Wilde resulta nesse mesmo número (dessa casa XI).
Curioso consiste no fato de que a casa XII pelo número 105 (de Oscar Wilde) em termos de futuro resulta no número 51, que equivale ao nome artístico Freddie, implicando ainda no valor das consoantes do sobrenome: Bulsara; e com o número da Lilith (115 – 54 = 61), as consoantes do nome Farrokh.

Para maiores considerações sobre o assunto, seria aconselhável avaliar também os informes anteriores deste tema.

Legado utilizado como bordão:
“Todo conhecimento que não pode ser expresso por números é de qualidade pobre e insatisfatória” (Lord Kelvin).

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Vestígios Indeléveis: Freddie Mercury



Vestígios Indeléveis V –  Freddie Mercury e Oscar Wilde
ESTUDOS DE NUMEROLOGIA: Vestígios Indeléveis – Freddie Mercury



Esses estudos visam expor temas relativos aos 144 números, ou melhor, sobre a Linguagem da Cruz, de modo prático (objetivo); sem precisar de considerações filosóficas mais profundas como ocorre no caso do setor denominado Filosofia dos Números.

Vestígios Indeléveis – Freddie Mercury e Oscar Wilde

Para melhor entendimento no quanto se embasa esse tema – por correlações numéricas – nesse tipo de comparação entre Freddie Mercury e Oscar Wilde, que visa apenas instruir em termos de boas interpretações (gerais) conforme indicam os ‘vestígios indeléveis’ (determinados pelos 144 números); nesse sentido, seria preciso também conferir as informações dadas anteriormente.
De acordo com o próprio sistema de pesquisa contido em ‘Penas Irrevogáveis’ e já aplicado (com êxito) sobre o tema de Adler (em correlação ao mapa de J.S. Bach); o número 35 serve para caracterizar os “enganos” (erros) cometidos numa vida anterior; sendo que o 36 vale para indicar sublimações nesse sentido; como se segue em função deste caso (acentuando as considerações mais relevantes):
Vênus (de F. M.): 134 – 35 = 99; 99 (de O. W.) = casa VI (da saúde) e também como complemento do nome: O’Flahertie 99 (consoantes: 64; vogais: 35).

O número de Vênus (134) de Freddie Mercury, conforme sua relação com o 99, expresso nos dados que definem Oscar Wilde, se qualifica como o mais importante (fator da série) elo de – possível – correspondência entre esses dois personagens (célebres em épocas distintas); até mesmo diante de outras configurações (lógicas); as quais por esse mesmo motivo relevante, devem servir mais pela sustentação dessa – suposta – ligação de ordem cármica (ou existencial); consideradas assim apenas por suspeita.
Como reforço desse vestígio o MC de F. M.: 135 – 36 = 99. Neste caso, a expectativa (em função da atualidade) seria no sentido de possibilitar a sublimação do 99 por intermédio do fator Credulidade (135).
No entanto esse número ainda se expressa na atualidade de modo sugestivo:
Farrokh (nome) 77 + 22 Saturno = 99
Casa IX 140 + 103 Saturno = 243 (99)
Lua 136 + 107 Quiron = 243 (99)

Para maior relevância no quanto isso poderia fundamentar (como principal significado deste caso), esse tipo de indício dado pelo número 134, caracteriza também em termos numéricos, os demais tipos de correlações (especiais) sobre esse sentido:

99 = casa IV 53 + 46 Vênus;
99 = casa III 36 + 63 Mercúrio.

Esses fatores numéricos (do mapa de Oscar Wilde) com Vênus (46) na casa II em Libra, portanto muito forte (por essas condições), determina ótimas possibilidades de se obter recursos materiais através da Popularidade; o Mercúrio (63) na casa III em Escorpião, pelo próprio entrelaçamento processual desses fatores, concede grande impulso nesse sentido de realização, cujo tipo de entendimento sobre essa correlação – em termos de uma boa análise –, requer certa atenção (com pausas durante as observações).
Isso ainda se acentua – mesmo apenas com funções complementares sobre essa trama de ordem existencial –, por causa da casa VI e o nome intermediário (O’Flahertie) de Oscar Wilde, que se expressam em razão do número 99 (Maturidade). Em síntese, isso qualifica um tipo de conexão (existencial) das duas personalidades; cuja lógica se conclui pela consulta e comparação dos fatos num sentido de ordens biográficas; como também em função da lei que define cada exata aproximação (correlação) entre termos ‘análogos e homólogos’.    
De forma prática o número 99 (Maturidade) serve também para qualificar a “velhice”, a qual deve ser incluída no enredo conforme as informações biográficas dos dois, que aliás se aproximam – sob o ponto de vista analítico – num certo sentido genérico. Pois, em considerações gerais (desse estudo) a arte (indicada por Vênus), apesar de sua influência definida por distintas classificações – sob tipos de expressões pessoais –, ainda assim, determina a principal qualidade – ou interesse – dos mesmos (praticada com sucesso).
Sobre isso, bastaria integrar os fatos históricos, Oscar Wilde, primeiro se identificou em razão da estética (Vênus), liderando por esse motivo um tipo de movimento dessa ordem, antes de se consagrar na literatura. Freddie Mercury, por ocasião de sua época, se expressou – principalmente – em função de sua musicalidade; com grande sucesso de interesse mundial.
Oscar Wilde, embora tenha publicado vários contos (e peças), “O Retrato de Dorian Gray”, seria o seu único romance, o qual se difundiu conforme autêntica obra prima da literatura (mundial);  cuja trama desse livro – além de outras considerações relevantes – aborda também os “percalços da velhice”, num sentido de ordem extrema (como descreveu), no quanto poderia significar essa fase natural da existência humana; sob um exato tipo de protesto pela sua rejeição.
Acontece também que, conforme se identifica, sua obra em termos cármicos (responsabilidade sobre o uso da palavra), implicou – necessariamente – num certo tipo de influência nefasta (geral); provavelmente por causa de sua extensão (repercussão), assim qualificada pelo próprio interesse (classificado como indolência espiritual humana), sob considerações de ordens coletivas.
Curiosamente, o fator da “velhice” (99), que tanto lhe incomodava (psicologicamente), também se originara de uma exata transgressão anterior, conforme seu próprio nome intermediário: “O’Flahertie” = 99 (consoantes: 64; vogais: 35); expresso como um tipo real de suspeita, a qual em termos analíticos, muito mais configurada por denúncia (em razão de seu prosseguir de ordens existências); ou seja, pelo fato de incluir nesses termos numéricos o número 35 (exato determinante das infrações irrevogáveis: carma). Em contradição, o 99 resulta numa sublimação de Mercúrio, por causa do número 36 (incluso: 63 + 36).
No mapa de Freddie Mercury, esse processo (repetitivo) se reflete em função do planeta Vênus (134 Imunidade) num aspecto de conjunção com Júpiter (129 Prudência), na casa III em Libra. Nisso se encontra uma mensagem (esclarecedora) prescrita como alerta (129) em razão da própria Imunidade (134).
Nessa comparação dos dois mapas (e nomes), se encontram vários outras correlações nesse sentido, as quais embasam esse – presumido – tipo de suspeita, como por exemplo:
Casa II (de F. M.): 122 – 35 = 87 Júpiter e Casa V (de O. W.)
Lua (de F. M.): 136 – 35 = 101; 101 (de O. W.) = nome: Wilde 55 + 46 Vênus; como também, 101 = Marte 14 + Júpiter 87, e 101 = total do nome: 48 + casa IV 53.
ASC (de F. M): 88 – 35 = 53 Casa IV (de O. W.)
Casa IV (de F. M.) 141 – 36 = 105 Casa XII (de O. W.); como sublimação.
Casa VII (de F. M.) 94 – 35 = 59 MC (de O. W.)
Casa VIII (de F. M.) 128 – 35 = 93 Casa XI (de O. W.)
Casa IX 140 (de F. M.) 140 – 35 = 105 Casa XII (de O. W.)
MC (de F. M.) 135 – 36 = 99 Casa VI e o nome: O’Flahertie (de O. W.)
Casa XII (de F. M.) 98 – 35 = 63 Mercúrio (de O. W.)


Freddie Mercury (Farrokh Bulsara)
05/09/ 1946 – 5: 10 AM – Zanzibar – Tanzânia



Oscar Wilde (Oscar Fingal O’Flahertie Wills Wilde)
16/10/1854 – 3: 00 AM – Dublin – Ireland

Pela técnica do número -B- (númerobalança) por curiosidade ainda pode se constatar o seguinte:

Mercúrio 17 -B-: 161161 / 77 = (2093) que reduzido = 77 (nomes: Wills de O.W. e Farrokh de F. M.); 161161 / 11 (14651) ou 107 (Sol de O. W.) ; 161161 / 13 = (12397) ou 13 (Plutão de O. W.).
Vênus 134 -B-: 134134 / 143 = (938) ou 74, equivalente ao nome Bulsara e ao Urano (de O. W.); 134134 / 77 = (1742) ou 14 Marte (de O. W.).

Existem várias outras relações nesse sentido, mas vale indicar mais uma sobre o número 99 (casa VI de O. W.) -B-: 243243 / 91 = (2673) ou 81 nodo norte (de F. M.) e Saturno (de O. W.); 243243 / 77 = (3159) ou 135 MC (de F. M.).


Nota: A Tabela do Zodíaco relativa aos 144 números se encontra (por enquanto) com exclusividade no livro: ‘Teoria dos 144 números’, pelo fato de ainda estar sendo definida em postagens em razão de cada signo sob o título: Graus do Zodíaco.

(continua)

Legado utilizado como bordão:
“Todo conhecimento que não pode ser expresso por números é de qualidade pobre e insatisfatória” (Lord Kelvin).


segunda-feira, 8 de abril de 2013

Vestígios Indeléveis: Freddie Mercury



Vestígios Indeléveis IV    Freddie Mercury
ESTUDOS DE NUMEROLOGIA: Vestígios Indeléveis – Freddie Mercury

Esses estudos visam expor temas relativos aos 144 números, ou melhor, sobre a Linguagem da Cruz, de modo prático (objetivo); sem precisar de considerações filosóficas mais profundas como ocorre no caso do setor denominado Filosofia dos Números.



Vestígios Indeléveis – Freddie Mercury

O sentido exato deste tema não visa propriamente apresentar uma análise de ordem astrológica (nem pela numerologia)  sobre essa personalidade, por tipos de qualificações psicológicas (ou sob outras considerações); outrossim, procede apenas em razão de poder demonstrar os recursos embasados na teoria dos 144 números como método para uma boa investigação (ou pesquisa); pois, a importância desse fundamento, se refere tão somente quanto aos motivos que assim se expressam em termos de relações numéricas pela determinação de “vestígios”.
No geral (por lógica), isso deve se processar conforme ordens anteriores, em que foi possível indicar presumidamente,  a vida anterior – reencarnação – de Alfred Adler, em cujo tipo de andamento para este caso, não precisa ser demonstrado sob nenhum “mistério” (como antes), ou seja, em função dessa correlação pela qual se determinada entre duas personalidades (através da astrologia e numerologia); os nomes aqui já se definem desde o início: Freddie Mercury e Oscar Wilde.



Freddie Mercury (Farrokh Bulsara)
Nasc: 05/09/ 1946 – 5: 10 am – Zanzibar - Tanzania




Oscar Wilde (Oscar Fingal O’Flahertie Wills Wilde)
Nasc: 16/10/1854 – 3: 00 am


Para diferenciar este processo, antes seria preciso relembrar o ‘caso Adler’, que se definiu – em termos de correlações – sob a quase total forma de sublimação (transfiguração pelo número 36), por parte de uma personalidade em função da outra (inclusive sobre as influências numéricas dos nomes) como referência, fato no qual não havia números iguais.
Neste outro tipo de análise, o caso se define sob poucas sublimações, por isso, algumas semelhanças numéricas – encontradas – resultam em qualificadas espécies (de lógicas) classificadas como “vestígios”; ou seja, conforme os números se igualam nessa relação:

Sol (F. Mercury) 56 = nome: “Oscar” 56 (consoantes: 40; vogais: 16)
Quiron (F. Mercury) 107 = Sol (O. Wilde) 107
Netuno (F. Mercury) 29 = casa II (O. Wilde) 29
Roda da Fortuna (F. Mercury) 30 na casa IX = casa IX (O.Wilde) 30
Nodo Norte (F. Mercury) 81 = Saturno (O. Wilde) 81
Plutão (F. Mercury) 49 = nome: Fingal (O. Wilde)
Lilith (F. Mercury) 53 = casa IV (O. Wilde) 53
Nome: Farrokh 77 (consoantes: 61; vogais: 16) = nome Wills 77 (consoantes: 68; vogais: 9).

Esses elementos determinados pelos mesmos termos – numéricos – indicam características semelhantes entre os dois, sob condições levemente diferenciadas num sentido de praticidade; por questão de um em relação ao outro. Como observação, são relevantes possíveis tipos de “entrelaçamentos” numéricos (por referência), conforme ocorre, por exemplo, com os números 105 e 107; pois, nessa ordem o segundo fator (107) equivale ao crédito em função do primeiro (conforme o quadrado da cruz); cuja espécie de classificação, já induz em parte certas considerações – sobre a análise – de coincidências, que assim vão se ampliando durante esse processo.
Para justificar melhor no quanto implica tais indícios, nessa correlação se encontram qualificações – semelhantes entre ambos – bem definidas pelo seguinte:  105 Convicção = 49 Heroísmo + 56 Modéstia; e 107 Paz (“uniformidade”) = 30 Tempo + 77 Mistério; que são assim classificados em função de cada personalidade:

F. Mercury:  105 = Sol 56 + 49 Plutão; e 105 = ASC 88 + 17 Mercúrio
O. Wilde: (casa XII) 105 = “Oscar” 56 + 49 nome: “Fingal”
F. Mercury: 107 (Quiron) = roda da fortuna na IX 30 + 77 nome: “Farrokh”
O. Wilde: (Sol) 107 = casa IX 30 + 77 nome: “Wills”

Em resumo isso identifica atitudes ousadas ao extremo (sem comedimento sobre as conseqüências), significando para outrem modos extravagantes, conforme a própria biografia de cada um deles indica, cuja forma de expressão só varia em função de diferenciadas épocas. Os números 29 e 30, não só em razão dessa seqüência, mas também pelo quanto representam (pois merecem um estudo reconhecido como propriedade para mais adiante em razão do número 870 = 29 x 30), entre significativas qualidades (capacidades especiais).   
No entanto, para este tema, o mais importante consiste em apresentar os vestígios numéricos pela confirmação deste método de investigação profunda – por correlações –, e não propriamente no sentido de realizar interpretações astrológicas sobre tais personalidades.  
Mesmo porque, esse processo – de investigação – só pode ser efetivado por intermédio da lógica dada pelos 144 números, apesar  de ser empregado em função da astrologia.

(continua)

Legado utilizado como bordão:
“Todo conhecimento que não pode ser expresso por números é de qualidade pobre e insatisfatória” (Lord Kelvin).