segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Técnicas de Previsão Astrológica - Trânsitos II

Técnicas de Previsão Astrológica: Trânsitos II
ESTUDOS ASTROLÓGICOS: Técnicas de Previsão Astrológica – Trânsitos II



Técnicas de Previsão Astrológica - Trânsitos

Pela validade das previsões – na teoria astrológica – se reconhece um referencial – natural – muito simples (identificado como óbvio após sua constatação), o qual não só sustenta a lógica dessa definição, quanto ainda implica na edificação essencial que fundamenta o emprego prático por esse direcionamento.
Num esclarecimento essencial sobre o fator – natural – dessa funcionalidade, seria preciso reconhecer como constante, o fato de que, todo planeta natal sob influência, por aspecto  com quaisquer dos outros, sempre acentua suas próprias qualificações, pelo quanto significa as condições de um determinado período.
Mesmo assim, nem todos os trânsitos que ocorrem – por aspectos quase sempre precisos – com determinado planeta da carta natal são idênticos.
O fato é que se processa um tipo de variação – justamente – conforme a qualidade do fator em trânsito, determinante de cada situação, contudo, sem condições de anular a essência – referencial – do planeta natal.
Por esse fato comprovado, não só se identifica a validade das predições astrológicas, conforme ainda, por esse tipo de “propriedade”, se reconhece o preciso direcionamento em termos de necessárias observações analíticas com segurança; pelas interpretações dessa ordem.
Na realidade, nunca ocorre um trânsito igual em termos de interpretação, mesmo no caso de um repetido aspecto ao longo da vida entre dois planetas, pelo quanto para uma análise correta, se inclui também o sentido do fator idade como referência.
Na prática, os trânsitos de planetas rápidos, só se tornam importantes para o reconhecimento com precisão de um determinado período – mais ou menos curto – por questões de situações observadas em função dos astros (lentos) com influências duradouras (ou conforme as direções indicam), cuja consulta nesse sentido, se justifica pela busca de melhores informes sobre o significado geral do tema.
Isso se torna mais usual, também pelo fato de implicar num levantamento – deveras – trabalhoso (e quase impraticável), no quanto significa calcular os aspectos dos trânsitos de todos os planetas para a identificação, por exemplo, do período de um ano; cujo resultado – com excessivos informes – ainda poderia prejudicar a ordem de uma interpretação coerente, por causa de certos direcionamentos – de certa forma – até “confusos” no sentido das necessárias conclusões. 
Como exceção dessas considerações sobre os planetas rápidos (ou interiores), as fases lunares resultam em influências significativas de um prognóstico, principalmente no caso da Lua Nova, quando identificada por um aspecto – aproximado – com algum elemento de referência da carta natal.
Mesmo que, pelo quanto um prognóstico – justificado – com a determinação astrológica, em que se qualifique muito mais através de conclusões gerais sobre o processo; ainda assim se torna importante entender cada influência isolada.
Uma análise particular do Sol ou da Lua, como efeitos de ordens diárias e horárias, respectivamente, pouco se qualifica num processo de previsão; exceto em função dos trânsitos especiais das Revoluções Solares (com base na data do aniversário) e as lunares (conforme a posição da mesma na carta natal).
Acima dessas considerações, Sol e Lua, por suas naturais polarizações constantes e mensais (identificadas como fases), se tornam importantes com seus aspectos sobre o mapa natal.
Por outro lado, os trânsitos de Mercúrio pouco significam para o contexto geral de uma previsão, a não ser pelo quanto o interessado – da carta – se identifique sobre extremas expectativas, relacionadas com informações, documentos e situações congêneres.
Vênus, na dependência do aspecto que formar, ou seja, numa relação benéfica promove a harmonia ou suavidade – de curta duração – sobre as condições críticas, oriundas de outras influências astrais pelo relaxamento dessas situações.
Marte como fator estimulante implica num estado impulsivo na ordem decisiva de um preciso direcionamento, ou como também pela expressão da imprudência diante das situações, conforme as condições de seus aspectos positivos ou negativos.
Júpiter, que ressalta o engrandecimento pessoal, implica num estado de satisfação – provisória e variável – em razão de eufóricas considerações inspiradoras de melhorias; em cujos aspectos negativos resultam em condições de exagero (por definição astrológica geral nesse sentido).  Como intermediário (ou limite entre astros rápidos e lentos), esse planeta – conforme seus aspectos – implica sobremaneira no quanto resulta a lógica (global) de uma precisa previsão anual; o qual permanece num signo mais ou menos durante um ano.
Por esse motivo, pode permanecer mais tempo numa casa como influência nesse setor, no qual deve render “frutos”. Reconhecido entre as qualificações dos planetas como o “grande benéfico”, em trânsito – excluindo os efeitos de quadratura ou oposição – resulta como favorável até mesmo pelo aspecto de conjunção.
Como por exemplo, quando o Meio do Céu (MC) se encontra sob esse aspecto, Júpiter promove elevações sociais ou profissionais. Quando em conjunção com o Ascendente (ASC) determina – ou concede – proteção física, com providenciais auxílios pela reabilitação da saúde, até mesmo no caso de doenças prolongadas, identificadas entre outros trânsitos críticos, implicados em influências cíclicas dos planetas lentos no período.
No entanto, por Júpiter influir nas condições de exagero, sob esse mesmo aspecto com o Ascendente, o qual representa – propriamente em termos objetivos – o corpo físico, ainda como efeito nesse sentido, a pessoa do tema se encontra propensa a engordar, se acomodar de alguma forma, realizar gastos excessivos (sem necessidade), adquirir vícios (numa sensação descontrolada), etc.
Num tema feminino, o fato pode se estender ainda mais, em razão de Júpiter significar o principal planeta que assinala – numa previsão – a gravidez, ou melhor, nem sempre em função de um trânsito, muito embora, quase de modo preciso conforme assim se reconhece através das direções secundárias.
Acima de Júpiter, numa previsão (global) de ordem cíclica, os planetas lentos com seus demorados efeitos também assinalam condições diferenciadas em razão das fases – inevitáveis – de cada experiência pessoal de período longo, a qual se discerne muito mais sob os cálculos das direções, pelo quanto implica no processo, os trânsitos – de avaliações complementares – se justificam como precisos coadjuvantes pela conclusão determinante de uma interpretação nesse sentido.
Para o cálculo dos aspectos entre os trânsitos sobre os elementos da carta natal, válida se torna a diferença máxima de 1 grau – tanto para mais quanto para menos – em razão dos planetas lentos.
No caso dos planetas rápidos os cálculos dos aspectos procedem – sob o “olhar clínico” – por simples aproximação, visto que, tais influências – com objetividade – geralmente ocorrem com certo atraso ou um pouco depois; no quanto isso poderia significar a diferença entre dois ou três dias (o motivo desse fato ainda precisa ser esclarecido num estudo avançado: pela lógica dos 144 números).
Para se iniciar na pesquisa dos trânsitos, o estudante precisa idealizar um formulário ao seu critério conforme cada estágio de seu estudo, condizente com as necessárias informações – propriamente – extraídas (em síntese) das efemérides.

(continua)


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

O Tempo Relativo XVII

O Tempo Relativo XVII
NUMEROLOGIA E FÍSICA TEÓRICA: O Tempo Relativo XVII



Este setor implica numa definição – por escolha –, entre vários temas da Física Teórica, com demonstrações, em função da Lógica Relativa ou Natural (determinante de 22 axiomas), desenvolvida conforme a Linguagem da Cruz (dos 144 Números).
As explicações científicas aqui devem se processar sob um grande dilema: sua difusão; pois interessados em física não admitem uma interferência da numerologia (nem por curiosidade) em seus assuntos; e elementos mais ‘espiritualizados’, geralmente, “desdenham” o sentido científico (uma área do conhecimento racional); resultando assim num trabalho sobre textos descritos quase que “ao vento”. Portanto, tentar auxiliar os meios científicos exige “idealismo” e grande esforço (como numa missão impossível) diante de “poucos frutos”; mas que vale a pena (por sua revelação).







O Tempo Relativo




O micro sistema de um imã – comum – serve de analogia para identificar – como vestígios – novas qualificações práticas sobre o tempo, pois: Tempo 174 – 115 Modelo = 59 Magnetismo (conforme esclarecimentos anteriores).
Como essencial, pelo quanto isso embasa, o tempo também deveria se processar da mesma forma que assim se observa – na prática – em razão das polaridades – fundamentais – de um imã. Então, por essa analogia, seria possível formular o seguinte:



Linhas retroativas de um presumido “campo temporal”, devem se direcionar – por dispersão no futuro – de volta ao passado, entrementes, com precavidos afastamentos, pelo quanto for se aproximando da região do presente (setor central em razão do relativo comprimento), conforme assim se identifica de acordo com a sistemática ordem de um imã.
Diante disso, pelo menos em termos teóricos, muitas qualificações para o entendimento tendem num sentido de necessárias avaliações – sob questionamentos – pela busca de novas alternativas em função dessa lógica:

– Poderia o tempo ser identificado como um tipo de campo?

Evidentemente, pois a própria ciência atual emprega com êxito – embora de forma inconclusa ou sempre em atualização – a validade da denominada eletrodinâmica quântica (determinada pela unificação com a relatividade), no que falta ainda incluir nessa integração a gravidade (força mais fraca entre todas).
Comparando – sob questionamentos e observações – tanto em relação ao campo magnético quanto ao temporal, se constata entre ambos os mecanismos (análogos), certa sistemática perfeita de retroação, em razão de uma precisa estabilidade.
Para esclarecer pelo quanto isso se enquadra, essa – reconhecida – atividade se assemelha ao procedimento do sistema nervoso, o qual regula automaticamente a qualidade de um – preciso – esforço em função de cada imediata decisão física de uma pessoa, conforme assim consegue se direcionar (por esse comando) com – necessária – autonomia sobre o corpo.



Aliás, os reguladores – automáticos – mecânicos se desenvolveram – originalmente – em razão de consideradas influências – sob observações e adaptações por analogia – em função desse procedimento de ordens fisiológicas do sistema nervoso, cuja simulação lógica nesse sentido, consistiu apenas no aproveitamento dos indevidos desvios (ou condições desarmônicas), como preciosos acionadores (ou informantes), pela própria manutenção da estabilidade (ou direção) de quaisquer sistemas (sob controle).
Conforme essa funcionalidade (coerente) determinada, sob precavidos tipos de previsões sobre as ocorrências, tais sistemas reagem pela precisão de cada direcionamento que o processo requer, com a necessária inversão propulsora, a qual por esse mecanismo ocorre no instante ideal de controle.
Entre os eficazes recursos da mecânica, com essa lógica – de discernimento humano - o tempo também assim se direciona, porém, sob procedimentos de qualificações – altamente – superiores (Tempo 174 – 103 Adaptação = 71 Estabilidade), cuja resolução perfeita se justifica por causa da imprescindível integração – nesse sentido – em termos dimensionais entre: presente (66), passado (78) e futuro (54), com os informes instantâneos (de controle) em funções de “campo”. Sendo que, em função do campo eletromagnético isso também procede, até mesmo conforme a eletrodinâmica quântica – indiretamente – sustenta.
Em suma, esse sistema – ideal como também natural – se fundamenta sob tripla ação recíproca em função de campo, quanto em função do magnetismo como do tempo, conforme se constata.
Ainda assim, sob essas apurações coerentes – unificadas –, seria preciso também determinar no quanto um campo eletromagnético se assemelha ao do tempo (entre precisas considerações circunstanciais), ou vice e versa.
Nesse sentido, antes deve ser considerado o quanto cada campo se identifica de modo especial (ou essencial). Como por exemplo, o tempo se reconhece – até mesmo em função da relatividade – pela qualificação de ‘comprimento’ indispensável (em termos de distância e alongamentos constantes: confirmados), cujo fundamento não procede em relação ao campo magnético.



Por outro lado, o campo eletromagnético já se define – essencialmente – sob a lógica de suas necessárias polaridades (opostas).
Com bases nesse sentido analítico, comparações entre trem e imã, podem resultar em melhores discernimentos sobre a – questionada – definição do tempo.
Se pela suposição de que um túnel – mesmo entre condições fixas – também pudesse representar a forma do tempo – por ser alongado e estreito –, seria possível considerar o seguinte:
O final do túnel por significar o local mais adiante, deve se identificar com o futuro (como conclusão dessa passagem), e sua entrada com o passado por se manter atrás.



Então, quando um trem adentra um túnel, pelo quanto significa a cabine (sempre adiantada) do condutor ferroviário, sob a representação de futuro, sucede – simbolicamente – um qualificado efeito de polarização (como no campo eletromagnético), em que elementos de ordens opostas se atraem. Nesse caso, isso ocorre por analogia pela aproximação do futuro no sentido do passado, conforme essa conclusiva observação (minuciosa).
Dentro do túnel o trem se identifica como um simples integrante (semelhante aos micros imãs ou linhas de forças) do fluxo desse suposto campo eletromagnético, em cujas condições nesse estágio o presente deixa de se manifestar. Curiosamente, esse fato acrescenta – espontaneamente – novos informes, pois incorre em idêntico fenômeno, reconhecido durante a análise do sistema cinematográfico, no quanto foi possível identificar um efeito de nível quântico, determinante durante a exibição de um filme, para que ocorra a – simulada – movimentação em termos de imagens. Só que esse efeito dentro do túnel, ocorre exatamente ao contrário pela anulação da visão (manifestação do presente).



Pelo fato do túnel ser fixo, embora semelhante ao trem (longo e estreito), em sua representação, serve apenas para caracterizar o tempo imaginário (entre as observações: Tempo 174 – 42 Princípio = 132 Imaginário; Eternidade 162 – 30 Tempo = 132; Presente 210 – 78 Passado = 132 e 198 Futuro – 66 Presente = 132, o tempo imaginário que se identifica com a esfera.



Portanto, trem, campo eletromagnético (ou imã) e sistema cinematográfico, se caracterizam – fisicamente – como tipos ideais pelo estudo do tempo (por analogia).
Por essas considerações teóricas o “campo temporal” se caracteriza em função da reciprocidade (Tempo 174 – 34 “relatividade” = 140 Reciprocidade), na qual se encontram os indispensáveis informes de passado e futuro conciliados no presente.

(continua)


Legado utilizado como bordão:
“Todo conhecimento que não pode ser expresso por números é de qualidade pobre e insatisfatória” (Lord Kelvin).



segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Psicodrama - Moreno III

Psicodrama – Moreno III
Psicologia e Astrologia: Psicodrama – Moreno III



Psicodrama – Moreno

Carta Natal de Jacob Levy Moreno

Nascimento: 18/05/1889 às 4 h 00 pm – Bucareste – Romênia.

Graus do Zodíaco:

Sol:  27º 46’ de Touro (135 Credulidade)
Lua:  14º 17’ de Capricórnio (65 Decência)
Mercúrio: 19º 17’ de Gêmeos (86 Proeminência)
Vênus: 2º 57’ de Touro (13 Experiência)
Marte: 6º 5’ de Gêmeos (25 Confiança)
Júpiter: 7º 24’ de Capricórnio (26 Congênere)
Saturno: 14º 26’ de Leão (66 Atualidade)
Urano: 18º 27’ de Libra (90 Sentimento)
Netuno: 1º 50’ de Gêmeos (3 Liberdade)
Plutão: 5º 15’ de Gêmeos (25 Confiança)
Nodo Norte: 14º 34’ de Câncer (71 Estabilidade)
Nodo Sul: 14º 34’ de Capricórnio (65 Decência)
ASC: 20º 11’de Libra (107 Paz)
Casa II:  17º 17’ de Escorpião (80 Resignação)
Casa III: 19º 12’ de Sagitário (92 Arbítrio)
Casa IV: 24º 32’ de Capricórnio (109 Esperança)
Casa V: 28º 19’ de Aquário (138 Indulgência)
Casa VI: 26º 59’ de Peixes (128 Condescendência)
Casa VII: 20º 11’de Áries (101 Suficiência)
Casa VIII: 17º 17’ de Touro (74 Profundez)
Casa IX: 19º 12’ de Gêmeos (86 Proeminência)
Casa X: 24º 32’ de Câncer (115 Modelo)
Casa XI: 28º 19’ de Leão (144 Revelação)
Casa XII: 26º 59’ de Virgem (122 Iminente)



No quanto prossegue a interpretação do mapa de Moreno, a Lua que se identifica como mecanismo emocional, coincide com o fator do Nodo Sul sob a expressão de Decência (65).  Por essa conjunção (Lua e Nodo Sul), a qual implica numa consideração entre estados emocionais e tendências pessoais (por arraigados costumes existenciais determinados em “vidas anteriores”), muito se extrai sobre a personalidade; até mesmo no quanto se identifica através de certas associações de outros elementos do mapa com esse fator, caracterizado pelo número 65 (uma condição possível de se definir, apenas em razão dos 144 números).
Por esse procedimento analítico: (65) Decência 209 – 135 (“crença”: posição do Sol) = 74 (fator de sua casa VIII: o inconsciente). Pelo quanto se constata sob análises dos maiores teóricos da psicologia, ou seja, desde Freud (base da psicanálise), esse fator (74), se sustenta como evidente entre os mesmos.
Conforme assim se confirma: nenhuma teoria psicológica poderia se desenvolver – naturalmente – sem os próprios sintomas (ou incômodos) de seu próprio autor (como neste caso).
Ainda por esse direcionamento em que: Decência 209 – 138 Indulgência (casa V: propósito individual) = 71 Estabilidade (Nodo Norte), como vestígio (procedente), assim se expande a ordem dessa interpretação no quanto resulta a inclusão desse fator (ou Nodo Norte), o qual – no geral – implica em experiências inevitáveis (atuais).
Nisso se identifica costumes – de fundamentos pessoais – adquiridos (existencialmente), ou certos padrões – éticos – sustentáveis (sob preciso direcionamento de vida), como tipos de procedimentos – emocionalmente – corretos do ponto de vista moral, e até mesmo independentes no quanto poderia implicar sua formação psicológica e educacional de ordem familiar (para a precisa qualidade ou motivo de sua reencarnação).
Saturno, o qual se relaciona com o “antigo” (“velho sábio” de Jung), regente da casa IV (setor do complexo: um componente emocional), se identifica pelo número 66 Atualidade (indicador do tempo “presente”), se ajusta sequencialmente com o número da Lua (e do Nodo Sul), como indício lógico para essa interpretação.
Por isso, tecnicamente, seria preciso observar no quanto – de modo geral – assim se expressa como informação (sob essa ordem): 

63 (nome: Levy) / 64 (integrante por abertura) / 65 (Lua e Nodo Sul) / 66 (número de Saturno).

Para entender melhor o complexo em detalhes, a conjunção da Lua – também – com Júpiter (indicador de exageros), regente das casas III e VI, amplia os informes nesse sentido, sendo que esse componente tende a se manifestar sob variantes em função de cada ocasião (como incômodo emocional); e Urano (90: Sentimento) justifica o fato. Conforme as associações entre os números: a casa III 92 Arbítrio = Júpiter 26 + 66 Saturno; e casa VI (saúde) 128 Condescendência = 65 + 63 (Incomensurável: do nome Levy); assim se caracteriza seu complexo (entre os qualificativos básicos de sua teoria).
Por esses vestígios, a casa III identifica nas atividades dessa área, as características próprias de um cismador (pelo mecanismo do pensamento), pois o número 26 (de Júpiter: o exagero) implica em atrações (fora do controle) nesse sentido sob ordens arbitrárias (atabalhoadas). E, pela casa VI – no quanto informa – complementa esse mecanismo, o que se expressa como fortes sensações de inferioridade, por causa da condescendência (128) de si próprio (núcleo do complexo); e ainda sérios tipos de temores (transtorno bipolar já naquela época?), pois o número 128 se qualifica entre a tríade: 127 “morte” / 128 condescendência / 129 Prudência, no quanto isso se justifica.

Esse processo se enfatiza ainda mais com o número 122 (Iminente) da casa XII, que se define como derivada do signo de Peixes (determinante da casa VI), o qual é regido por Júpiter e Netuno. Sendo que: 122 Iminente = 92 Arbítrio (casa III) + 30 Tempo (qualificador de seu nome completo); 135 (credulidade) Sol = 122 (casa XII) + 13 Experiência (Vênus); e casa V: 138 Indulgência = Sol 135 + 3 Netuno.
Portanto, o detonador desse “complexo de Moreno” se identifica pela situação de seu planeta Júpiter (26), o qual implica em atrair tudo (ao mesmo tempo), durante cada busca direcionada apenas em razão de um preciso assunto; cuja modalidade de coerência nesse sentido dificulta o entendimento pessoal (com serenidade). Essa condição – na atualidade – se identifica por “síndrome do pânico”, cuja terapia de Moreno se qualifica como fundamental.
A causa desse complexo parece ter se originado – conforme a teoria de Freud –, durante suas atitudes (eufóricas) na infância, pelo quanto implicava suas brincadeiras (ou atuações teatrais), nas quais fazia de conta poder se assentar no “Divino Trono do Criador” (como indica sua biografia), entre justificadas considerações de seu nome inicial: Jacob (Arte 31 = consoantes 15; vogais 16); e também conforme o significado do Sol (na casa VIII: 135 (crença). Sendo que isso ainda se reforça entre os seguintes indícios numéricos de sua casa V: 138 Indulgência = Ascendente 107 Paz + 31 Arte (fator de seu nome Jacob); quer dizer, esse perdão (138) deveria ser obtido com serenidade (107 Paz: sem conflitos de pânico) através da Arte (31) teatral, pelo quanto por essência se embasava  (para o seu equilíbrio).

Pela sua experiência adquirida no trabalho hospitalar – durante anos –, conseguiu se expressar sob os qualificativos de um teatro terapêutico (espontâneo: dramatizado sem a decoração de textos), que logo depois se caracterizou como teoria psicológica, ou seja, o Psicodrama.

(continua)



segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Mitos das Predições II - Calcas

Mitos das Predições II – Calcas
MITOLOGIA E ASTROLOGIA: Mitos das Predições – Calcas

Este setor apresenta um texto original sobre um mito. Em seguida, sua interpretação conforme o sentido astrológico – pela caracterização de um Signo ou de outra característica astrológica.



Calcas

Calcas que, era famoso – como especialista – pelas suas previsões – principalmente – sobre no quanto poderia resultar uma vitória numa competição, contenda ou até mesmo por questão de uma guerra, o qual se direcionava com informes precisos: para que cada derrota – iminente – pudesse ser evitada.
Competitivo por natureza (até contra outros adivinhos) era filho de Têstor (um dos argonaútas), e também reconhecido como sacerdote de Apolo, seu próprio pai e de Laotoe (sua mãe: mais uma entre as demais paixões desse deus).
Portanto, era neto de Apolo, o qual por causa dessa descendência o agraciara com o dom da adivinhação.



Por esse motivo, após o rapto de Helena, situação que se direcionava para uma – iminente – guerra contra Troia, ao ser consultado sobre o fato revelou que, uma vitória da Grécia nessa batalha, seria impossível sem a presença – atuante – de Aquiles, o qual pelas buscas de Ulisses foi encontrado sob o disfarce de “princesa” na corte de Licomedes, no quanto resultou – inevitavelmente – seu engajamento ao exército logo em seguida.



Numa ocasião, ainda no período de preparação grega para a guerra, durante um descanso, presenciou a estranha ocorrência no quanto significava a astúcia de uma serpente, pela qual após subir numa árvore defronte – rápida e silenciosa –, na direção de um ninho, não apenas com o tempo (hábil) para devorar a Ave (mãe), como também os nove filhotes da ninhada, se petrificando – sob metamorfose espantosa – logo em seguida; cuja visão ele interpretou – e difundiu – que: a batalha contra Troia deveria perdurar por cerca de 10 anos.



Durante toda a guerra seus vaticínios eram considerados essenciais.
Desde a viagem de ida ele se tornou influente com suas necessárias informações de auxílio.



No porto de Áulis sobre o – inesperado – fenômeno de calmaria, o qual impedia a velocidade das naus, ele justificou o caso acusando Agamêmnon por ter ofendido Ártemis, quando conseguira caçar uma corça com extrema facilidade, presumindo ter sido mais eficiente do que essa deusa.
Em razão desse insulto, ou melhor, pela obtenção de melhores ventos, sua filha Efigênia deveria ser sacrificada.



Quase no fim da guerra, Calcas, numa atitude de reconhecimento sobre seus limites, anunciou que Heleno – príncipe e adivinho local – era o único capacitado para informar como Troia poderia ser – realmente – vencida; indicando apenas o seu refúgio em Ida, cujo conselho exigiu a precisa atuação de Ulisses, que com êxito conseguiu esses informes.



Depois da morte de Aquiles, como os ataques gregos se tornavam cada vez menos eficientes, chegando ao estágio em que já se cogitava uma desistência, foi quando Calcas se apresentou com nova revelação, na tentativa de estimular os ânimos dos guerreiros.
Mas, tais palavras – simbólicas – eram enigmáticas demais, pois nem mesmo Calcas, num sentido racional, entendera o real significado de sua própria mensagem.
No entanto, Ulisses, experiente nesse sentido, por dedução lógica, em poucos instantes conseguiu decifrar a mensagem, sugerindo com isso, a construção de um cavalo enorme (nos moldes da arte), como estratégia pela infiltração do cerco intransponível de Troia.
Terminada a guerra, não quis voltar com a vitoriosa esquadra grega, preferindo seguir outros rumos – sob influência – na companhia de Anfíloco, outro adivinho.

(continua)