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terça-feira, 1 de março de 2016

O Tempo Relativo XXXIX

O Tempo Relativo XXXIX
NUMEROLOGIA E FÍSICA TEÓRICA: O Tempo Relativo XXXIX

Este setor implica numa definição – por escolha –, entre vários temas da Física Teórica, com demonstrações, em função da Lógica Relativa ou Natural (determinante de 22 axiomas), desenvolvida conforme a Linguagem da Cruz (dos 144 Números).
As explicações científicas aqui devem se processar sob um grande dilema: sua difusão; pois interessados em física não admitem uma interferência da numerologia (nem por curiosidade) em seus assuntos; e elementos mais ‘espiritualizados’, geralmente, “desdenham” o sentido científico (uma área do conhecimento racional); resultando assim num trabalho sobre textos descritos quase que “ao vento”. Portanto, tentar auxiliar os meios científicos exige “idealismo” e grande esforço (como numa missão impossível) diante de “poucos frutos”; mas que vale a pena (por sua revelação).







O Tempo Relativo

Pelo qualificativo desse projeto de ordem conceitual sobre a relatividade do tempo, Jung em apropriada situação voltada para esclarecimentos do assunto expõe seu reconhecimento num sentido astrológico.
Numa aplicação dos recursos tradicionais da astrologia básica ou clássica – de qualificação estrutural estacionária – Jung se satisfez, com as conclusões sustentadas ainda por esse direcionamento requerente de atualização; cujos dados apurados conforme esse informe se processou pelo emprego da estatística.
Dessa forma, se surpreendeu estatisticamente com a validade da conjunção entre Sol e Lua (determinada com alto índice) para atestar a relação por casamento pelos cálculos em horóscopos de casais, os quais reafirmaram um saber prático; reconhecido como conteúdo, num costume experimental conforme a astrologia.






Para complementar o êxito nesse sentido, ainda que, sem o conhecimento pela astrologia da nova versão de qualificativa utilidade prática (com extrema objetividade), Jung também argumentou sobre a importância do significado numérico de ordem universal:

Desde épocas remotas, o homem serviu-se de números para determinar as coincidências que podem ser interpretadas. O número é algo de especial – poderia ser dito misterioso. Se, como diz qualquer manual de Matemática, um grupo de objetos for privado de todas as suas características, no final ainda restará o seu número, o que parece indicar que o número possui um caráter irredutível. O número, portanto, é uma grandeza imprevisível, e não é certamente por acaso que o cálculo é justamente o método mais apropriado para tratar o acaso. Embora não se tenha pretensão de dizer algo de esclarecedor sobre a relação íntima entre dois objetos tão aparentemente incomensuráveis entre si como a sincronicidade e o número, contudo, não se deixa de acentuar que eles não somente foram sempre relacionados entre si, mas que ambos têm igualmente a “numinosidade” e o mistério, como características comuns. O número sempre foi usado para caracterizar qualquer objeto “numinoso”, e todos os números de um até nove são “sagrados”, da mesma forma como 10, 12, 13, 14, 28, 32 e 40 gozam de uma significação especial. Por isso, não é absolutamente uma conclusão tão ousada definir o número como um arquétipo da ordem que se tornou consciente. Naturalmente, a consciência pode imitar estes esquemas ordenadores, mas tais imitações não provam que os originais sejam invenções conscientes. Daqui se deduz incontestavelmente que o inconsciente emprega o número como fator ordenador. (Sincronicidade: 870)
  
Realmente, pela Astrologia Renovada conforme se comprova em razão das possibilidades analíticas na atualidade – com resultados explícitos –, da mais plena validade encerram por conteúdos praticamente proféticos os argumentos de Jung, como se tudo fosse um antecipado conceito, ainda em vias de elaboração, entre inumeráveis pesquisas; cuja definição apenas empírica, se encontrava deveras avançada para a época.    
Por esse modo de expressão esperançoso, pela pura convicção do autor, o que parecia impossível na falta de provas determinantes, até mesmo como acima das expectativas se justifica essa reestruturação teórica de Jung; como sustentação providencial da relatividade do tempo; propriamente para o emprego prático e comum, em razão mais simples de todos os assuntos na vida das pessoas.
Sem dúvida, a linguagem dos números se torna absoluta pela expressão da verdade em todos os níveis pela comunicação dos informes existenciais (sobre tudo, inclusive cientificamente, como no caso ao menos de quaisquer formulas e tipos de cálculos fundamentais conforme a lógica dos conceitos).
Na atualidade, pelas circunstâncias de meios analíticos, um simples mapa astrológico já se qualifica como um autêntico processo específico sobre quaisquer assuntos, caracterizado tão somente em razão da ordem cronológica dos fatos, num envolvimento explícito com a realidade propriamente esclarecida em detalhes; seja lá qual for o assunto.
Jung descreveu com acerto até alguns números essenciais, como se fosse com a condição (de época antecipada?!) de já ter tido o conhecimento fundamentado pela denominada Linguagem da Cruz; portadora de 144 fatores arquetípicos.
Fato curioso em razão da ­– sincronicidade – coincidência significativa, se reconhece na mencionada qualificação de Providencia como arquétipo nesse sentido de importância numérica, o qual realmente se identifica conforme a nova ordem pelo número 28.

Epílogo:

Após este trigésimo nono capítulo, finalmente chegou o instante de finalizar com este assunto, pelo menos, através deste mesmo título, que desta vez propriamente assim se esgota, satisfazendo, igualmente, os propósitos por resultados deveras satisfatórios sobre o tema em pesquisa; o qual se tratava numa questão de Relatividade, em cuja conclusão se modificou para o termo radical, de Sincronicidade, conforme a teoria definida por Jung, bem mais atualizada nesse sentido conceitual dos fatos, no tempo.
Além disso, de fato essa tal de Sincronicidade também carece de ser ampliada, talvez até bem mais, do que foi feito aqui pelo interesse sobre o Tempo, através destas experiências analíticas com a Relatividade.
Aliás, aos “entendidos” no assunto, Jung se evidenciou prontamente como um dos “convocados”, que não se sabe por qual motivo, mesmo com todo o seu potencial de gênio e sábio, ainda assim se desviara de sua autêntica meta, tanto quanto como muitos outros, dos considerados “dissidentes da Luz”, pelo cumprimento da missão salvadora num grau de interesse universal e existencial.
Para os demais, que não sabem sobre esse fato, tudo isso deve pairar em razão de intransponível mistério...
No entanto, quem acompanhar a próxima nova série, que como tal se origina desta, poderá seguir um estudo profundo e revelador, primeiramente pela análise inicial sobre vidas passadas em razão do próprio Jung; em cujo seu esforço como extraordinário pesquisador, nem sequer suscitara algum dia alcançar essa possibilidade do saber dele próprio sobre o si mesmo, por esse nível.
  




  Legado utilizado como bordão:

“Todo conhecimento que não pode ser expresso por números é de qualidade pobre e insatisfatória” 
(Lord Kelvin).

domingo, 24 de janeiro de 2016

O Tempo Relativo XXXVIII


NUMEROLOGIA E FÍSICA TEÓRICA: O Tempo Relativo XXXVIII


Este setor implica numa definição – por escolha –, entre vários temas da Física Teórica, com demonstrações, em função da Lógica Relativa ou Natural (determinante de 22 axiomas), desenvolvida conforme a Linguagem da Cruz (dos 144 Números).
As explicações científicas aqui devem se processar sob um grande dilema: sua difusão; pois interessados em física não admitem uma interferência da numerologia (nem por curiosidade) em seus assuntos; e elementos mais ‘espiritualizados’, geralmente, “desdenham” o sentido científico (uma área do conhecimento racional); resultando assim num trabalho sobre textos descritos quase que “ao vento”. Portanto, tentar auxiliar os meios científicos exige “idealismo” e grande esforço (como numa missão impossível) diante de “poucos frutos”; mas que vale a pena (por sua revelação).






O Tempo Relativo

Após muitas pesquisas e reavaliações sobre o tempo relativo, para seguir adiante significa tão somente aplicar de modo prático nas experiências atuais a “boa nova”, nos conformes da definição de Jung, que se conclui por seu conteúdo numa grande valorização da relatividade, como antiga proposta de Einstein.

Nessa teoria especial de comando sob reação horária, tudo depende de um influente participativo em função da realidade, pelo qual encerra o significado correspondente para integração conforme a existência que, por conclusão – onipotente universalcompete ao tempo determinar o efetivo momento de realização dos fatos e coisas envolvidas.
Na condição de um caso surpreendente, até para alívio de vez do preconceito contra o uso da astrologia, o risco conforme Jung pela exposição da sua imagem acadêmica propriamente do psiquiatra resultou num enorme progresso da ciência; ainda que, naquela época, a eficácia através dessa doutrina – considerada ainda apenas esotérica – somente se justificava dentro dos limites de conhecimentos clássicos, antigos (sem nenhuma expectativa de extensão ou ampliação técnica); fora dos recursos analíticos atuais; os quais se apresentam pelo século 21 sob o tipo de competência surpreendente.

Acontece que, no próprio conteúdo da conceituada descoberta naturalmente funcional conforme a ordem do tempo, por teoria se encontrava a possibilidade de novos fatores complementares, associados – embutidos –, embora ainda ocultos pela ampliação ou resultados futuros com a atualização (nova geração) do sistema.  
O importante consiste no determinante geral do fato, em que o fundamento de qualquer receita, seja lá para todo o tipo de realização (até pela culinária), propriamente significa – de modo radical – o tempo, cujo detalhe de cada caso sempre implica em condição de espera, duração do processo, permanência dentro de um ritmo específico, exposição ao calor num determinado período, etc.

Pelo reconhecimento de sua obra, o próprio Jung chegou a afirmar que, por enquanto esse era o conhecimento proposto como ideal, em razão do qual algum outro pesquisador poderia se sustentar, para depois avançar muito mais ainda sobre o assunto.
Como único recurso de estrutura antiga, antes a interpretação dos fatos pela astrologia só era possível com bases analíticas apenas por analogia e simbologia.
Como exemplo funcional do sistema (estacionário) dado pela falta de adaptação com a atualidade, se o caso envolvia Vênus, esse planeta servia para embasar e sustentar totalmente o significado da interpretação, com fatores propriamente associados ao prazer, paixão, conforto, beleza, relações sociais e elementos similares ao mesmo, que dependendo do aspecto indicaria – para variar o caso – também o tipo de situação: positiva ou negativa. 
Em razão de outros planetas, tanto quanto conforme os signos variavam os gêneros em espécies pela interpretação, ainda que sob o mesmo sistema.
Para o critério de ciência, o que parecia lógico conforme o aparente entusiasmo do pesquisador consistia no encontro de um grande entrave, numa condição da qual não favorecia na hora de validar um fato, antes considerável como comprovado.

Mesmo nos conformes dessa dependência analítica indesejável, numa situação em controvérsia científica, a técnica clássica de astrologia pela retificação da hora do nascimento, sempre apresentou grande eficácia por sua comprovação, garantia no ato, cujo efeito rigoroso de qualidade nos resultados, se reconhece apenas em questões de competência dos astrólogos envolvidos, tanto em razão dos cálculos quanto na interpretação dos fatos e ocorrências perante a lógica do tempo; em termos de comprovação do horário correto no mapa.

Portanto, ainda que por esse método antigo, muitas vezes conforme um sistema deveras ultrapassado, para as apurações na realidade dos fatos existenciais, não se trata de nenhuma avaliação considerada empírica, e nem mesmo de uma conclusão apenas num sentido esotérico.
Nas condições atuais, as avaliações astrológicas surpreendem completamente, muito acima do quanto antes significava o processamento por esse mesmo interesse, cuja sistemática antiga pelos resultados satisfatórios, consistia numa autêntica obra de arte, que no presente se encontra em facilitada situação.
No momento, a dificuldade deve se voltar propriamente contra aquele que, de alguma forma ousar contestar em detrimento do efeito sensato como resultado e eficácia determinado pela astrologia; como processo inevitável, verídico.

De fato, por essa aplicação avançada, as condições privilegiadas dos informes astrológicos, não se limitam pelo representativo significado condizente com determinado planeta ou signo, cuja apuração na atualidade inclui também importantes detalhes sobre o processo em andamento.
Isso significa que, o sistema astrológico analítico atual supera as expectativas das antigas condições interpretativas, antes apenas figuradas, pelo quanto no presente se constitui numa autenticação científica dos fatos na ordem real do tempo. 
No caso das retificações horárias atuais, um índice como determinante natural de ciclosda Providência Universal – identifica pelos números o significado lógico dos eventos no tempo real em geral.
Desse modo, existe um indicativo numérico pelo significado em potencial de um provável acontecimento nos padrões usuais humanos, o qual se detecta com essa nova revelação técnica da astrologia.
Para ilustrar com alguns casos condizentes aos denominados números cíclicos, que se classificam em 28 fatores distintos:

O 96 (Concórdia) se justifica relacionado ao casamento, contratos, associações, etc.
O 43 (Concepção) se justifica em fatos relacionados com nascimento de filhos e outros assuntos análogos.
O 31 (Arte) se justifica com os evidentes assuntos dessa área; e assim por diante.



Legado utilizado como bordão:

“Todo conhecimento que não pode ser expresso por números é de qualidade pobre e insatisfatória” 
(Lord Kelvin).

(continua)



domingo, 15 de novembro de 2015

O Tempo Relativo XXXVII

O Tempo Relativo XXXVII
NUMEROLOGIA E FÍSICA TEÓRICA: O Tempo Relativo XXXVII





Este setor implica numa definição – por escolha –, entre vários temas da Física Teórica, com demonstrações, em função da Lógica Relativa ou Natural (determinante de 22 axiomas), desenvolvida conforme a Linguagem da Cruz (dos 144 Números).
As explicações científicas aqui devem se processar sob um grande dilema: sua difusão; pois interessados em física não admitem uma interferência da numerologia (nem por curiosidade) em seus assuntos; e elementos mais ‘espiritualizados’, geralmente, “desdenham” o sentido científico (uma área do conhecimento racional); resultando assim num trabalho sobre textos descritos quase que “ao vento”. Portanto, tentar auxiliar os meios científicos exige “idealismo” e grande esforço (como numa missão impossível) diante de “poucos frutos”; mas que vale a pena (por sua revelação).





O Tempo Relativo

Com nova postura em razão de vasta experiência sobre o assunto, o Tempo relativo se transformou num tema como demonstrativo consistente, de conteúdo teórico, para poder se expor “definindo” nos conformes de reconhecidas comprovações.
Realmente, depois de muitos anos de estagnação, sem renovação num sentido de poder utilitário, a relatividade do tempo deveras surpreende com “roupagem” ganha para cobertura e continuidade teórica, numa forma atual de aplicação eficiente, imprescindível como subsídio para todos os interesses lógicos em comum.
Com base em constatações experimentais, todo fato lógico costuma se inteirar por objetividade e consistência, com outros eventos paralelos e demais reações elementares não propriamente similares, mas que, de alguma forma se encontram correlacionados pelo assunto principal.
Como imagem para definir essa constatação básica, na manifestação de um momento reconhecido com perspicaz atenção, espécies de coadjuvantes do tempo, como que, num salto ao núcleo do tema principal, costumam interferir no caso, pela inesperada participação no assunto.
Em outras palavras, isso aparenta um tipo de relatividade ocasional ou efeito consentâneo ao tempo em função de todas as coisas; que podem significar contingências de uma história, ou enredo próprio da vida.






Seria como um tipo de relatividade prática, prescrita para o cotidiano, numa espécie de reação instantânea prevista pelo próprio ritmo do tempo.





Por analogia o psiquiatra Ninian Marshall associou esse processo ao efeito do diapasão, ou ainda como comparação, também pela reação da vidraça vibrando de acordo com os sons externos, fatos reformulados conforme a lógica dos fenômenos de ressonância.






Pelo quanto, para o biólogo Paul Kammerer as denominadas coincidências não resultam de contingências aleatórias no tempo, sendo condizentes apenas com a explicação do que concorre ao efeito determinante na real ordem de agrupamentos substanciais em séries.
Os fundamentos de conceitos isolados tanto quanto dispersos, como que peças do mesmo mecanismo se reajustam, para sustentar a afirmação ideal do fato, de acordo com a brilhante teoria de Jung sobre a relatividade do tempo, por atualização.
Levando em conta com isso que, a importância sustentada sobre o significativo dos arquétipos, também advém de Jung.  
Numa concepção de observância teórica, nisso significa que, a mobilidade dos arquétipos inclusa na definição para complementação, implica em reconhecida sincronia, por “reverência” (na prática com interesse) das partes dependentes do efeito essencial, principal.
Para o entendimento científico renovador, como diretriz de pesquisas sobre o fator tempo, as dimensões de presente, passado e futuro, não se reconhecem mais em função de distanciamento no espaço, pelo fato de que, por essa situação apenas um qualificativo de local propriamente específico, integra o conteúdo da realidade em substancial processamento dos fatos no geral.
Para esclarecer a ordem do sistema, o processo representaria a similar possibilidade de realizar uma conexão integral de um caso, diretamente pelo significativo real de tempo, cuja técnica ainda fica faltando conforme a devida explicação; em suspenso.



Então, o presente condiz com a momentânea interação do fato contido no tempo, como processo prescrito para andamento constante, até chegado o conclusivo instante de encerramento, apenas parcial, mas de efeito radical nessa instância, cuja qualificação essencial ainda depende de outros determinantes do projeto existencial, global (num potencial de influência superior).




Durante um debate pela relatividade do tempo em comum acordo com Einstein, Jung por questionamento e reflexão se esclareceu sobre o assunto.
Pela apuração dos fatos, rendeu para sua conclusão teórica no encontro do elo psicológico oculto em relação ao tempo, como determinante essencial da Existência.
Sua ideia como imagem para esclarecer o fato por analogia se expressou pela figura da Terra, sob o significante apoio teórico de arquétipo na lógica de inconsciente coletivo, seu reconhecido (por experiência nas reflexões) determinante comum da mente humana.





Por esse ângulo de comparação figurada, a terra, na ordem de camada em camada, permitiria a condição de deixar transparecer o significativo passado, pela própria simetria do tempo. Então, para a ciência como padrão, a idade significaria o elo específico de todas as coisas numa relação direta com o tempo.
De fato, visto que pela lógica numérica interpretativa: 51 ou (Realidade) seja, 195 – 117 (Direito) = 78 (passado). Portanto, a Realidade para se manifestar depende dos informes (processo) do passado, em cuja integração se efetiva o efeito de Reciprocidade (como lei) para essa condição de apropriação legal na existência real da vida.





A descrição técnica da invenção do padre Marcelo Pellegrino Ernetti e do franciscano Agostino Gemelli que, resultou na televisão do passado, com o significativo emprego de harmônicos das frequências eletromagnéticas, como derivadas referenciais sobre acontecimentos no pretérito; na prática até que serve para ilustrar pela teoria em geral, a integração comum dos fatos propriamente no tempo. 
O mesmo se obtém por extensão do conhecimento, através do efeito produzido pela radiônica, conforme outra máquina para fotografar o tempo; em que se emprega como meio de sintonia o denominado “testemunho”, o qual como vestígio (oculto nas frequências) do tempo se define com a lógica da radiestesia, que significa conexões por ressonância; independentes do fator distância.
Para se constatar e poder comprovar o valor da nova teoria sobre o Tempo Relativo, seria preciso experimentar o universal direcionamento indicado pela definição de Jung, conforme as medições horárias por esse sentido.






Por esse desfecho de acordo com a realidade absoluta, o relógio cósmico como mecanismo de expressão natural do tempo se identifica de modo prático e simples, pela técnica comprovada da astrologia, propriamente sob aval explícito de Jung.


(continua)


Legado utilizado como bordão:
“Todo conhecimento que não pode ser expresso por números é de qualidade pobre e insatisfatória” (Lord Kelvin).

domingo, 18 de outubro de 2015

O Tempo Relativo XXXVI

O Tempo Relativo XXXVI
NUMEROLOGIA E FÍSICA TEÓRICA: O Tempo Relativo XXXVI

Este setor implica numa definição – por escolha –, entre vários temas da Física Teórica, com demonstrações, em função da Lógica Relativa ou Natural (determinante de 22 axiomas), desenvolvida conforme a Linguagem da Cruz (dos 144 Números).
As explicações científicas aqui devem se processar sob um grande dilema: sua difusão; pois interessados em física não admitem uma interferência da numerologia (nem por curiosidade) em seus assuntos; e elementos mais ‘espiritualizados’, geralmente, “desdenham” o sentido científico (uma área do conhecimento racional); resultando assim num trabalho sobre textos descritos quase que “ao vento”. Portanto, tentar auxiliar os meios científicos exige “idealismo” e grande esforço (como numa missão impossível) diante de “poucos frutos”; mas que vale a pena (por sua revelação).







O Tempo Relativo


Pelo refinamento deste estudo sobre relatividade do tempo, num aproveitamento analítico de vários reconhecimentos em detalhes relacionados ao assunto, chega o momento de direcionar o conceito estabelecido por integração dos qualificativos condizentes, como definição atual, ampla, consistente, para modelo teórico e com significativo prático.
Inúmeras explanações – inclusive de ordem acadêmica – desfilaram na assertividade da pesquisa (sem nenhum preconceito com teorias por ficção) pela ampliação do estudo nos conformes de fascinantes experimentações com relatos surpreendentes que foram descritos neste tema.
De todas as tentativas em esclarecer o significado do tempo pelo seu acertado direcionamento de interesse utilitário, a teoria de Jung se postula por autênticos conceitos sem rebuços, prontamente nas condições de seu emprego prático e garantido, cujas definições adicionais do assunto – de aproveitamento secundário – permanecem nos capítulos anteriores apenas para possíveis consultas como ilustrações impressionantes.
De modo simples, o tempo se define pelo integral comando por reciprocidade de correspondente sincronia, que perfaz desde o início de uma atividade qualquer até o seu determinado fim (talvez apenas de uma etapa), na mais plena coordenação de justiça existencial; pelo quanto assim significa a relatividade por lógica numérica: 174 (tempo) – 140 (reciprocidade) = 34 (relatividade).
Nesta apuração, as analogias adotadas por imagens para simbolizar o tempo no direcionamento de sua caracterização teórica, continuam válidas como modelos de satisfação lógica e plena pelo significado similar das figuras representativas (trem, imã, etc.), que se apresentam exatamente com o sincronismo para a identificação de uma específica propriedade, a qual define a condizente ordem momentânea da reciprocidade, cujo efeito fundamental – na maioria das vezes – seria de reversão (110), no quanto em outros casos poderia resultar numa retroação (o inverso).
Por isso que, conforme o significado esclarecedor dos 144 números o tempo lidera a Realidade: 174 (tempo) – 123 (liderança) = 51 (realidade).





Por analogia, a lógica do espaço existencial se identificaria como que “mapeada”, para as resoluções do ritmo temporal, integralmente, numa indescritível ligação em linha férrea.
Nos casos de questionamentos por essa comparação, a figura do trem se adequou com os significativos similares, tanto quanto ao da esquemática ordem natural do tempo.

Em suma, o universo se mantém em plena integração conforme a sua inapreensível estrutura na similaridade da rede ferroviária comum que, se desembaraça instantaneamente pelo seu reversível mecanismo de sincronia temporal.
Assim sendo, pela sua característica alongada e de seguimento sempre adiante, o tempo significa por analogia a própria forma do trem (sem ser necessário que se espelhasse por outra forma).




Nem por isso, outras importantes representações temporais perderam a validade pela conclusão deste assunto teórico, como no caso do campo magnético, o qual seria comparado também com a forma do imã.




Pois; 174 (tempo) – 115 (modelo) = 59 (magnetismo), o modelo do tempo se identifica pelo magnetismo.





Outra forma do tempo se relaciona com a estrutura musical, principalmente nos conformes sistemáticos de sua escrita – por lógica universal – em pauta especializada.




A disciplina se desenvolve na segmentação por compasso e entre notas de equivalências determinantes pela expressão melódica do significante agrupamento, cujo efeito resulta numa outra expressão de tempo, que serve para a distinção ou ênfase de ritmo como essencial cadência dentro do mesmo período no espaço.





Pela explicação com ilustrações na prática, disso se conclui por teoria a diversificada duração do tempo, especialmente na dimensão do presente, até mesmo nos conformes de experimentações acadêmicas, científicas, que confirmaram nesse sentido com a denominada Cronobiologia.





Jung associou todo esse significativo de efeito especial do tempo, pelo discernimento instantâneo durante um evento qualquer, tanto quanto como determinante verídico do fato propriamente relacionado com a teoria da relatividade, o qual poderia ser observado (ou mesmo constatado) numa situação lógica até independente dos necessários cálculos matemáticos de Einstein.
Num contato de caráter científico experimental – de consulta com opinião própria e debate –, não menos do que com o próprio Einstein, ele assimilou totalmente aquilo que significava o novo conceito de relatividade do tempo, pelo menos como ampliação teórica nesse sentido.




(continua)

   
Legado utilizado como bordão:

“Todo conhecimento que não pode ser expresso por números é de qualidade pobre e insatisfatória” (Lord Kelvin).




domingo, 20 de setembro de 2015

O Tempo Relativo XXXV

O Tempo Relativo XXXV
NUMEROLOGIA E FÍSICA TEÓRICA: O Tempo Relativo XXXV





Este setor implica numa definição – por escolha –, entre vários temas da Física Teórica, com demonstrações, em função da Lógica Relativa ou Natural (determinante de 22 axiomas), desenvolvida conforme a Linguagem da Cruz (dos 144 Números).
As explicações científicas aqui devem se processar sob um grande dilema: sua difusão; pois interessados em física não admitem uma interferência da numerologia (nem por curiosidade) em seus assuntos; e elementos mais ‘espiritualizados’, geralmente, “desdenham” o sentido científico (uma área do conhecimento racional); resultando assim num trabalho sobre textos descritos quase que “ao vento”. Portanto, tentar auxiliar os meios científicos exige “idealismo” e grande esforço (como numa missão impossível) diante de “poucos frutos”; mas que vale a pena (por sua revelação).




O Tempo Relativo






Conforme estudos anteriores, na dependência de pessoas sensitivas e sensores no nível da radiestesia ou propriamente por meio de circuitos especiais – da radiônica –, já inventaram aparelhos eletrônicos com indicadas funções pelo registro do tempo, em relação aos eventos da cronologia de passado ou de futuro.
Tecnicamente, esses mecanismos se justificam apenas por definição, sem os certificados de experimentações nos conformes de necessárias observações do público em geral, cujo esquema eletrônico desse tipo de equipamento ainda permanece secreto.






Pelo simulacro dessa possibilidade de poder explorar o tempo, até se encontra por ficção científica a produção cinematográfica do filme: Minority Report, o qual apenas apresenta um tipo de aproveitamento teórico com semelhança nesse sentido.
Realmente similar ao efeito padrão comentado na divulgação desse suposto invento, simplesmente sem provas de sua existência efetiva, a obsoleta câmera fotográfica de revelação instantânea Polaroid, pela sua manipulação no caso de pessoas sensitivas, antigamente também servia para produzir esses idênticos resultados nas gravações de imagens temporais; cujas realizações nesse sentido sempre ocorriam de forma espontânea, com efeitos sensatos, sem fraudes.






Em resumo pela explicação funcional da máquina Polaroid nesse nível dimensional temporário, entre o negativo (filme sensível) e a possibilidade de revelação num único objeto (pacote) para efetivar a reação química nos conformes da película fotográfica, existe por significativa suposição coerente, uma gama de atributos energéticos rarefeitos relacionados com os integrantes elementos ambientais, propriamente incluídos nos fatos reais de um específico momento (no espaço e tempo).
Isso significa que, uma película Polaroid numa conclusão de foto revelada, se constitui pela integração logicamente de dois pólos condizentes: o negativo junto ao positivo na formação e sustentação coerente da imagem (com possibilidade de efeitos inusitados).
Pelos entendidos nessa área de irradiações sutis, a foto Polaroid se qualificava (conforme se comentava) para identificação, atração de espécie ou compatibilidade energética, em plena vibração com o corpo físico real do evento, como por exemplo, durante uma seção condizente ao tratamento de saúde à distância, numa sintonia envolvida com a técnica do recurso radiônico.
Por esse motivo, uma foto desse tipo se classificava como “testemunho” (termo usual nessa área) que, para os trabalhos desse porte resultaria em similitude ao corpo físico real do indivíduo no processamento.
Então, a fotografia de uma pessoa significaria por lógica a sua própria presença.
Todavia, os efeitos raros obtidos através dessa câmera dependiam quase que exclusivamente da virtude de quem a manipulasse, cujos resultados variariam muito, desde a condição de foto normal até aos casos deveras surpreendentes.
Na época, felizmente, de modo raríssimo ocorria o fato em que uma ou outra pessoa não conseguisse obter nenhum efeito especial de imagem “clicada”, por falta individual de reação ou qualidade sensitiva.
No geral, esse seria o denominador comum da máquina Polaroid: surpreender com registros inusitados nos conformes ambientais de uma realidade paralela; cujo contato por vibração de mesma espécie só dependia da condição de cada pessoa.






Em fotos tiradas no jardim ou então, num enfoque da Natureza como ambiente imune por sua localização distante da coletividade humana, imagens de seres elementares foram reveladas, numa inclusão complementar pelo encanto da realidade dos fatos.
As pessoas fotografadas dentro desse esquema, conforme a situação de cada uma delas, relativas manifestações especiais como vibração distinta de cores se identificavam, que nos casos de doenças se apresentavam pelo tipo de aura equivalente, entre específicas manchas ao redor do corpo.

Relacionado ao tempo, significativo se torna o seguinte caso como exemplo:

Um instantâneo fotográfico feito numa residência de dentro para fora, flagrado com a câmara Polaroid por uma dupla de sensitivos, resultou na significativa presença “antecipada” no tempo de pasmar, como vaticínio consistente pela realidade do fato.
Como “aparição” ou visão introduzida – sem explicação – pela vidraça na janela, a figura de uma criancinha flutuando, ainda feito neném, era a evidência da imagem fotográfica com seus expressivos detalhes.
A sensitiva como membro do par que, ainda era também a mãe da moradora local, interpretou o fato pelo indicativo de gravidez para sua filha, a qual por sua justificativa pessoal de mulher negava a possibilidade dessa ordem ocasional em sua vida, para aquela inadmissível suspeita.
De fato, tudo ocorreu não apenas como indício de nascimento muito próximo em família, pelo quanto também nos conformes do previsto, ela acertara em razão de sexo da criança numa data aproximada do evento; e até com quem sua futura neta haveria de parecer, por características nos detalhes sobre seu semblante, etc.

Ainda seria preciso salientar como contingência desse processo experimental que, as imagens sobrepostas ou propriamente de manifestação suplementar (como figuras “fantasmagóricas” advindas de dimensões paralelas) pela extensão da realidade fotográfica, com o tempo ocasionalmente apresentavam perdas de nitidez, sem nenhuma explicação definitiva do fato.
Por teoria, apenas ficava aparentando que a parte adicional da imagem (como complemento ocasional da realidade), significava um fator energético de outro nível vibratório, propriamente capturado nos conformes do sistema, o qual numa suposição entre razões desconhecidas haveria de ir se desprendendo ou se desfazendo com o passar do tempo.


(continua)


domingo, 16 de agosto de 2015

O Tempo Relativo XXXIV

O Tempo Relativo XXXIV
NUMEROLOGIA E FÍSICA TEÓRICA: O Tempo Relativo XXXIV





Este setor implica numa definição – por escolha –, entre vários temas da Física Teórica, com demonstrações, em função da Lógica Relativa ou Natural (determinante de 22 axiomas), desenvolvida conforme a Linguagem da Cruz (dos 144 Números).
As explicações científicas aqui devem se processar sob um grande dilema: sua difusão; pois interessados em física não admitem uma interferência da numerologia (nem por curiosidade) em seus assuntos; e elementos mais ‘espiritualizados’, geralmente, “desdenham” o sentido científico (uma área do conhecimento racional); resultando assim num trabalho sobre textos descritos quase que “ao vento”. Portanto, tentar auxiliar os meios científicos exige “idealismo” e grande esforço (como numa missão impossível) diante de “poucos frutos”; mas que vale a pena (por sua revelação).


O Tempo Relativo






Incluindo o denominado “Cronovisor” ou televisão do passado do Padre Ernetti, como tentativa na possibilidade de conseguir filmar ou fotografar, num controle especial de imagem pela ordem dimensional do tempo; algumas teorias ou mesmo inventos sucederam por esse sentido.




Henry Silanov, um geólogo russo, acreditava ter inventado – por acaso – uma câmera capaz de fotografar manifestações de imagens relacionadas ao passado.
Para comprovar a realidade do fato, ele mantinha disponível ao público sua coleção de inúmeras fotos, em cuja variedade poderia ser vistos imagens como as válidas pelo registro da segunda guerra mundial; e de tantas outras ocorrências ainda muito mais antigas.
Por se tratar de um equipamento experimental ainda não havia o recurso para o controle de datas, a tiragem das fotos sucedia de forma aleatória pela ordem do tempo.




Desse modo, por presunção, em uma de suas fotografias, ele supunha ter conseguido rever a presença relativa de um dinossauro, nos conformes de seu remoto período na terra.
Pela sua definição os registros do passado se manifestam com a emissão sistemática de raios ultravioletas, os quais durante o processo seriam especialmente bloqueados por um instrumento ótico convencional de fotografar.
Por esse motivo, para o seu invento desenvolveu lentes adequadas, propriamente feitas de quartzo num aproveitamento correto de suas propriedades especiais ao projeto.




Pela funcionalidade, o filme de constituição diversa, também personalizada, se encontrava desprovido da camada de gelatina, a qual tal como um filtro deveras reduzia em muito a passagem do fluxo de ordem ultravioleta.




Em 1897, William Maplebeck e Robert Stookes, se apresentaram em Liverpool como autores de uma adaptada montagem, com espelhadas lentes de quartzo que, por intermédio de uma câmera servia para projetar imagens do passado em chapa fotográfica; mas apenas de forma aleatória em função do tempo.
Os dois inventores até chegaram a exibir por slides algumas de suas fotos inusitadas do pretérito como: de soldados romanos, homens da caverna, etc.
No entanto, debaixo de vaias reconheceram imediatas acusações de fraude, para num precavido supetão antecipar o final do evento.





O cientista Charles Steinmetz alegou ter desenvolvido um equipamento para registrar imagens do passado, o qual também funcionava com especializadas lentes de quartzo, cuja descoberta – conforme sua declaração – sucedera apenas por inspiração, propriamente embasada na filosofia de Baird Thomas Spalding.





Surgiram ainda alguns outros inventos como o de Ernst Von Lubek, cujo equipamento com circuito eletrônico diferenciado incluía também como dispositivo básico uma bobina tesla, que implicava numa necessária alteração eletromagnética pela sua funcionalidade nesse tipo de relação com o tempo.




Na década de 50 surgiu a câmera radiônica do tempo desenvolvida por George De La Warr, que era capaz de detectar tanto o passado quanto o futuro.
Por intermédio desse recurso ele publicou algumas fotos para comprovar seu invento, numa demonstração dos efeitos especiais do aparelho.
Pela teoria do autor o tempo significava uma espécie de vetor do espectro magnético (conforme os números: 174 “tempo” – 115 “modelo” = 59 “magnetismo”), pelo qual o espaço propriamente se equalizava para a formação da específica ordem escalonada dos eventos.
Em suma, havia um estado de relativa situação latente dos fatos existenciais como antecipada manifestação física do tempo, a qual a câmera conseguia registrar.
Mesmo que, pela teoria de La Warr, o tempo se esclarecesse nas mais plenas sugestões de notoriedade, inclusive com a descrição dos determinantes técnicos num sentido prático, o simples fato de evidenciar sua funcionalidade com um circuito radiônico já classificaria o projeto como extremamente radical; fora dos propósitos de qualificações científicas.
De fato, com vistas na lógica do esquema funcional, os padrões do circuito eletrônico seriam não convencionais, contraditórios aos sistemas de ordem científica.




Como um derivado algo mais sofisticado, um aparelho radiônico nos conformes dessa adaptação funcional, por teoria quanto na prática ainda se fundamenta no conhecimento tradicional de radiestesia, cuja manipulação eficiente depende de uma pessoa sensitiva pelas funções técnicas, para a sua devida operação.
O pêndulo seria por tradição o instrumento primordial de radiestesia, cujas regras básicas de seu funcionamento se devem ao abade Mermet, um grande sensitivo de conhecimentos por experiência e prática no assunto.





A forma da grande pirâmide – montada de modo experimental – se identifica como o mais simples e o mais antigo instrumento radiônico conhecido.
Pelo seu significado e utilização prática, muitos informes se popularizaram nesse sentido.
Antes, quando houve a tentativa pela possibilidade de poder integrar a radiestesia ao esquema eletrônico, ocorreu a situação de experiência surpreendente, que resultou em específicos conhecimentos sobre essa área, numa real implantação da radiônica.
O próprio De La Warr, por acaso, descobriu que na radiônica a funcionalidade do aparelho não depende de um circuito fechado; como nos conformes inevitáveis, por lógica da eletricidade em teoria e prática.





Realmente, na parte fundamental desses esquemas os componentes eletrônicos estão instalados no aparelho sob essa “modalidade” inusitada; conforme um circuito aberto, tecnicamente de propósito; que para esclarecer o leigo na área: não haveria pela condução um fluxo normal de força elétrica.
Disso se conclui que, o essencial pelo resultado satisfatório desses equipamentos, depende exatamente da qualidade sensitiva do operador.
(continua)   


domingo, 19 de julho de 2015

O Tempo Relativo XXXIII

O Tempo Relativo XXXIII
NUMEROLOGIA E FÍSICA TEÓRICA: O Tempo Relativo XXXIII






Este setor implica numa definição – por escolha –, entre vários temas da Física Teórica, com demonstrações, em função da Lógica Relativa ou Natural (determinante de 22 axiomas), desenvolvida conforme a Linguagem da Cruz (dos 144 Números).
As explicações científicas aqui devem se processar sob um grande dilema: sua difusão; pois interessados em física não admitem uma interferência da numerologia (nem por curiosidade) em seus assuntos; e elementos mais ‘espiritualizados’, geralmente, “desdenham” o sentido científico (uma área do conhecimento racional); resultando assim num trabalho sobre textos descritos quase que “ao vento”. Portanto, tentar auxiliar os meios científicos exige “idealismo” e grande esforço (como numa missão impossível) diante de “poucos frutos”; mas que vale a pena (por sua revelação).

O Tempo Relativo
   
De acordo com as avaliações anteriores dos principais projetos científicos sobre os deslocamentos no tempo, as realizações por esse direcionamento não se identificaram como promissoras.
Ademais, acima das dificuldades técnicas nas aparelhagens, as quais ainda assim com possibilidades de consecutivos aprimoramentos, também se encontram vários paradoxos como impedimentos dessa ordem.
De fato, a presença humana interferindo no direcionamento de ordem cronológica natural do tempo, propriamente sempre implica em violações inevitáveis – em termos de lógica – da realidade.
Então, seria o caso pelo quanto significa a teoria que, justifica a funcionalidade da televisão reprodutora de imagens do passado, cujo invento simplesmente ocorreu por acaso; independente da relatividade temporal.
O início do projeto se deu na década de 50 durante um experimento realizado na Universidade de Milão, pelo beneditino Marcelo Pellegrino Ernetti e o franciscano Agostino Gemelli, cuja pesquisa envolvia a reprodução de música arcaica.






O trabalho consistia em filtrar antigas gravações de cantos gregorianos, numa tentativa de poder isolar alguns sons harmônicos das peças musicais.
 Por esse recurso analítico os dois constataram que, a voz do falecido pai de Gemelli podia ser ouvida com destaque num dos trechos dessas reproduções de áudio; como se se direcionasse pela transmissão de uma mensagem.
Desse dia em diante, as pesquisas sobre frequências sonoras e seus mistérios se tornaram habituais.
Motivado pelo progresso analítico de efeito inusitado do som, padre Ernetti que era licenciado em física quântica, conseguiu renomados cientistas para o trabalho em sua equipe; entre os quais Enrico Fermi (Nobel de física) e o alemão Werner Von Braun.
O invento que era uma obra conjunta se justificava como uma teoria científica convincente, pelo menos, em termos de lógica no seu fundamento.
No entanto, o equipamento pela sua ordem prática e em detalhes técnicos, se esquematizava com um sentido enigmático e misterioso.
Conforme consta como básico pelo esclarecimento da diferenciada aplicação técnica de precisão para a captação sonora, controle e reajustes dos acontecimentos no pretérito, propriedades especiais das ondas eletromagnéticas se qualificam como essenciais.
Como fundamento no caso, as ondas eletromagnéticas não se dispersam no espaço. Conforme relatos populares, vários equipamentos de radioamadores já receberam inúmeras vezes, sinais de rádio que tinham sido transmitidos cerca de muitos meses antes.
De forma semelhante, com diferenciações avançadas por descobertas durante as pesquisas, novas propriedades foram detectadas propriamente nas oscilações de imagens e sons, como no caso de correlações especiais com o local de origem do evento.  

Ainda que sem a possibilidade didática para esclarecer a funcionalidade da máquina do tempo, em razão de precípuos detalhes teóricos de vanguarda, o seu mecanismo deveras se constitui de três partes essenciais: as antenas, o comando temporal e os dispositivos de reprodução e gravação.
As antenas se formam pela liga de três metais específicos mantidos sob sigilo de indústria, as quais se encontram apropriadas por distribuição no espaço, para a sintonia perfeita com quaisquer tipos de ondas eletromagnéticas.
O segundo estágio como dependente das antenas por sua captação dos sinais, requer de lógica algébrica, pelo atuar do circuito seletivo da freqüência intermediária que efetiva o comando temporal. Em eletrônica essa propriedade seria reconhecida como batimento ou efeito heteródino, a qual resulta da mistura de uma freqüência proveniente da antena e outra gerada por um oscilador, em cuja lógica (soma) algébrica se encontra uma terceira manifestação – intermediária – de expressão conclusiva no processo.
Por esse componente ativado pelos comprimentos de ondas específicos, se torna possível a sintonia com determinado local, data exata e personalidade escolhida em relação ao passado.
O terceiro estágio extremamente complexo define as imagens e sons, cujas reproduções visuais se mostram pelo efeito da terceira dimensão. Na realidade, o efeito nesse caso se deve ao reconhecido princípio holográfico tridimensional de imagem.
Em conformidade aos fatos, a física ainda desconheceria muito sobre o assunto, por esse motivo o circuito não teria sido descrito com suas devidas minúcias.






Pelo livre acesso aos livros da biblioteca do Vaticano, talvez numa espécie de integração com a física quântica, alguns conhecimentos aplicados no invento, se relacionam aos manuscritos desse acervo; como provavelmente sobre alquimia ou assuntos similares.




Pois, o próprio Nostradamus teria sido mencionado durante um esclarecimento simbólico e figurado, propriamente pelo significativo funcional de um circuito eletrônico complexo.
Após a montagem, de imediato ocorreu o teste funcional do projeto como televisão do tempo, cujo esquema eletrônico por definição e estrutura, deveria permitir a sintonia e a qualificada reprodução de acontecimentos propriamente do passado.
Pelo aproveitamento de gravações em tempo real dos discursos de Mussolini, a integração temporal com o passado gradativamente (como sob efeito de um “arranque”) se efetivou com resultados consistentes.
Em seguida, por direcionamentos realizados sob reajustes de comando, se tornou possível retroceder ainda mais no tempo, pela detecção de outros eventos históricos.
Por esse sistema de consulta, inúmeros fatos históricos importantes foram assistidos através da máquina, conforme alegações desse sacerdote, pela comprovação dos quais necessariamente não existia documentações.





Ainda assim, ele afirmou que o equipamento realmente existiu, todavia como um invento revolucionário surpreendente, o qual poderia significar uma arma muito perigosa.
De fato, por esse instrumento não poderia haver mais segredos, fossem lá de ordens políticas, industriais ou mesmo de quaisquer significativos envolvendo vidas privadas, propriamente desprotegidas da inevitável “Discórdia” coletiva ou da sociedade.
Por esse motivo, numa decisão do Vaticano, o aparelho havia sido desmontado e escondido em local seguro “para sempre”.



(continua)