Mostrando postagens com marcador Penas Irrevogáveis. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Penas Irrevogáveis. Mostrar todas as postagens

sábado, 10 de abril de 2010

FILOSOFIA DOS NÚMEROS 10: Penas Irrevogáveis 7

Penas irrevogáveis: estudo dos fatores kármicos de acordo com a lógica dos 144 números.

FILOSOFIA DOS NÚMEROS 10: Penas Irrevogáveis 7


Conforme as descrições em textos anteriores: as “Penas Irrevogáveis” – ou o sentido do Karma – da criatura humana – em seu atuar existencial – não se apresentam como – embargos - “processos insolúveis”; mas, simultaneamente, coadjuvados, de acordo com inúmeros meios de “livramento” de todos os percalços – enredados, entretanto, apenas pelo próprio livre arbítrio da humanidade. Nisso, cada um pode contar com o devido auxílio, através dos “chamados guias”, e, em conformidade com a lei da Reverência (141), cuja ocorrência se dá apenas em função da boa vontade. Daí, quando isso não ocorre – por “dupla” culpa de cada um – o processo muda de figura, e a polaridade da força recíproca também, o que pode repercutir em “tramas”, muitas vezes, insolúveis. O fato é que, esse processo – ou controle automático – de “Penas Irrevogáveis” – pode até deixar “marcas indeléveis”, as quais acabam influindo – de certa forma - na formação do caráter de uma personalidade. Dado a complexidade deste assunto é necessário tornar sucinta tais explanações para que, desde já, sejam postos em prática, os conhecimentos aqui descritos (sua extensão deve ficar para outros temas). Existem sim, “influências” negativas que, atuam conforme o mesmo sistema pertinente ao de forças benéficas – entretanto, tudo funciona de acordo com a lei. São as chamadas “hordas malignas” ou falanges. Poderiam ser descritas em número de 144 classes. No entanto, para facilitar – como uso prático -, apenas os 12 tipos básicos (por enquanto) são suficientes para o estudo dos 144 números em termos negativos.

A utilização do sistema é muito simples, pois, cada número deve ser classificado apenas de acordo com sua própria hierarquia; por exemplo: o 25, 37, 85 e o 97 são elementos associados ao número 1, então, devem ser caracterizados pela falange da Coragem (1); o 42, 54, 78, 102, seguindo a lógica, pela falange do Amor (6), e assim sucessivamente.

Isso deve servir – nas interpretações – tanto em termos de astrologia quanto de numerologia.

As descrições seguintes são apenas alegóricas (resumidas) e ainda, representadas pelo padrão limitado de suas hierarquias numéricas (números de 1 a 12). É preciso também não confundir defeito próprio de um número com associação ao karma – que são as alegorias a seguir:

Número 1 – Coragem

O número 1 comumente está arraigado à falange dos perigosos: terroristas (catastróficos), por ser responsável pelos prováveis tipos de delitos anteriores:

Fazer justiça com as próprias mãos, para alcançar seus objetos. Essa situação é caracterizada pelo número 109 (conforme tabela), como agente estimulante da personalidade em vidas anteriores. O indivíduo fez mau uso da esperança (como uma "aposta"). Tornou-se um instrumento da presunção, se achando no direito de poder fazer o que bem entender; como se os fins pudessem justificar os meios. O elemento então abriu um canal para a forma mais primitiva de presunção. Porém, agora ainda pode – em termos de números - sublimar essa condição espiritual com a categoria do número 1 (Coragem), em uma forma mais nobre. Pois, o 1 rege as atuações dinâmicas associadas aos: militares, esportistas, etc.

Número 2 - Silêncio

O número 2, está comumente arraigado à falange dos “vingativos”- inimigos ocultos -, que pode ser chamada também de correntes dos irrefletidos. É responsável pelos seguintes delitos em vidas anteriores:

Revidar ofensas recebidas e exagerar de modo infamante.
Vingar de modo irrefletido – em termos de consciência própria – os males que lhe causaram.
A personalidade está ligada a crimes premeditados – dolosos – porém compulsivos e emocionais.
Torna-se possível sublimar essa condição espiritual com o fator da serenidade e segurança do número 2. Mas, serão tentados por agentes ocultos – perigosos – que provocam estados de reações compulsivas.

Número 3 – Liberdade

O número 3 tem sintonia com a falange dos escarnecedores – assombrações -, que são responsáveis pelos delitos:

Abusar das amizades para satisfazer ambições egoísticas.
Fazer uso das pessoas de sua confiança, enquadrando – as em sua mesquinhas estratégias.
Tornar os outros, cúmplices de seus crimes, os quais foram realizados com diplomacia.
Fazer uso de forças ocultas na prática do mal.
Sublimação: através do bom relacionamento social – com o dom da comunicação do número 3.

Número 4 – Honra

O número 4 se prende à falange dos nervosos – vingativos - , responsável pelos seguintes tipos de delitos:

Usar e abusar de outrem pelo poder da realeza. Como imagem: são aqueles crimes praticados pelos antigos senhores da corte.
Representa os crimes efetivados por mandantes – onde houve impunidade.
A sublimação pode ocorrer em ressonância com o padrão da Honra.

Número 5 – Fidelidade

O 5 tem ligação com a falange dos fingidos conforme os tipos de delitos:

Por descaso, tornar-se espiritualmente responsável por vítimas.
Fazer de pessoas, espécies de cobaias, em benefício de suas próprias experiências.
Representa também o tipo do “aconselhamento fatal”, feito por quem quase desconhece o assunto em questão.
Contudo, agora atraem a liga dos fingidos – e escarnecedores – que atuam de forma “inconsciente”, acostumados a zombar quaisquer atos irresponsáveis. A situação pode ser sublimada através da Fidelidade.

Número 6 – Amor

O número 6 torna-se cúmplice da falange dos insensíveis de acordo com os seguintes delitos:

Inspirar dedicação e apreço por alguém e depois difama-lo.
Representa o tipo que só prestava favores de forma egoística.
Passar-se por vítima, para ser admirada e consolada por outros.
Fazia da chantagem emocional sua mais poderosa arma.
Psicologia: deve sublimar-se através do autêntico sentimento de compaixão, fator próprio do padrão do Amor.

Número 7 – Temperança

O número 7 sintoniza-se com a falange dos inescrupulosos responsável pelos delitos:

Divulgação de doutrinas ou conceitos falsos e malignos – tornou-se cúmplice de imposições imorais à sociedade.
Implicado com a implantação de dogmas “mundanos” que prestigiam a presunção humana.
Crime do “desequilíbrio como fator de contaminação coletiva.
A sublimação pode ser feita através da Temperança – equilíbrio como estímulo pelo assessoramento a outrem.

Número 8 – Respeito

O número 8 se interliga com a falange dos avarentos que pode ser cognominada também de “os catatônicos”, devido aos seguintes delitos:

Tirar vantagens de pessoas carentes, deficientes ou ingênuas.
Fazer mau uso da fé alheia.
Fazer de seus subordinados objetos de suas realizações egoísticas.
Agora então é preciso sublimar suas questões espirituais através do verdadeiro valor com o Respeito.

Número 9 – Justiça

O número 9 participa da corrente dos Impunes conforme os possíveis delitos:

Ludibriar outrem valendo-se das leis falhas da sociedade.
Representa todos os tipos ações desonestas, que foram muito bem acobertadas.
Deve agora ser transmutado com o autêntico senso de Justiça.

Número 10 – Pureza

O número 10 está conectado com a falange dos Imundos pelos seguintes atos ilícitos:

Praticar atos insensatos e se manter impune.


Ser responsável por algum tipo de crime perfeito – que se tornou insolúvel – muitas vezes praticados pelo “envenenamento”.


Pode agora ser sublimado através do padrão da Pureza que implica em bons costumes e dedicação.

Número 11 – Misericórdia

O número 11 está condicionado à falange dos revoltados - inconformados - conforme as seguintes atuações:

Tornar-se um aliciador, apoiado no privilégio pelo poder que lhe confiaram.
No passado, a personalidade achava que tinha o direito de obter tudo que quisesse, pois, valia de seus recursos materiais e pagava pelas próprias exigências.
Deve agora transmutar suas deficiências espirituais com a boa irradiação da Misericórdia.

Número 12 – Graça

O número 12 mantém ligação – inconscientemente – com a falange dos desgraçados que pode ser chamada também de liga dos esfarrapados, conforme as seguintes práticas em vidas anteriores:

Aproveitar-se dos regimes – tomados como privilégios - de sua época, pela sua plena segurança em detrimento do sacrifício alheio. A personalidade valeu-se de sua impecável condição social – ou cargo respeitável -, como álibe, para poder sair impune ocasionando a condenação alheia.
Sublimação: através do bom fator da Graça, que rege o trabalho, a saúde e o sacrifício espontâneo pelas realizações práticas.

Este tema requer um estudo especial (profundo) - deve ser revisto várias vêzes - e confrontado em equipes; para que possa encontrar sua autêntica validade.


quinta-feira, 1 de abril de 2010

FILOSOFIA DOS NÚMEROS 9: Penas Irrevogáveis 6

Penas Irrevogáveis (complementação de textos anteriores) - estudo do Karma conforme a filosofia dos 144 números.


FILOSOFIA DOS NÚMEROS (9) – Penas Irrevogáveis (6)



A Tabela apresentada anteriormente só vai ser útil em pesquisas que envolvem vários números, ou seja, quando é necessário saber o significado de “um” em relação ao ”outro” ou a vários – em termos de classificação: ilícito, mácula e sublimação (conforme indica a tabela). Pois, para casos isolados, ou melhor, para a análise de um único número, tal tabela não se torna necessária. O fato é que, com apenas dois números (memorizados) torna-se possível encontrar qualquer valor da mesma; são estes: 44 Prosperidade e 35 Oportunidade. Daí, para encontrar o valor “ilícito” – de um número – basta apenas acrescentar mais 44; e o valor relativo dessa “mácula”, 35 (ambas as somas efetuadas em razão do número principal). Exemplo: 1 (número almejado) + 44 = 45 (número do ilícito); e: 1 + 35 = 36 (número da mácula). Para saber o número que serve para efetivar a sublimação – desse processo – basta acrescentar mais 1 (36 + 1 = 37) sobre o número da mácula. Consultando a tabela para confirmar temos na primeira linha: 1; 45; 36 e 37 (lado esquerdo); e, 109; 9; 144 e 1 (lado direito).

Pela observação dessa tabela é possível reconhecer uma propriedade que pode ser utilizada nas interpretações – feitas através do quadrado da cruz (ou eneade).

Recordando a tabela:




Quadrado da Cruz (ou Eneade)

Obs:-este quadrado pode ser utilizado com quaisquer numeros do 13 ao 144 (onde o 13 seria o Princípio Ativo; o 14 o Meio Passivo; o 15 o Crédito; e assim sucessivamente).



Definição que deve ser compreendida pela observação: um número qualquer – de acordo com o Quadrado da Cruz ou Eneade – tomado como Princípio Ativo (neste exemplo: o 1), traz – automaticamente – em seu Princípio Passivo, exatamente aquele fator (neste caso: o 9) - representante de uma condição “ilícita”, ou onde ocorre um abuso -, o qual determina esse mesmo número (1), como elemento indispensável para a requerida “sublimação” de tal delito (acontecido anteriormente). Não é fácil compreender e muito mais difícil ainda definir. Porém, existe algo de simples nisso que, pode resumir a definição: existe uma correlação entre ambos, ou seja, entre Princípio Ativo e Princípio Passivo. Apesar das infindáveis “reflexões” que esta definição deve suscitar; pode ser útil perante as possíveis conclusões obtidas nas interpretações – feitas através do Quadrado da Cruz ou Eneade. Disso pode ser justificado muitos elementos lógicos como: todo fator central da cruz é equivalente ao sentido de Reciprocidade (140) de um Princípio Ativo (neste caso: 1 + 144 – 140 Reciprocidade = 5 Fidelidade); isso esclarece essa correlação. O Princípio Passivo (9)  pode ser presumido também como o setor onde afloram “reminiscências” sob diversas formas emocionais do Princípio Ativo (1). Mesmo porque, é este que tem o controle (ou está diretamente associado) do Meio Passivo (2), em cujo setor se encontra o potencial inconsciente da personalidade (princípio ativo). Portanto, deve atuar com muita influência sobre o foco mental do indivíduo. Um “guia espiritual humano”(como já foi descrito anteriormente) pode valer-se de tal recurso – embora seja isto apenas um modelo matemático de interpretação – para dar assessoria ao seu “protegido”. Pois, o Princípio Passivo é como uma “porta aberta” – evidentemente, apenas para elementos análogos e homólogos; onde ainda existe a Imunidade 134, decorrente da Pureza 10 - para os relacionamentos -, sejam estes com elementos de ordens: físicas, astrais, mentais, etc.

Uma diferença importante entre esses dois elementos é a seguinte: O Princípio Ativo – como representante de uma individualidade, deve apresentar uma “forma própria” – ou particularidade -; O Princípio Passivo – setor impessoal, indicativo de grupos ou conjuntos -, que promove os relacionamentos – “porta aberta” – mantém – se sob a forma de “corrente”. A personalização (numérica) condicionada por suas particularidades (composição do Princípio Ativo ou seja, suas diferentes parcelas); pode dar vazão para inúmeras “correntes” ; na dependência do que pode representar. Tais “correntes” implicam em polarizações, o que deve determinar “campos magnéticos” específicos - ou "demandas"; de acordo com o estado de um Princípio Ativo. Notório se torna também que: toda Finalidade Passiva (4) equivale ao fator de Reverência (141) de uma individualidade (como no caso do número 1: 145 – 141 = 4). Isso significa que a Finalidade Passiva é fundamental para as condições de Higidez da personalidade (físicas e mentais), pois representa o setor de sustentação da mesma. Com isto, esta, prepara – ou purifica – seus canais “físicos” para a recepção de “correntes positivas”, naturais – independentes de um Karma – as quais são constituídas por elementos que tendem apenas para a doação de suas virtudes de forma espontânea e incondicional. Tais “correntes” estão em disponibilidade para todos; são forças oriundas de um potencial (que ainda precisa ser reconhecido ou "explicado em outros textos") regido pela própria natureza – em seu sentido universal. São os denominados “guias naturais” – já citados anteriormente -, cuja definição não pode ser de forma sucinta; assim, num simples “trecho” deste tema.

Em resumo, a Reverência (141) – de cada número -, que equivale ao valor expresso na “Finalidade Passiva” da Eneade (ou Quadrado da Cruz) é também um fator de “transmutação" do Karma através do efeito simbólico.

Reverência 141 – Este é um padrão providencial, perante o qual, muitos já devem ter presumido (pois, seria “mesquinho” indicar apenas as formalidades humanas) que, não deve significar apenas reverência – no sentido lato da palavra. Pois, de modo geral ele é o fator de sincronismo universal, ou seja, define as trajetórias de todas as coisas; Reverência (141 – 21 Perfeição = 120 Disciplina). Ele rege os trânsitos de modo geral - os controles de tráficos terrestres e aéreos (até mesmo os dos próprios astros e demais corpos celestes), e, também domina as coreografias, as danças e os gestos. Reciprocidade 140 / Reverência 141 / Moral / 142 – Se encontra entre a Reciprocidade e a Moral, portanto, serve também para dissipar “efeitos cármicos” através do simbolismo.
(continua)


terça-feira, 23 de março de 2010

FILOSOFIA DOS NÚMEROS 8: Penas Irrevogáveis (5)

Estudos de numerologia sobre o Karma - causas e efeitos - de acordo com os 144 números


FILOSOFIA DOS NÚMEROS: Penas Irrevogáveis (5)



A Tabela que será apresentada – apesar de ter sido motivo de estudos durante alguns anos – implica em definições que não são fáceis de entender (muito mais difícil ainda se torna esclarecer tudo isso). Em primeira instância é preciso reter o seguinte:- Quando foi indicado que um certo número não tem o “direito” sobre determinado fator; ou que torna-se “ilícito” tal condição para um elemento numérico – tudo isso está correto -; mas precisa ser reformulado. Pois, tudo isso surgiu de acordo com a construção aritmética em benefício do raciocínio. Para melhor entendimento dessa “construção”, o correto se torna seguir a simplicidade do exemplo seguinte. O padrão da Coragem (1) não pode (não deve) ser aplicado em detrimento da Legalidade (45) porque, isso provoca transtornos indeléveis no mecanismo da reciprocidade existente entre os 144 valores (conforme o indicado na tabela). O fato é que isso já elimina de imediato algumas suposições – indesejáveis – totalmente inexistentes neste sistema. Uma delas seria o fato de uma pessoa estar achando por exemplo que: por se encontrar em seu nome (ou em seu mapa astrológico) um número 37, é porque já teve um número 1 em vidas anteriores (que agora está cumprindo o 37 – conforme a tabela – por sublimação). Não é assim que funciona! O carma não ocorre progressivamente e nem por tabela, mas, por atos e fatos arbitrários. Mesmo porque, qualquer pessoa pode valer-se do fator Coragem ou de qualquer outro padrão (entre os 144), basta querer ou ter a oportunidade. Aliás, existe também o “lado neutro” das 144 irradiações, totalmente acessível – independente do carma – em termos de livre arbítrio humano, outorgado pela natureza (setor que ainda precisa ser descrito). O fato é que o próprio conceito de livre arbítrio também precisa ser revisto.
As relações numéricas conforme a seguinte tabela:


Noções Elementares Sobre A Tabela


Os quatro setores do lado esquerdo da tabela seguem o mesmo esquema em relação aos do lado direito. Estão colocados assim (em paralelo) apenas por simetria, e, também para poder suscitar certas considerações elementares sobre os números. Como por exemplo – na linha 1 – temos no “lado direito”, o fato indicativo “de como” o número 1 (por efeito ilícito) poderia ter se originado. No “lado esquerdo” - da mesma linha – temos a conotação aritmética indicando: “com o que” o número 1 pode implicar; e, assim sucessivamente quanto aos outros números. Entretanto, não seria útil – em termos de esclarecimentos – se estender além disso; e, nem seria acessível ou compreensível para todos (pelo menos por enquanto), tentar extrapolar – sequiosamente – este conceito. O fato é que esta simples tabela pode determinar um verdadeiro “Tratado”, o qual estaria implicado em pesquisas sérias sobre: carma, psicologia, reencarnação e outros temas análogos. Entretanto, tal façanha envolve não só pesquisas isoladas (de cada interessado), bem como, também as “feitas em equipes”; para que isso possa ressurgir como um autêntico "Tratado", em conformidade com o senso comum. No entanto, podemos utilizar os recursos mais simples desta tabela, para poder ampliar aquilo que já sabemos sobre os 144 números. Este estudo implica em muita dedicação e numa atenção "um tanto quanto" minuciosa. Afinal, deve servir para pesquisas que transcendem os fatores comuns da numerologia. Portanto, é aconselhavel rever os textos anteriores sobre este delicado assunto.

(continua)



terça-feira, 9 de março de 2010

FILOSOFIA DOS NÚMEROS 7: Penas Irrevogáveis (4)

Penas Irrevogáveis: descrição do carma através dos números - conforme os 144 números


FILOSOFIA DOS NÚMEROS: Penas Irrevogáveis (4)



Quem tem acompanhado atentamente este tema, deve ter notado o seguinte:

Se para o número 1 se torna ilícito (ousar) obter “facilidades” em razão do 45, pois isso repercute numa mácula representada pelo número 36; o que pode ser sublimado – conforme já foi descrito – pelo 37. Então os números relativos ao 2 – dentro deste mesmo sistema são: 2; 46; 37; e 38; e, ao 3: 3; 47; 38 e 39, etc. Dessa forma, logicamente – fica realçado -, o número seguinte de qualquer fator; como seu elemento de sublimação. Evidentemente, por isso que se torna um recurso – na interpretação numerológica – o uso intercalado de uma seqüência de 3 números; como por exemplo: 75 / 76 / 77, quando se pretende colher informações individuais sobre o número 76 – recurso já demonstrado em vários textos. Entretanto, foi descrito também em Personalidades Célebres e Seus Padrões e em O Apoio, o Regime e o Mistério que: astrologicamente, poderia haver a interferência do livre arbítrio de uma personalidade na escolha de um desses 3 fatores, em certos casos (quando estão assim alinhados). Como por exemplo, poder optar entre o fator do Apoio, o Regime ou o Mistério. De acordo com o livre arbítrio sim (em alguns casos), isto seria possível. No entanto, de acordo com a lei da Reciprocidade, ao livre arbítrio, não estaria assim disponibilizado – em toda a sua plenitude – esse recurso, quer dizer, o simples poder da vontade humana não seria suficiência para anular determinadas configurações, pois: Arbítrio 92 + 144 = 236 – 119 Disponível = 117 Direito. Isso indica que o livre arbítrio (92) do espírito humano, desde sua primeira encarnação vai se alterando – como numa conta bancária – sua disponibilidade em termos de poder da vontade. Dessa forma, tem ele – após inúmeras reencarnações – seus limites perante esse Direito (117). De modo expresso, podemos vislumbrar o livre arbítrio – em sua disponibilidade geral: Arbítrio 92 + 144 = 236 – 100 Opinião = 136 Mestria; a opinião sob a condição da Mestria. Existe uma contingência sob o domínio de Mestres. Mas, falar de Mestres em termos de níveis, seria como tentar medir com uma escala em “milímetros” a extensão do infinito. Sem dúvida! Existem os “chamados guias”, em prontidão, até mesmo para cada passo que deve ser dado pela criatura humana; em sua exata forma – especial - como auxílio. Acontece porém que, os Mestres (136) não podem dirigir pessoalmente ninguém, ou melhor, apenas em casos “especialíssimos” – casos que transcendem a finalidade real deste texto. Todo apoio, se encontra em “meios” bem mais próximos da criatura humana (como auxílio), do que ela possa imaginar Apoio 75 + 144 = 219 – 136 Mestria = 83 Fraternidade – o apoio dos mestres se encontram através das fraternidades; ou: 136 – 53 Inexorável = 83 Fraternidade – eles dirigem por meio das fraternidades. Deixando de lado a descrição dos inúmeros tipos de auxílios que existem como recursos humanos; necessário se faz citar apenas um tipo, o qual se encontra em conformidade com o número 83 Fraternidade: “o guia humano”. Guias humanos - conforme: 127 (além; outro lado) – 44 Prosperidade = 83 Fraternidade - , são elementos desencarnados e já – até certo ponto – sublimados em razão de um específico tipo de mácula. Como portador dessa experiência adquirida, e, de acordo com sua vontade sincera de poder auxiliar, ele pode (ao receber o consentimento da fraternidade) atuar com um “guia humano”, para pessoas requerentes de seu saber terreno; podendo, desta feita, elevar-se ainda mais, sem a contingência (necessária) de nova reencarnação. O processo apesar de sua simplicidade, pode parecer complexo devido ao sentido exato do sistema, o qual em sua forma providencial, depende de certos requisitos e exigências (recebidos de níveis imediatamente superiores) para seu perfeito funcionamento; fenômeno este, que ocorre de modo instantâneo, porém, como algo inacreditável, se pudesse ser vislumbrado pela criatura humana, ainda em sua existência terrena. Só mesmo aquele que – num dos instantes mais críticos de sua vida -, já tenha sido agraciado inesperadamente pela providência, seria capaz de formar uma vaga idéia deste processo. Por isso que a Providência se relaciona com o número 28, que é considerado perfeito conforme a teoria dos números. Daí, isso significa que, um “guia humano” não pode “sair por ai” auxiliando com sua experiência, “qualquer um”, nem mesmo que quisesse. Pois, a criatura humana além de depender de seu merecimento, precisa de uma certa receptividade, através de suas boas intenções e vontade sincera de evoluir (como personalidade). Nem isso é fácil de explicar. O fato é que, um “guia humano” também não pode interferir no livre arbítrio de quem pode guiar. O guia só pode atuar vigilante, alertando seu protegido em razão das tentações - cujo teor ele se tornou um especialista –, atuando diretamente no foco dos pensamentos – consciência do mesmo. O protegido, entretanto, vai receber tudo isso, naturalmente - pois nisso não se cogita tipos de atividades paranormais -; como se estivesse simplesmente pensando, e, alcançando boas idéias – com decentes advertências – para as soluções relativas ao processo em que se encontra terrenamente. Reforçando o sistema: Não é necessário ser médium para ser auxiliado por um “guia humano”, basta apenas – para o homem de boa vontade – ficar atento em seus pensamentos (reflexões) construtivos, acessíveis para todas as pessoas, fato que deve ocorrer independente de crenças ou religiões.

A Linguagem da Cruz não se preocupa na descrição de detalhes, procura dar ênfase apenas na correlação existente entre números e fatos. A autêntica interpretação deve ser elaborada pelo próprio interessado de acordo com suas próprias pesquisas: A Palavra e a Cruz

(continua)

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

FILOSOFIA DOS NÚMEROS 6: Penas Irrevogáveis (3)

Esta dissertação, embora se encontre neste setor – dedicado aos pensamentos e opiniões pessoais do autor; deve ser de grande valia para o Estudo de Numerologia. Pois, determina uma tabela importante relacionada com o lado negativo dos números. Um estudo do Carma de acordo com os 144 números.


FILOSOFIA DOS NÚMEROS: Penas Irrevogáveis (3)


Este sistema analítico deve servir apenas para comprovar a veracidade dos números – como instrumento da Justiça – e não, propriamente para classificar o tipo de caráter psicológico definitivo. Pois, na realidade, a personalidade humana é bem mais complexa – cada pessoa pode apresentar muitos outros fatores que implicam em seu caráter-, então, torna-se impraticável, querer generalizar; pelo fato de existir inúmeras “saídas” por questão de fatores cármicos. Demais a mais, as “sublimações” que os números indicam, são válidas apenas em termos de “almas redimidas”, que foram purificadas no além e guiadas no sentido de novas redenções; pois, “espíritos das trevas”, que nascem à esmo devido ao desleixo e irresponsabilidade em prol das proliferações: não entram em conta. Com o privilégio da reencarnação, esses infelizes se sobrecarregam ainda mais – acumulando novas máculas - , devido suas atuações sempre no sentido da marginalidade (ignorância). É por isso que se torna ilícito fazer do dom da Concepção um simples instrumento de prazer e da arbitrariedade – como indicam os números: Concepção 43 + 144 + 144 – 244 (ilícito) = 87 Regozijo. Mesmo porque: 16 Privilégio / 17 Criatividade / 18 Eternidade; quer dizer, a força criativa é um privilégio que entretanto pode repercutir em causas eternas – demoradas ou de difíceis soluções. Para ampliar o sentido deste tema, a observação é a seguinte: Qual seria o “caráter” que se formou sob a condição vocacional do padrão Regime (76) – sejam regimes militares ou de quaisquer outras modalidades? Pode estar associado ou implicar em uma alma, cujo delito (essencial) praticado em vida anterior, se relacione como o “corpo”, que pode indicar até crime de morte – inclusive assassinato; porque: Penitência 40 + 144 + 144 – 244 (ilícito) = 84 Higidez. Essa frase numérica traz a seguinte conotação: constitui-se um delito (244), livrar-se das dificuldades (40 Penitência), tirando (por exemplo) a vida alheia (84 = Higidez; saúde, vida física). O tipo de mácula seria: 84 + 144 – 153 (mácula) = 75 Apoio (que neste caso passa a ter sentido inverso). Esse tipo de mácula (falta de apoio) estaria associado aos marginais, condenados, etc. Nestas condições a Sublimação (126) seria possível através do número 76 Regime. Neste caso, para redimir a imprudência – cometida em vida anterior – a personalidade escolhe para a sua reencarnação, um ambiente que lhe imponha regime e moderação. Sob estas novas condições, a alma deverá aprender a ter ponderação – ou a valer-se de armas em benefício coletivo (regime militar, etc), aprender a comandar suas emoções, obedecendo os “regimes”. O número 153 (mácula) pode ser interpretado também como um fator de “complexo”, então, poderia haver o seguinte discernimento quanto aos números: complexo de Regime (76), complexo de Revogação (81), etc. Entretanto, não como uma “regra”, devendo servir apenas por questão de discernimento do interprete. O número do ilícito, para tornar mais claro, pode ser empregado também como o número da “tentação”, pois ele existe em razão de todos os padrões (torna se regra para qualquer número), entretanto, cair em tentação depende do livre arbítrio. O número 153 (153 – 144 = 9 Justiça) apenas não determina as penalidades, apenas destaca as máculas (provas) de um ato ilícito. Pois quem rege as penalidades é o número 8 Respeito: 8 + 144 = 152 – 112 Excelência (ou Regência) = 40 Penitência; corpos físicos, etc.

O sistema apresentado neste tema é muito delicado, pois, trata de um setor da numerologia envolvido em fatos que transcendem aos de uma análise comum. É válido o que está sendo explicado, entretanto, depende ainda de muitas pesquisas; pelo fato de estar envolvido com o fator psicológico da personalidade. Por enquanto, devemos utilizar – como por exemplo em numerologia – apenas o que nos pode revelar o número 244: o fator ilícito, ou até mesmo como significador da “tentação”. Pois – essa denominada “tentação”, se torna uma contingência, ou seja, uma condição inevitável – que pode ser até tabelada – em função de cada número.



(continua)

sábado, 6 de fevereiro de 2010

FILOSOFIA DOS NÚMEROS: Penas Irrevogáveis (2)

Penas irrevogáveis: estudo do carma e seus efeitos de acordo com os números num sentido negativo...
 
 
FILOSOFIA DOS NÚMEROS: Penas Irrevogáveis (2)
 

Esta dissertação, embora se encontre neste setor – dedicado aos pensamentos e opiniões pessoais do autor; deve ser de grande valia para o Estudo de Numerologia. Pois, determina uma tabela importante relacionada com o lado negativo dos números.



Resumo:

Se o Anti-modelo (127) distorce (inverte o sentido) o valor qualitativo de um padrão, adicionado ao número do Direito (117) vai resultar na cifra que representa o ilegal (ilícito) = 244. Portanto, os números 127 anti-modelo, 244 ilegal e o 153 (144 + 9 = 153 Justiça), atuam como “juízes implacáveis na solução de questões condenáveis em termos de numerologia. O 127 indica (por inversão de modo explícito o que deve ser considerado desprezível; o 244 aponta o fato que se torna ilícito para a autêntica qualidade de um número; e o 153 apresenta a mácula – ou sujeira – formada por questão de um ato ilegal. O número 126 Sublimação indica a forma de revalorização da personalidade em razão de seus delitos. Como exemplo:

A Coragem 1 não pode abusar da Legalidade 45 (1 + 144 + 144 – 244 = 45); pois assim vai macular a Saciedade 36 (45 + 144 – 153 = 36), que impregnada (36 + 127 = 163) pode ser reajustada de acordo com a Sublimação 126 (163 – 126 = 37) a qual resulta no fator da Responsabilidade 37. Dessa forma, podemos obter fatores negativos em relação aos 144 números.

Nos Domínios do Mal

Traçar o perfil de um número em termos de sua caracterização maléfica, seria uma tarefa estafante. Como recurso de primeira ordem, vamos aplicar a propriedade da inversão, conforme o número 127, conjuntamente com a fórmula qualitativa que nos indica tipos de delitos (244), e tipos de máculas (153). Para demonstrar a dificuldade que existe nessa classificação dos elementos “malignos”, vamos partir da análise (por inversão) em relação aos números ligados aos padrões maiores (do 1 ao 12). Vamos chamar de Horda (ao contrário de Arquétipo) esse tipo de classificação.



Número, Arquétipo, Horda

1 Coragem - Violência

2 Silêncio  -  Calúnia

3 Liberdade -  Escravidão

4 Honra -  Desonra

5 Fidelidade -  Traição

6 Amor -  Ódio

7 Temperança -  Desavença

8 Respeito -  Desrespeito

9 Justiça -  Impunidade

10 Pureza -  Falsidade

11 Misericórdia -  Crueldade

12 Graça -  Desgraça



Com a simples observação dessas 12 características maléficas, fácil se torna discernir que tais significadores se confundem entre si; como se um fosse o próprio sinônimo do outro. Pois, o mal é assim mesmo (ao contrário dos arquétipos), indica apenas desordem; o que diverge com a própria lógica. Crime e loucura se confundem. O mal pode levar tudo à confusão (camuflar tudo) mas não pode destruir a lógica universal. Existe o fator da Reciprocidade: 139 Inesgotável / 140 Reciprocidade / 141 / Reverência A Reciprocidade é que permite a identificação de todas as causas. A Reverência indica como deve ser sanado um ato ilícito. Esse número (141) rege o nome de cada um, quer dizer, cada um tem o seu específico nome em função do padrão da Reverência – mas este assunto extrapolaria esta dissertação. Necessário se faz apresentar o uso prático destes números. Por exemplo: O que seria “ilícito” para a própria Legalidade 45? Seria ilegal para a Legalidade o uso – com finalidades pessoais - dessa Virtude 89 ( 45+ 144 + 144 – 244 = 89), quer dizer, esse tipo de inflação pode ser identificado como: abuso do poder legal – crimes cometidos sob a proteção da lei -, condenações injustas e judicialmente aprovadas, desapropriações alheias e outras vantagens mais, obtidas em conformidade com o juízo público. Isso pode ser associado também com aqueles antigos tratados visando a condenação das “bruxas” na idade média. Agora, o tipo de mácula” (153) que a alma se impregnaria com essa espécie de delito seria relativa ao “clamor dos aflitos”, ou seja, ao clamor daqueles( de modo geral) que não se resignaram com a injustiça sofrida, pois: 89 + 144 – 153 (mácula) = 80 Resignação. A alma nessas condições deve adquirir como penitência a “lamuria” daqueles que prejudicou no passado – acrescida de todos os seus fatores congêneres. A única forma de sanar – ou sublimar – essa penalidade seria pela formação de um caráter do tipo “conselheiro”, o qual seria possível através da providencial reencarnação (depois de ter aprendido muito), pois: 80 + 127 = 207 – 126 Sublimação = 81 Revogação. Só se servindo da Revogação 81 ou seja, só atuando com a intenção de poder anular os conflitos alheios, é que tal alma vai se sentir disposta para a sublimação de suas máculas. Este caso – envolvendo o abuso da Legalidade – poderia então indicar certas tendências vocacionais como: psiquiatria, psicologia, sacerdócio, advocacia – e outros tipos de conselheiros – de acordo com o problema específico de cada um dos maculados. O fato é que, nessas novas condições – adquiridas com o privilégio da reencarnação – a personalidade alma vai tentar atuar de forma mais correta, deveras de acordo com a Legalidade (45).

(continua)

sábado, 30 de janeiro de 2010

FILOSOFIA DOS NÚMEROS: Penas Irrevogáveis

FILOSOFIA DOS NÚMEROS: Penas Irrevogáveis



Esta dissertação, embora se encontre neste setor – dedicado aos pensamentos e opiniões pessoais do autor; deve ser de grande valia para o Estudo de Numerologia. Pois, determina uma tabela importante relacionada com o lado negativo dos números.



Penas Irrevogáveis

Este título pode ser meio impróprio justamente porque, todas as penalidades da Criação se tornam irrevogáveis, ou de acordo com os seguintes números: Penitência 40 + 144 – 81 Revogação = 103 Adaptação. Isso significa que uma penitência só pode ser revogada através da adaptação. Castigos então podem ser sublimados e nunca revogados. O número 30 Tempo que também serve para indicar “a hora de determinada coisa”, então "na hora" da Penitência o que vale é a Pureza porque: 40 – 30 = 10 Pureza. Na hora da Penitência ou seja, no instante da purificação, nem que seja num sentido simbólico deve haver o castigo, dependendo essa circunstância apenas do estado de Pureza de cada um.   
Em certos casos, a Penitência pode ser até mais “violenta” do que a própria inflação cometida, dependendo tão somente dessas circunstâncias de pureza interior. Isso até indica aonde se encontra o fator da Penitência porque, o que se mantém puro não pode ser castigado, então a contingência dessa inflação se torna apenas uma condição da própria alma. Mesmo assim, essas impurezas da alma não devem ser consideradas nem como boas nem como más – ninguém deve revogar o que já ocorreu -, pois, representam apenas responsabilidades já assumidas. Geralmente, o efeito mais intenso das inflações cometidas, se estende mais para futuras reencarnações. Com isso, podemos estabelecer que: a formação do caráter de uma criança depende também das máculas que sua alma adquiriu em vidas anteriores. Disso se deduz que: culpas anteriores podem influir nas características da personalidade, nos tipos de temperamentos, nos hábitos e costumes e até mesmo nas vocações profissionais. E, isso pode ser observado com o emprego do número 127 Antimodelo. Como o número 127 distorce todos os valores, se for adicionado ao número do Direito (117), caracteriza-se assim o número do que é ilegal, assim: 127 + 117 = 244; o equivalente ao Ilícito. O número 127 somado ao número da Congeneridade (26) tem como resultado o número relativo da mácula, que pode ser atraída de acordo com determinada inflação cometida, assim: 127 + 26 = 153; este é o número que determina os tipos de “sujeiras”. Por exemplo: o que seria “ilícito” para o fator da Coragem? – Sendo a Coragem relativa ao número 1, temos: 1 + 144 + 144 – 244 (número do “ilícito”) = 45 Legalidade. A Coragem não tem o “direito” de achar que tudo que pode ser feito seja “legal” (não tem o direito de transgredir a lei). Para se saber qual a “mácula” que esse tipo de Coragem (empregado) pode atrair para a alma temos: Legalidade 45 + 144 – 153 (número que justifica a mácula) = 36 Saciedade. A alma deve ficar impregnada com a mácula relacionada com os ociosos, os “insaciáveis”. A mácula dos ociosos então é identificada pelo número 163 pois: 36 +127 = 163. Qual seria a alternativa própria para a transmutação desse tipo de mácula? – o que indica as transmutações é o número da Sublimação 126; 163 – 126 = 37 Responsabilidade. A sublimação dessa inflação então deve ser feita em “vibração” com o fator da Responsabilidade. Este exemplo, deve servir apenas como ilustração, pois, demonstra a origem de uma mácula bem primária: a da ação. O fato é que existem três níveis básicos pela contingência das penalidades: o da ação, o da palavra e o do pensamento. Uma alma – ao se desencarnar -, antes de alçar voos para dimensões mais elevadas, deve prestar suas contas, em cada um desses níveis, ou seja, vivenciar suas próprias máculas, adquirir conhecimentos e reformar seu padrão de consciência. Nessa transição – reconhecida como morte pela lógica terrena -, o que predomina como “impulsão” é o fator “gravitacional”, ou seja, cada - entidade transportada de modo inevitável – encontra ou cai – exatamente num plano congênere (26), quer dizer, onde justamente tudo acontece conforme seu “modo de agir”; forma de utilizar “a palavra”,e, complementando, de acordo com suas próprias “formas de pensamentos”, as quais são muito mais rígidas e intransigentes, pois, são os autênticos “filhos” dos que nesse local devem habitar.



(continua)